Força Secreta do Universo – O Campo – Lynne Mctaggart…

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ESTAMOS EQUILIBRADOS NA IMINÊNCIA de uma revolução, de uma revolução tão ousada quanto a descoberta da relatividade por Einstein.
Estão emergindo na fronteira da ciência novas idéias que desafiam tudo o que acreditamos a respeito da maneira como o nosso mundo funciona e de como definimos a nós mesmos.
Estão sendo feitas descobertas que comprovam o que a espiritualidade sempre sustentou, ou seja, que os seres humanos são bem mais extraordinários do que um agrupamento de carne e ossos. Em sua base essencial, essa nova ciência responde a perguntas que deixaram os cientistas perplexos durante centenas de anos. Em sua parte mais profunda, trata-se de uma ciência do miraculoso.
Há várias décadas, cientistas respeitados de diversas disciplinas ao redor do mundo vêm conduzindo experiências bem planejadas cujos resultados contrariam a biologia e a física atuais.
Em conjunto, essas pesquisas nos oferecem informações copiosas acerca da força organizadora central que governa o nosso corpo e o resto do cosmo.
O que eles descobriram é nada menos do que impressionante. Em nossa essência mais elementar, somos uma carga de energia. Os seres humanos e todas as coisas vivas são uma coalescência em um campo de energia conectado a todas as outras coisas que existem no mundo. Esse campo de energia pulsante é o mecanismo central do nosso ser e da nossa consciência, o alfa e o ômega de nossa existência. 

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Não existe uma dualidade “eu” e “não-eu” do nosso corpo em relação ao Universo, mas apenas um único campo fundamental de energia. Esse campo é responsável pelas funções superiores de nossa mente, a fonte de informações que orienta o crescimento do nosso corpo.
Ele é o nosso cérebro, o nosso coração, a nossa memória – na verdade, ele é um projeto do mundo para toda a eternidade.
O campo é a força, e não micróbios ou genes, que determina se estamos saudáveis ou doentes, a força que precisa ser utilizada para que possamos ficar curados.
Estamos conectados e envolvidos com o nosso mundo, somos inseparáveis dele, e a nossa única verdade fundamental é o nosso relacionamento com ele.
Até o momento, a biologia e a física têm sido serviçais dos conceitos defendidos por Isaac Newton, o pai da física clássica. Tudo que acreditamos a respeito do nosso mundo e do lugar que ocupamos nele deriva de idéias formuladas do século XVII, mas que ainda compõem a espinha dorsal da ciência moderna — teorias que apresentam todos os elementos do Universo como sendo isolados uns dos outros, divisíveis e de todo independentes.
Essas concepções, em sua essência, criaram uma visão de mundo de separação. Newton descreveu um mundo material em que as partículas individuais da matéria seguem certas leis de movimento através do espaço e do tempo, ou seja, o Universo como uma máquina.
Antes de Newton formular suas leis do movimento, o filósofo francês René Descartes apresentara uma ideia que na época era revolucionária: que nós, representados por nossa mente, éramos separados dessa matéria inerte e sem vida de nosso corpo, que era apenas outro tipo de máquina bem lubrificada.
Nós nos sentávamos fora desse Universo e olhávamos para dentro. Até mesmo o nosso corpo era de alguma maneira separado e diferente do nosso verdadeiro eu, a mente consciente que fazia a observação. Postado

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Por meio de algumas hábeis medidas, Newton e Descartes haviam arrancado Deus e a vida do mundo da matéria, e retirado nós mesmos e nossa consciência do centro do nosso mundo. Eles arrancaram o coração e a alma do Universo, deixando em sua esteira uma coleção inanimada de partes entrelaçadas.
Nossa auto-imagem se tornou ainda mais sombria com a obra de Charles Darwin. A teoria da evolução, agora um pouco refinada pelos neodarwinistas, é a teoria de uma vida aleatória, predatória, sem sentido e solitária. Para sobreviver, você simplesmente tem que ser o melhor. Você nada mais é do que um acidente evolucionário.
A vasta e complexa herança biológica de nossos ancestrais é desnudada até ser reduzida a um aspecto central: a sobrevivência. Coma ou seja comido. A essência da condição humana é um terrorista genético, que se liberta com eficácia de quaisquer elos mais fracos.
A vida não consiste no compartilhamento ou na interdependência. A vida diz respeito a vencer, a chegar primeiro. E se consegue sobreviver, você fica por sua própria conta no topo da árvore evolucionária.
Esses paradigmas, o mundo encarado como uma máquina, e o homem como uma máquina de sobrevivência, conduziram a um domínio tecnológico do Universo e a um conhecimento verdadeiro muito pequeno que encerre qualquer importância fundamental para nós. 

imageEm um nível espiritual e metafórico, eles provocaram um sentimento desesperado e brutal de isolamento.
Tampouco nos deixaram mais próximos dos mistérios mais essenciais de nossa existência: como pensamos, como começa a vida, por que ficamos doentes, como uma única célula se transforma em uma pessoa plenamente formada e até mesmo o que acontece com nossa consciência quando morremos.
Muitos de nós buscam se proteger do que encaramos como o fato adverso e niilista de nossa existência na espiritualidade, que pode nos oferecer alguma ajuda com seus ideais de unidade, comunhão e propósito, mas por intermédio de uma visão de mundo que contraria a opinião defendida pela ciência.
Qualquer pessoa que esteja buscando uma vida espiritual precisa lutar com essas concepções de mundo opostas e tentar, infrutiferamente, conciliá-las. 

Esse mundo de separações deveria ter sido destruído de uma vez por todas pela descoberta da física quântica na primeira parte do século XX.
Quando os pioneiros da física quântica esquadrinharam a essência da matéria, ficaram impressionados com o que viram. Os fragmentos mais minúsculos da matéria não eram nem mesmo matéria, como a conhecemos, não eram nem mesmo algo fixo, mas às vezes uma coisa e às vezes outra bem diferente.
E mais estranho ainda é que eles eram com frequência muitas coisas possíveis ao mesmo tempo. No entanto, o mais importante é que essas partículas subatômicas, isoladamente, não possuíam sentido nenhum; só significavam alguma coisa se estivessem relacionadas com todo o resto. Em sua essência mais básica, a matéria não podia ser desmembrada em pequenas unidades independentes, sendo completamente indivisível.
Só era possível compreender o Universo como uma rede dinâmica de interligações. As coisas que em algum dia estiveram em contato permaneciam sempre em contato através de todo o espaço e de todo o tempo. Na verdade, o tempo e o espaço pareciam ser conceitos arbitrários, não mais aplicáveis a este nível do mundo. Na realidade, o tempo e o espaço como os conhecemos não existiam.
A física quântica continha outra questão bastante prática e inacabada. Os cientistas só avançaram até certo ponto em suas experiências e entendimentos. As experiências que haviam realizado para demonstrar esses efeitos quânticos ocorreram em laboratório, com partículas subatômicas sem vida. 

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A partir dali, os cientistas que os sucederam partiram do princípio de que esse estranho mundo quântico só existia no mundo da matéria sem vida. Qualquer coisa viva ainda funcionaria de acordo com as leis de Newton e Descartes, concepção essa que inspirou toda a medicina e biologia modernas.

E o que dizer de nós? De repente, havíamos nos tornado fundamentais para todos os processos físicos, mas ninguém reconhecera esse fato plenamente. Os pioneiros quânticos haviam descoberto que o nosso envolvimento com a matéria era crucial. As partículas subatômicas existiam em todos os estados possíveis até que as perturbássemos, observando-as ou medindo-as, e nesse ponto, elas afinal se estabilizavam em algo real.
A nossa observação – a nossa consciência humana – era absolutamente fundamental para que esse processo de fluxo subatômico de fato se tornasse algo definido, mas não fazíamos parte dos cálculos matemáticos de Heisenberg ou Schrõdinger. Eles compreenderam que éramos de algum modo muito importantes, mas não sabiam como nos incluir. No que dizia respeito à ciência, ainda estávamos do lado de fora olhando para dentro.
Os fios soltos da física quântica nunca foram amarrados em uma teoria coerente, e a física quântica foi reduzida a uma ferramenta extremamente bem-sucedida da tecnologia, vital para a fabricação de bombas e para a eletrônica moderna.

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As implicações filosóficas foram esquecidas, e tudo o que restou foram as vantagens práticas. A maioria dos físicos de hoje se mostraram dispostos a aceitar, sem uma análise mais profunda, a natureza bizarra do mundo quântico, pois os processos matemáticos, como a equação de Schrödinger, funcionam bastante bem.
Como poderiam os elétrons estar em contato com tudo ao mesmo tempo? Como poderia um elétron não ser uma coisa definida enquanto não fosse examinado ou medido? Como poderia, na verdade, qualquer coisa ser concreta no mundo, se era ilusória assim que começávamos a examiná-la mais de perto?
A resposta deles foi dizer que havia uma única verdade para tudo o que era pequeno e outra para tudo o que era muito maior, uma verdade para as coisas vivas, outra para as coisas inanimadas, e aceitar essas aparentes contradições da mesma forma como poderíamos aceitar um axioma básico de Newton.
Um pequeno grupo de cientistas espalhado pelo planeta não estava nada satisfeito em continuar lidando automaticamente com a física quântica.
Eles exigiam uma resposta mais adequada para muitas das grandes perguntas que haviam sido deixadas sem resposta. Eles prosseguiram com suas investigações e experiências a partir do ponto em que os pioneiros da física quântica haviam parado e começaram a fazer um exame mais profundo.

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Vários deles repensaram algumas equações que sempre haviam sido descartadas na física quântica. Essas equações correspondiam ao “campo de ponto zero”, um oceano de vibrações microscópicas no espaço entre as coisas. Eles perceberam que se o campo de ponto zero fosse incluído em nossa concepção da natureza mais fundamental da matéria, o suporte do Universo seria um agitado mar de energia, um vasto campo quântico.
Se isso fosse verdade, tudo estaria interligado por algo como uma teia invisível. Eles também descobriram que éramos formados pelo mesmo material básico. No nível mais fundamental, os seres vivos, inclusive os seres humanos, eram pacotes de energia quântica que trocavam constantemente informações com esse inexaurível mar de energia.
Os seres vivos emitiam uma radiação fraca, e esse era o aspecto mais crucial dos processos biológicos. As informações a respeito de todos os aspectos da vida, desde a comunicação celular até o vasto conjunto de controles do DNA, eram retransmitidas por meio de uma troca de informações no nível quântico. Até mesmo nossa mente, esse outro supostamente tão extrínseco às leis da matéria, operava de acordo com processos quânticos. 

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O pensamento, o sentimento – todas as funções cognitivas superiores – estavam relacionadas com as informações quânticas que pulsavam simultaneamente por nosso cérebro e nosso corpo.
A percepção humana ocorreu devido às interações entre as partículas subatômicas de nossos cérebros e o mar de energia quântica. Ressoávamos literalmente com o nosso mundo.
As descobertas desses cientistas foram extraordinárias e heréticas. De uma vez só, desafiaram várias das leis mais básicas da biologia e da física. Talvez tenham descoberto nada menos do que a chave para todo o processamento e troca de informações em nosso mundo, da comunicação entre as células à maneira de ver o mundo como um todo.
Eles sugeriram respostas para algumas das questões mais profundas da biologia da morfologia humana e da consciência viva. Aqui, no suposto espaço “morto”, possivelmente residia a chave da própria vida.
Eles forneceram evidências de que todos estamos ligados uns aos outros na base do nosso ser. Demonstraram por meio de experiências científicas que talvez haja uma força vital circulando pelo Universo, algo que tem sido alternadamente chamado de consciência coletiva ou, como os teólogos o denominaram, de Luz ou Deus.
Esses cientistas apresentaram uma explicação plausível para todas as áreas em que a humanidade tem tido fé ao longo dos séculos sem, no entanto, conseguir obter nenhuma evidência confiável, ou uma justificativa adequada, da eficácia da medicina alternativa e das preces até a vida após a morte.
De certo modo, eles nos ofereceram uma ciência da espiritualidade.

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Ao contrário da visão de mundo de Newton ou Darwin, a perspectiva desses cientistas estimulava a vida. Eram ideias que poderiam nos fortalecer com suas implicações de ordem e controle.
Não éramos simples acidentes da natureza. Havia um propósito e uma unidade em nosso mundo e no lugar que ocupávamos nele, e tínhamos uma influência considerável em tudo isso.
O que fazíamos e pensávamos era importante; na verdade, era fundamental para a criação do nosso mundo. Os seres humanos não estavam mais separados uns dos outros. Não havia mais nós e eles. Já não estávamos na periferia do Universo, do lado de fora olhando para dentro. Poderíamos ocupar o nosso lugar legítimo, regressar ao centro do mundo.
Essas ideias eram a substância da traição. Em muitos casos, esses cientistas tiveram que travar uma batalha defensiva contra um grupo dominante, obstinado e hostil. Essas investigações vêm acontecendo há trinta anos, em grande medida não reconhecidas ou refreadas, mas não por causa da qualidade do trabalho.
Os cientistas, todos oriundos de instituições confiáveis como as universidades de Princeton e Stanford, as melhores instituições da França e da Alemanha, realizaram experiências impecáveis.
Não obstante, tais experimentos atacaram vários princípios considerados sagrados e situados no âmago da ciência moderna. Eles não se encaixavam na visão científica predominante no mundo, no mundo encarado como uma máquina.
Reconhecer essas novas ideias exigiria que nos livrássemos de grande parte do que a ciência moderna acredita e, em certo sentido, que começássemos do zero. A velha guarda nem quis ouvir falar dessas teorias, que não se encaixavam na visão de mundo delas e, portanto, estavam necessariamente erradas.

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Contudo, já é tarde demais. A revolução é irreversível. Esses cientistas são apenas alguns dos pioneiros, uma pequena representação de um movimento mais amplo. Muitos outros estão vindo em seus rastros, desafiando, experimentando e modificando seus pontos de vista, envolvidos com o trabalho com o qual todos os verdadeiros exploradores se envolvem.
Em vez de descartar essas informações como inadequadas segundo a visão científica do mundo, a ciência ortodoxa terá que começar a adaptar sua concepção de mundo para que ela se torne adequada.
É chegada a hora de relegar Newton e Descartes aos seus devidos lugares, isto é, o de profetas de uma visão histórica hoje superada.
A ciência só pode ser um processo que visa entender o nosso mundo e a nós mesmos, em vez de um conjunto fixo de regras eternas. E, com a introdução do novo, o velho quase sempre precisa ser descartado. 

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*McTaggart é uma porta-voz reconhecida internacionalmente sobre a ciência da espiritualidade e do quantum nos aspectos da saúde.  É uma jornalista premiada e autora de vários livros incluindo o bestseller O CAMPO, traduzido em dezenas de línguas.  É considerada uma autoridade respeitada internacionalmente dentro da área das ciências espirituais, dando conferências e participando em vários seminários por todo o  mundo. Fonte

Entrevista com Lynne McTaggart – Legendado

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Tudo é Energia…

Nikola Tesla | Energia CósmicaPor todo o espaço há energia. Se essa energia é estática, nossas esperanças são em vão e se cinética – e isto nós sabemos que é, com certeza – então é uma mera questão de tempo quando os homens conseguirão anexar as suas máquinas à própria roda da natureza.  ~Nikola Tesla~

Quanto mais os físicos quânticos observam a natureza da realidade, mais evidências eles estão descobrindo de que tudo é energia nos níveis mais fundamentais. O que percebemos como o nosso mundo material, na verdade não é nem físico ou material. O seu corpo físico caminha no mundo da matéria, mas um aspecto mais sutil de você, se move e interage em um nível de energia pura.

De acordo com a física quântica, somos parte de um campo de energia vasto e invisível, que contém todas as realidades possíveis e responde aos nossos pensamentos e sentimentos. Todas as suas interpretações da realidade são baseadas unicamente no “mapa interno” que você possui, sendo ele um resultado de suas experiências. Os seus pensamentos e sentimentos estão ligados a essa energia invisível e determinam o que a energia pode formar e mudam literalmente o universo partícula por partícula para criar sua vida física.

O mundo é literalmente o seu espelho, permitindo que você experimente no plano físico o que você mantém mentalmente como a sua verdade. A física quântica tem coisas surpreendentes a dizer sobre a natureza energética da realidade que pode libertar as nossas mentes de suas superstições e restrições para podermos criar a realidade de nossa escolha.

A ciência provou que tudo é feito de energia e que tudo contém a sua própria vibração e freqüência. A vibração que emitimos pode afetar a energia de outras pessoas, e a ciência provou essa inter-relação através do estudo da mecânica quântica e de nossos campos eletromagnéticos. Uma vez que os sons também mantêm a sua própria frequência, não faria sentido que a frequência de um som específico pudesse afetar a nossa consciência?

Nós temos essa hostilidade ao mundo externo por causa da superstição, o mito. A teoria absolutamente infundada que você mesmo existe apenas dentro de sua pele agora eu quero propor outra ideia. Você não é algo que é o resultado do Big Bang ou o final do processo. Você ainda é o processo! Você é o Big Bang, a força original do universo! Vindo como quem você é. Veja quando eu te encontro. Eu não vejo apenas o que você define como isto é assim e assim e isto é assim e assim Eu vejo todos vocês como a energia primordial do Universo, chegando em mim desta maneira particular e eu sei que EU SOU assim também.                     ~ Alan Watts~

Fontes:
–Goswami, A. (1995). The Self-Aware Universe: How Consciousness Creates the Material World. ISBN-10: 9780874777987
-Wilber, K. (2001). A Brief History of Everything. ISBN-10: 1570627401
-McCraty, R. (2004). The Energetic Heart: Bioelectromagnetic Communication Within and Between People. Clinical Applications of Bioelectromagnetic Medicine: 541-562.
– Dispenza, J. (2014). Como criar um novo eu. Descubra o método quântico para controlar a sua mente e mudar a sua vida. ISNB: 9789892324661 Fonte

Resultado de imagem para fluido cosmico universalA energia cósmica primordial é descrita por várias culturas ao redor do mundo como um fluido magnético, éter, força ódica, energia de ponto zero e como a energia orgone. Essa energia etérica, embora invisível para a maioria, é muito real. Ela é a força motriz que permite o movimento perpétuo dos planetas, das estrelas e dos universos.

Através das leis da eletroquímica, da composição dos corpos, da temperatura (termismo) e do mecanismo dos sólidos, fluidos e dos gases, podemos compreender que todos os corpos, sem distinção, são afetados pelo magnetismo e pela eletricidade, onde essas duas forcas reduzem e exaltam essa energia no corpo humano.

Franz Anton Mesmer acreditava que todo o universo é preenchido com um fluido magnético que infunde o espírito e a matéria com uma força vital. Este fluido, de acordo com mesmer, é também a essência do cosmos, pois o mesmo é a base da qual toda a matéria é constituída.

fluido cósmico universal é a matéria_elementar_primitiva, cujas modificações e transformações constituem a inumerável variedade dos corpos da Natureza.   
        
Como princípio elementar do Universo, ele assume dois estados distintos: 
  • o de eterização ou imponderabilidade, que se pode considerar o primitivo estado normal
  • e o de materialização ou de ponderabilidade, que é, de certa maneira, consecutivo àquele (mundo visível).
ponto intermédio é o da transformação_do_fluido_em_matéria tangível. Mas, ainda aí, não há transição brusca, porquanto podem considerar-se os nossos fluidos_imponderáveis como termo médio entre os dois estados.
 
No estado de eterização, o fluido cósmico não é uniforme; sem deixar de ser etéreo, sofre modificações tão variadas em gênero e mais numerosas talvez do que no estado de matéria_tangível. Essas modificações constituem fluidos distintos que, embora procedentes do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos peculiares ao mundo invisível. 
 
matéria cósmica primitiva continha os elementos … 
  • materiais
  • fluídicos 
  • vitais de todos os universos que estadeiam suas magnificências diante da eternidade. 
Ela é a mãe fecunda de todas as coisas, a primeira avó e, sobretudo, a eterna geratriz. 
  • Absolutamente não desapareceu essa substância donde provêm as esferas siderais; 
  • não morreu essa potência, pois que ainda, incessantemente, dá à luz novas criações e incessantemente recebe, reconstituídos, os princípios dos mundos que se apagam do livro eterno.
        A substância etérea: 
  • mais ou menos rarefeita, que se difunde pelos espaços interplanetários; 
  • esse fluido cósmico que enche o mundo, mais ou menos rarefeito, nas regiões imensas, opulentas de aglomerações de estrelas;
  • mais ou menos condensado onde o céu astral ainda não brilha; 
  • mais ou menos modificado por diversas combinações, de acordo com as localidades da extensão, nada mais é do que a substância primitiva onde residem as forças universais, donde a Natureza há tirado todas as coisas.

Leitura:
-Bailly, J.-S. (2002). Secret Report on Mesmerism or Animal Magnetism”, International Journal of Clinical and Experimental Hypnosis, 50 (4), 364–368.
– Albert Abrams & Francis A. Cave. (2010). The electronic reaction of Abrams. Kessinger Publishing, LLC.
– Wolfart, Karl Christian; Friedrich Anton Mesmer (2011). Mesmerismus: Oder, System der Wechselwirkungen, Theorie und Anwendung des thierischen Magnetismus als die allgemeine Heilkunde zur Erhaltung des Menschen. facsimile of the 1811 edition). Cambridge University Press, ISBN 9781108072694.

Energia do reino vegetal…

Imagem relacionadaO Reino Vegetal, conhecido cientificamente como Plantae, é formado por aproximadamente 300.000 espécies conhecidas, sendo que, entre elas, encontram-se muitos tipos de ervas, árvores, arbustos, plantas microscópicas, etc.

Composição

Os organismos que compõem este reino são em sua grande maioria autotróficos, ou seja, seres cuja organização celular conta com os cloroplastos (organelas especializadas na produção de matéria orgânica a partir de matéria inorgânica, incluindo a energia solar). Suas células possuem uma parede celular formada por celulose. 

O reino Plantae, é composto por organismos capazes de produzirem o seu próprio alimento. Contudo, independente disso, eles possuem necessidades específicas de determinados nutrientes presentes somente no solo, como os sais minerais.

Plantas parasitas

Entretanto, há muitas espécies de plantas que não são capazes de produzir seu próprio alimento, por esta razão, elas agem de forma parasita, extraindo de outras plantas os nutrientes necessários para sua sobrevivência.

Importância das plantas

As plantas são extremamente importantes para a continuidade da vida em nosso planeta, sem elas, os demais seres vivos da cadeia alimentar não seriam capazes de obter a energia necessária para sua sobrevivência.

Elas são consideradas o primeiro elo da cadeia, pois sustentam todos os demais (animais, fungos, bactérias e protistas).

Você sabia?

Não fazem parte do Reino Plantae as algas castanhas, as algas vermelhas e vários organismos autotróficos unicelulares ou coloniais.

A origem do Reino Vegetal…

Há teorias que defendem que o Reino Vegetal se originou de algas de grupos protistas desenvolvidos na água. Assim, as algas verdes aquáticas seriam os ancestrais diretos das atuais plantas.

Reino Vegetal: origem, características e classificação

Acredita-se que, por volta de meio bilhão de anos atrás, as plantas migraram para o ambiente terrestre. Ali teria sido mais favorável a elas, já que poderia captar melhor a luz, assim como facilitou a troca gasosa.

Todos esses fatores foram oportunos para o desenvolvimento da respiração e da fotossíntese. Obviamente, certos grupos de plantas permaneceram vivendo em ambiente aquático. Mas as que vieram para a terra encontraram menos água, inclusive boa quantidade dentro do solo.

Então, para a sobrevivência no novo ambiente, tiveram que desenvolver certas estruturas peculiares. As raízes lhes permitiram absorver a água subterrânea, além disso os formatos das folhas diminuíram a perda do líquido. Estava assim consolidado o Reino Vegetal.

O reino vegetal é o único que:

  • – produz seu próprio alimento e por isso são conhecidos como organismos autótrofos.
  • –transforma a energia solar em energia química (através do processo de fotossíntese).

reino vegetal 1

Fotossíntese

Fotossíntese é um processo físico-químico, que ocorre dentro das células das folhas clorofiladas (reino vegetal). Como entrada desse processo são utilizados dióxido de carbono e água e geram glicose através da energia da luz solar e liberam também oxigênio.

fotossíntese
Fotossíntese

A fotossíntese foi descoberta em 1778 por Jan Ingenhousz, físico-químico neerlandês. Ele verificou que uma vela colocada dentro de um frasco fechado não se apagava, desde que houvesse também no frasco partes verdes de plantas e o frasco estivesse exposto à luz, ou seja, que na presença de luz, as plantas libertam oxigênio. A experiência depois foi repetida com ratos.

comprovação de que a fotossíntese produz ocigênio
Comprovação de que a fotossíntese produz oxigênio
Jan Ingenhousz descobriu a fotossíntese em 1778
Jan Ingenhousz descobriu a fotossíntese em 1778

O dióxido de carbono utilizado na fotossíntese é o que eliminamos na nossa respiração; quando respiramos inalamos oxigênio e expiramos dióxido de carbono (gás carbônico).

Isso significa também que o reino vegetal é responsável também por utilizar o que não nos serve da nossa respiração (dióxido de carbono), produzir a glicose (base alimentar dos reinos vegetal, animal e hominal – reino de nós homens e mulheres) e também produz o oxigênio que necessitamos respirar para viver.

Ou seja, o reino vegetal é o responsável e também o único reino que transforma a energia solar no nosso alimento e no oxigênio que respiramos; por isso são considerados os produtores da cadeia alimentar.

Estrutura:

Sua estrutura básica é;

  • – raiz….: responsável pela fixação e alimentação
  • – caule.: responsável pela sustentação e transporte de nutrientes
  • – folhas: responsável pela fotossíntese (produção da glicose e do oxigênio)
  • – flores: responsável pela reprodução e
  • – frutos: responsável pela proteção das sementes
estrtutura básica de uma planta
Estrtutura básica de uma planta
  • As árvores são conhecidas no Xamanismo como os seres do “Povo em Pé” e também segundo o xamanismo são os chefes do reino vegetal e portanto são nossos irmãos e irmãs.
  • Eles fornecem oxigênio aos demais filhos da Terra; dão abrigo aos seres que têm asas em seus troncos e galhos; fornecem asilo e conforto aos seres de quatro patas que se aninham aos vãos de suas raízes próximas ao solo e fornecem a matéria prima para a construção dos lares além celulose e borracha que são utilizados das mais variadas formas.
  • O Povo em Pé interage com o Povo de Pedra (reino mineral) dando, recebendo e preenchendo as necessidades de cada um.
  • O Povo em Pé percebe as necessidades de todos os filhos da mãe terra e se esforça para atendê-las.
  • Cada árvore e planta possui seus próprios dons, talentos e habilidades a serem compartilhados. Por exemplo, algumas árvores nos dão frutos, enquanto outras fornecem curas para distúrbios em nossos níveis emocionais ou físicos.
  • As Plantas possuem campo energético que pode ser percebido e medido através de radiestesia.
  • Já existem estudos científicos que comprovam que as plantas sentem, tem sentimentos e gostam de músicas melodiosas e são telepatas.
  • O estudo que demonstrou que as plantas são telepatas ocorreu em 1966 com Clive Backester, agente da CIA, especialista em máquinas de detectar mentiras.
  • Ele ligou uma dessas máquinas a uma planta e colocou cada um dos eletrodos em cada lado de uma das folhas da planta que havia em seu escritório, ele pensou em queimar a folha. Ao pensar isso o traçado do polígrafo deu um violento salto.
  • A planta já havia respondido pelo seu medo, pelo pensamento de Backester.
  • O reino vegetal possui também dons “curativos”, pois como tudo no universo é energia vibracional o reino vegetal também é energia vibracional.
sentimos as vibrações emanadas pelas plantas
Sentimos as vibrações emanadas pelas plantas

Como dito, sua energia pode ser medida através da radiestesia. Cada vegetal possui seu padrão vibratório específico. O corpo do ser humano é constituído 70% por água que é concentradora do elemento vegetal e carrega a força vegetal fazendo com que ela seja mais facilmente absorvida pelo nosso espírito.

Somos sensíveis aos parões vibratórios do reino vegetal
Somos sensíveis aos parões vibratórios do reino vegetal

Usos:

Portanto o aproveitamento terapêutico através do reino vegetal é bem vasto e pode ser atingido de diferentes formas, como:

– Chás: infusão de ervas em água; importante não deixar a água ferver.

Chá
Chá

– Banhos: Prepara-se um chá e toma-se banho com o chá preparado.

Banho de ervas
Banho de ervas

– Bate folhas: usa-se um ramo de folhas e bate as folhas no corpo para limpá-lo energeticamente (no rosto e cabeça recomenda-se apenas passar).

Bate folhas: usado para limpeza energética
Bate folhas: usado para limpeza energética

– Jornada do vegetal de poder: jornada realizada com terapeuta xamânico onde a pessoa irá encontrar seu vegetal de poder e o próprio vegetal irá informar à pessoa como ela deve utilizá-lo e quais benefícios alcançar com ela.

– Cachimbo sagrado: Tradicionalmente é utilizado para permitir falar a verdade e curar relacionamentos feridos ou rompidos (o famoso cachimbo da paz).

– Uso de incensos: Acender incenso no ambiente ou queimar um vegetal no ambiente. A energia vibracional do vegetal será propagada no ambiente além de permitir às pessoas a se beneficiar também da aromaterapia do cheiro exalado.

Incensos de ervas também trabalham a vibração emanada
Incensos de ervas também trabalham a vibração emanada

Medicina da Floresta:

Existem também as medicinas da floresta que aceleram o processo de autoconhecimento e transformação pessoal através dos estímulos energéticos que as ervas fornecem ao nosso espírito:

Ocorre uma expansão de consciência quando em contato com as vibrações dos reinos vegetal, animal e mineral
Ocorre uma expansão de consciência quando em contato com as vibrações dos reinos vegetal, animal e mineral

– Ayahuasca: trata-se de uma bebida ritualística feita com ervas na Amazônia. Seu consumo numa cerimônia traz propriedades capazes de expandir a consciência possibilitando a percepção de sabotagens psicológicas e aflora o potencial humano através da conexão com sua essência divina.

– Rapé: Uso de tabaco moído, raspado ou pilado misturado com outras ervas, inalado ou aspirado via nasal.  Quando preparado e utilizado conforme a tradição indígena serve para combater o cansaço, a ansiedade, a depressão e o estresse.

Ritual de Rapé
Ritual de Rapé
Rapé - trabalha cansaço, ansiedade, depressão, estresse e permite expansão de consciência
Rapé – trabalha cansaço, ansiedade, depressão, estresse e permite expansão de consciência

– Sananga: É um colírio indígena, preparado a partir de um arbusto. Sua utilização causa dor intensa na visão por 3 minutos e após isso a dor começa a aliviar. Quando a dor passa é possível ver tudo de forma diferente e mais intensa. Apazigua a mente, propiciando melhor visão (interna), discernimento e equilibra as emoções.

– Ritual de purificação: Trata-se de um ritual na tenda do suor ou Temascal.

Tenda do suor Ou Temascal diferem pelos materiais de construção dessa tenda, mas ambas possuem o objetivo de purificação.
Nesse ritual conduzido por um mestre de cerimônia (terapeuta xamânico) entra-se em uma tenda de joelhos para ter a consciência de sermos humildes e compreendermos que somos de mesma importância que os demais seres de qualquer reino (vegetal, mineral, animal ou hominal).
A tenda representa a mãe terra e reproduz ali dentro um universo completo. São tratados os quatro elementos, as quatro direções e conseguimos nos sentir parte integrante do todo, do planeta Terra.
O calor da tenda é produzido com o uso de pedras quentes que representam a Terra, natureza indestrutível e eterna do Grande Espírito.
O fogo que está nas pedras representa o Espiritual que dá vida à tudo.
O buraco no centro onde ficam as pedras representam O Espirito criador do universo.
Existe um ritual de entrada, de permanência e de saída da tenda que dá aos participantes a percepção de como se relacionar com tudo o que existe no universo: A Terra, o Espiritual, os minérios, as plantas, animais, as outras pessoas, as quatro estações, suas emoções, seus pensamentos, seus rumos (representados pelas 4 direções).
Trata-se de um ritual de purificação, pois através dele a pessoa irá se limpar de tudo o que não lhe serve mais (no seu espiritual, mental, emocional e físico) para poder dar espaço aos seus novos conteúdos.

Resultado de imagem para Energia do reino vegetal...

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Receber as Energias das Plantas na Cura das Emoções e Pensamentos…

Plantas uma de ordem superior (mais abrangente), também chamada espiritual, outra de ordem inferior (um pouco mais limitada) que constitui a estrutura do que chamamos mundo material e a terceira denominada energia marginal.  

Energia das Plantas!

As almas espirituais (que têm como principal atributo a consciência) são unidades indivisíveis da energia marginal, pois podem estar ora em contato com a energia espiritual, quando em estado de consciência pura, ou podem estar em contato com a energia inferior, quando perdem a pureza original.  

Plantas e o processo de fusão  

Ao converterem matéria em energia, pela fusão dos núcleos dos átomos, as estrelas produzem uma incalculável quantidade de energia que é liberada na forma de radiação eletromagnética em diferentes frequências, desde ondas no espectro visível (luz) ou invisível (infravermelhos, raios X, raios ultravioletas, gama etc).  

Depois, em um segundo estágio (quando todo Hidrogênio disponível foi transformado em Hélio), pela fusão dos átomos de Hélio, forma-se átomos de Carbono e Oxigênio, e pela fusão destes formando elementos mais pesados (todos os demais elementos químicos) e sempre liberando energia, até que a estrela complete seu próprio ciclo e, dependendo de seu tamanho (na verdade sua massa) ela poderá explodir, injetando grandes quantidades de todos esses elementos produzidos em seu interior para o espaço, onde formarão a base da vida.  

Plantas

A Energia e as Plantas …

Tomemos como exemplo o microfone e o alto-falante: o primeiro transforma sons em corrente elétrica, enquanto o segundo transforma corrente elétrica novamente em sons.  

Além das energias grosseiras (matéria orgânica, inorgânica, calor, eletricidade, etc), existem as energias mais sutis que participam dos processos corpóreos e mentais e que auxiliam as entidades viventes na manutenção do corpo.  

As plantas são excelentes absorvedoras dessas energias sutis, absorvendo-as, processando-as, devolvendo-as ao meio ambiente e mesmo distribuindo-as entre as outras formas de vida do planeta.  

O desenvolvimento da capacidade de visualizar ou sentir essas energias permite-nos adentrar em um mundo fascinante, o mundo das sutilezas e seus atores, participes e coadjuvantes.  

Entender as plantas 

Devemos, pois, entender que as plantas desenvolvem uma estreita ligação conosco.  

Ao interagir amorosamente com suas plantas, elas também passarão a, de certo modo, proteger a pessoa amada de uma forma mais sutil e poderosa que possamos imaginar.  

Temos, entretanto, que abrir mão de nosso estado “normal” de vigília e entrarmos num estado meditativo, via relaxamento, focando nossa atenção.  

Estando em um estado profundo de relaxamento, o que segue é uma simbiose com a planta, estado este que já é conhecido pelos xamãs e pelos povos da floresta, que têm o hábito abraçar uma árvore para trocas ou renovação de energias.  

Sentem o pulsar da seiva, a amplitude da superfície das folhas, a total consciência do ambiente externo numa sensação de paz, um sentimento profundo e incomumente agradável.  

Com a prática e, no curso do tempo, essa interação proporcionará percepções e emoções mútuas que se complementam numa simbiose psíquica cada vez mais constante e natural.  

Na década de 60 

Na década de 60, uma descoberta fantástica aconteceu de forma inteiramente inesperada.  

Cleve Backster, um famoso perito em polígrafos (aparelhos para detecção de mentira), conectou os eletrodos de sua máquina nas folhas de uma Dracena massageada.  

Teria a planta tido uma reação emocional ou fora tudo apenas uma resposta fisiológica à passagem de uma corrente elétrica através da folha?  

Bom, para descobrir, Backster teria que causar uma situação de ameaça à planta e verificar se haveria alguma mudança significativa no gráfico de respostas.  

Após essa descoberta inicial, muitos outros experimentos foram conduzidos com resultados surpreendentes e puderam ser repetidos por outros experimentadores (agora intrigados cientistas) e os resultados plenamente verificados.  

As plantas conectadas aos eletrodos e diante do jornalista puderam fazer oscilar abruptamente a agulha do mostrador, quando ele mentia.  

Foi construída uma máquina que deveria matar alguns camarões sem intervenção humana e de forma inteiramente automatizada numa determinada sala.  

Como fator de controle e para detectar qualquer influência ambiental ou possíveis variações aleatórias na leitura dos polígrafos, alguns desses aparelhos foram ligados, medindo corrente elétrica sem estarem conectados a qualquer planta.  

Na Cultura Védica, que floresceu na Índia até cerca de 5.000 anos atrás, as plantas ou qualquer forma de vida eram tidas como cidadãs e, portanto, passiveis de proteção pelo Estado.  

Os Celtas acreditavam na figura suprema da Deusa-Mãe e em divindades elementais (do ar, da água, do fogo e da terra), que são uma extensão da Deusa-Mãe (assim como no hinduísmo, onde Brahma, Vishnu e Shiva são manifestações do Deus único Brahman).  

Assim, os Celtas tinham uma relação especial com as árvores, como era o caso do carvalho (ligada à sabedoria e aos druidas), o freixo (ligado à proteção), o salgueiro (ligado às divindades da água), etc.  

Os florais de Bach 

Os florais de Bach, denominação usada para designar a terapia desenvolvida pelo médico inglês Dr. Edward Bach, agem diferentemente da Fitoterapia.  

Verificou que certos estados de desequilíbrio, quais sejam, orgulho, crueldade, ódio, medo, ignorância, instabilidade, inveja, raiva, insegurança, depressão, ansiedade, terror, intolerância e egoísmo conduzem o organismo a um estado mórbido.  

A terapia com florais é a que mais se aproxima de nossa essência, pois considera que os estados mentais em que nos encontramos influenciam o soma, o corpo, induzindo uma mudança sutil, porém eficaz em nossas disposições negativas.  

Cura da Alma 

De acordo com os ensinamentos do Xamanismo, as plantas são o “povo de pé”, como nós, possuem consciência e uma missão neste planeta.  

Estão aqui, neste planeta escola para auxiliar na evolução de nossa consciência, oferecendo uma vibração poderosa e curativa, com poder de eliminar as dores não só do físico, mas da alma.  

Sabemos que como partículas divinas somos compostos do físico, mental, emocional e espiritual e o equilíbrio pleno dá-se momento em que estes quatro aspectos estiverem em harmonia.  

Plantas Resultado de imagem para Energia do reino vegetal...

Se estudarmos a história, veremos que desde o início da humanidade, as plantas sempre estiveram presentes, nos nutrindo, nos protegendo e curando, ou seja, sempre tiveram papel importante na evolução da humanidade.  

Além disso, a utilização do poder das plantas para cura das doenças tanto do corpo físico como das doenças da alma foi amplamente utilizada pelos povos mais sábios.  

Como nossa cultura não ensinar a focar e tratar a causa das doenças, dando atenção somente ao físico, no Ocidente, ao se falar em cura através do reino vegetal, associa-a ao princípio ativo da planta, ou seja, ao efeito das composições químicos do vegetal, que sem dúvidas, atua com grande eficiência no organismo, conhecida como Fitoterapia.  

Conheça a Fito energética 

Gimenes, surge uma inovada e simples maneira de utilização das plantas, a FITOENERGÉTICA, que através da vibração energética do vegetal, ou seja, da energia da planta, cura as doenças e desequilíbrios, não só do físico, mas da alma.  

Nesta senda, podemos dizer que a Fito energética equilibra os aspectos emocionais, mentais e espirituais, agindo no alinhamento dos pensamentos, emoções e sentimentos, que em desequilíbrio são a causa primária das doenças da estrutura orgânica.

Resultado de imagem para Energia do reino vegetal...Download Fitoenergética – A Energia das Plantas no Equilíbrio da Alma (pdf) Gimenes, Bruno José

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Edward Bernays e a Engenharia do Consentimento…

Resultado de imagem para edward bernays livrosEdward Louis Bernays, foi um pioneiro austro-americano no campo das relações públicas e da propaganda, referenciado como “pai das relações públicas”. Combinou as ideias de Gustave Le Bon e Wilfred Trotter com as ideias psicológicas de Sigmund Freud, seu tio. Nascido em  Viena, Áustria, em 22/11/1891. Falecido em 09/03/1995. Tendo como Tios, Sigmund FreudAlexander FreudEmanuel FreudJulius FreudPhilipp Freud .

“A propaganda é o mecanismo pelo qual as idéias são disseminadas em larga escala, no sentido amplo de um projeto organizado para estender uma crença ou doutrina específica.” ~Edward Loiis Bernays.~

A Engenharia do Consentimento…

Em 2002 a BBC transmitiu uma serie de documentários a respeito da recepção e da aplicação das teorias de Sigmund Freud nos Estados Unidos e Grã-Bretanha. The Century of the Self pretendia expor de que maneira as ideias do fundador da psicanálise haviam sido exploradas não apenas por médicos e psicólogos, mas também por organizadores de campanhas e políticos, afetando a representação de democracia com noções como inconsciente, desejo e neurose. Segundo seu produtor, Adam Curtis, seria uma “serie sobre como aqueles no poder na América pós-guerra usaram as teorias de Freud sobre a mente inconsciente para sujeitar e controlar as massas”.

Com capítulos dedicados aos herdeiros da psicanálise no mundo anglo-saxão como Wilhem Reich e Anna Freud, além de contar com a participação periférica de outros psicanalistas importantes como Ernest Jones e Ernst Federn, a serie também apresentou um personagem geralmente desconhecido pelo publico não especializado: Edward Louis Bernays, sobrinho em segundo grau de Freud.

Em 1917, quando os EUA declararam guerra à Áustria e aos outros países da Tríplice Aliança [Primeira Guerra Mundial], Bernays foi convidado a participar do Comitê de Informação Publica, órgão criado pelo governo norte-americano com o objetivo de divulgar para a população o esforço de guerra em promover a democracia em todo o mundo. Com apenas 27 anos, ele integrou a comitiva que acompanhou o presidente Woodrow Wilson na conferencia de paz em Paris, atestando seu desempenho excepcional no contato com o publico.

No retorno aos EUA, Bernays se perguntou se a propaganda, tão efetiva nos tempos de guerra, poderia ser usada também durante a paz. Assim, chegando a Nova York passou a oferecer às empresas norte-americanas seus serviços de Relações Publicas [ Public Relations], profissão que ele recém inventara.

Bernays propunha que as Relações Publicas poderiam empregar as ideias da psicanálise na solução de problemas de consumo que surgiam na florescente sociedade industrial que brotava no pós-guerra.

Bernays fez os livros de Freud serem publicados como também se tornou um “agente” de Freud, promovendo e divulgando-os “fazendo-os polêmicos”, e tornando a psicanálise conhecida e aceita junto a sociedade norte-americana.

Os livros de Bernays, bem como os textos ditos sociológicos de Freud, passaram a ser lidos não apenas pelos grandes empresários e publicitários norte-americanos. Eles prontamente influenciaram jornalistas e intelectuais, e fomentaram discussões a respeito da capacidade das massas em participar dos processos políticos sem se comportar como uma turba incontrolável.

Bernays acreditava poder convencer as massas a abandonarem sua agressividade primaria e perseguirem um fim socialmente desejável, em um governo sintonizado com suas necessidades de consumo e de felicidade. Livrando as pessoas das frustrações diárias e controlando o desejo irracional por meio da “engenharia do consentimento”, os políticos e empresários eliminariam ao maximo as perturbações sociais, soterrando-as sob um constante bem-estar e prazer. Ele definiu esse modelo da sociedade como Democracity, a cidade verdadeiramente democrática, uma utopia da liberdade e do capitalismo.

Democracity foi apresentada ao publico na Feira Mundial de Nova York em 1939, na forma de um imenso edifício de forma esférica, na qual era exibida uma maquete futurista da sociedade norte-americana, elaborada pela General Motors. O evento foi um sucesso de publico, atraindo mais de 44 milhões de pessoas.

Muitas atuações de Bernays foram alvo de severas criticas. Suas obras, ademais, foram empregadas em diversos fins que o próprio Bernays não esperava. Ele teria ficado chocado, por exemplo, ao descobrir que Goebbels[ ministro da Propaganda de Hitler] lera Crystallizing Public Opinion – publicado em 1923- para planejar o extermínio dos judeus da Alemanha nazista e aumentar o apoio da população alemã a tal atrocidade.

Massa e Poder…

Massa e Poder é o título de um livro de Elias Canetti, onde pode-se ler o seguinte:

A Escravidão…

O escravo é uma propriedade como o gado o é, e não como uma coisa inanimada. Sua liberdade de movimentos lembra a de um animal ao qual se permite pastar e fundar algo como uma família.

O verdadeiro caráter de uma coisa é sua impenetrabilidade. Ela pode ser chutada e empurrada, mas é incapaz de armazenar ordens. A definição jurídica do escravo como coisa e como propriedade é, pois, enganosa. Ele é um animal e uma propriedade. É antes como um cão que se pode comparar um escravo. O cão capturado foi retirado de sua matilha: foi isolado. Está sob as ordens de seu dono. Abre mão de suas próprias iniciativas, na medida em que estas contrariem tais ordens, e, como recompensa por isso, é por ele alimentado.

Alimento e ordem possuem assim, tanto para o cão quanto para o escravo, uma mesma fonte – seu dono -, e, nesse sentido, não é totalmente inadequado comparar-lhes o status ao das crianças. O que, porém, os diferencia destas tem a ver com a maneira como administram as metamorfoses. A criança exercita todas as metamorfoses das quais, mais tarde, possa vir a precisar. Nesses exercícios, os pais a ajudam e, com os novos desafios, estimulam-na sempre a novos jogos. A criança desenvolve-se em muitas direções e, uma vez tendo adquirido o domínio sobre suas metamorfoses, é, como recompensa, acolhida numa categoria mais elevada.

Com o escravo acontece o contrario. Assim como o dono não permite ao cão caçar o que quiser, mas restringe o âmbito dessa caçada segundo o que melhor lhe aprouver, assim também retira do escravo as metamorfoses que este desenvolveu. O escravo não pode fazer isto ou aquilo; certos afazeres específicos, porém, ele tem de repeti-los, e quanto mais monocórdios estes forem, tanto mais seu senhor os destina a ele. Enquanto se lhe permite realizar os mais diversos afazeres, a divisão do trabalho não representa perigo para o modo como o homem administra suas metamorfoses. Mas, tão logo ele é restrito a uma única tarefa, devendo, ademais realizá-la com a máxima eficiência no menor tempo possível – ser, pois, produtivo -, o homem se torna aquilo que verdadeiramente se definiria como escravo.

Desde o principio, deve sempre ter havido duas espécies bastante distintas de escravos: uns atrelados exclusivamente a um único dono, como os cães domésticos, os outros reunidos feito os rebanhos no pasto. Tais rebanhos, certamente há que se considerá-los os mais antigos escravos do homem.

O desejo de transformar homens em animais constitui o mais forte impulso para a propagação da escravidão. Não há como superestimar a energia desse desejo, bem como a do desejo contrário: o de transformar animais em homens. Tão logo os homens conseguiram acumular tantos escravos quanto o número de animais em seus rebanhos, estavam lançadas as bases para o Estado e o despotismo, e não pode haver dúvida de que o desejo de transformar um povo inteiro em escravos ou animais faz-se tanto mais forte no soberano quanto maior o número de pessoas que compõem esse povo.

Devemos relembrar a citação de Edward Bernays no seu livro “Propaganda”:

“A consciente e inteligente manipulação dos hábitos organizados e opiniões das massas é um importante elemento na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este despercebido mecanismo da sociedade constituem  um governo invisível que é o verdadeiro poder regulador de nosso país… Nós somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias sugestionadas, largamente por homens de quem nunca ouvimos falar.  Isto é um resultado lógico do caminho em que nossa sociedade democrática é organizada. Vasto número de seres humanos devem cooperar desta maneira se eles tem que viver juntos como uma sociedade que funciona sem dificuldades… Em quase todo ato de nossas vidas diárias, tanto na esfera da política ou dos negócios, em nossa conduta social ou em nosso pensamento ético, nós somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas…que entendem o padrão de processo mental e social das massas. São eles que puxam os fios que controlam a mente do público.”

A influência de Edward Bernays, desde 1913, quando começou a atuar na política americana e inglesa e junto as grandes corporações americanas, é tão grande, que seria necessário escrever um livro apenas sobre este assunto. Ele escreveu diversos livros sendo um deles – Propaganda (1928) – disponível livremente na internet.

Ele foi considerado um dos homens mais influentes do século XX porém pouco se ouve falar dele.

Recomendo assistir os seguintes filmes:

Filme “The Century of The Self” dividido em 4 Partes

Legenda: Português / Nome em português: Filme O século do Ego

Parte 1: Máquinas de Felicidade.

Parte 2: A engenharia do consentimento.

Parte 3: Há um policial dentro de nossas cabeças. Ele deve ser destruído.

Parte 4: Oito pessoas bebendo vinho em Kettering.

As idéias de Edward Bernays foram ativamente aplicadas por grandes corporações americanas em especial aquelas ligadas a familia Rockefeller.

Os Rockfellers tiveram uma grande influencia nos rumos do ensino atraves do General Board of Education  e em especial na medicina dos Estados Unidos e Europa através da sistematização do ensino da medicina nos anos 1910 em diante.

No site Dr. Rath Health Foundation ( disponível em diversas línguas inclusive português), existe um histórico sobre esta influencia com acesso a diversos livros onde destacam-se:

The Crime And Punishment of I.G. Farben by Joseph Borkin…

Desde 1938 até 1946, Joseph Borkin foi o chefe da seção de Cartel e Patente da Divisão Antitruste do Departamento da Justiça em Washington e foi responsável pela investigação de guerra e pelos processos contra os cartéis dominados pela I. G. Farben.

Durante a guerra, publicou o Plano diretor da Alemanha que levou  a  Associated Press a dizer: “Joseph Borkin provavelmente sabe mais sobre a I. G. do que ninguém do lado de fora dela”.

Desde 1946, o Sr. Borkin praticou Direito em Washington e escreveu numerosos livros e artigos. É o presidente do Federal Bar Association’s Committee on Standards and Judicial Behaviour, conferencista na Escola  de Direito Catholic University e diretor da Fundação Drew Pearson.

IG Farben (abreviatura de Interessen-Gemeinschaft Farbenindustrie AG) (associação de interesses indústria de tintas SA) foi um conglomerado de empresas formado em 1925 e de certa forma mesmo mais cedo, durante a Primeira Guerra Mundial.

A IG Farben deteve um monopólio quase total da produção química na Alemanha Nazista. Durante seu apogeu IG Farben foi a quarta maior empresa do mundo, depois da General Motors, U.S. Steel e Standard Oil Company ( propriedade da familia Rockefeller) . Farben em alemão significa: “tintas”, “corantes” ou “cores” e inicialmente muitas destas empresas produziram tinturas, mas em breve começaram a dedicar-se a outros setores mais avançados da indústria química. A fundação da I.G.Farben foi uma reação à derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Antes da guerra, as empresas de tintas alemãs tinham uma posição dominante no mercado mundial, que perderam durante o conflito. Uma solução para reconquistar essa posição foi através da fusão.

A IG Farben consistia das seguintes principais empresas: AGFA, Casella,BASF, Bayer, Hoechst, Huels, Kalle e várias outras, menores.

Durante o planejamento da invasão da  Polonia e Checoslovaquia a IG Farben cooperou com os oficiais nazistas.

A IG Farben construiu uma fábrica para a produção de óleo sintético e borracha (a partir do carvão) em Auschwitz,  que foi uma pedra basilar no início da atividade da SS neste local durante o Holocausto. No auge, em 1944, esta fábrica fazia uso de 83.000 trabalhadores escravos. O pesticida Zyklon B, para o qual a IG Farben detinha a patente e que era usado nas câmaras de gás para o assassínio massivo, era fabricado pela Degesch (Deutsche Gesellschaft für Schädlingsbekämpfung), uma empresa detida pela IG Farben.

Dos 24 diretores da IG Farben acusados no Julgamento IG Farben perante um tribunal militar americano nos Julgamentos de Nuremberg, 13 foram condenados a prisão, entre 1½ e 8 anos. Outros diretores da I.G. Farben também foram julgados, mas os afiliados americanos da I.G. Farben e os diretores americanos da própria I.G. foram caladamente esquecidos; a verdade estava enterrada nos arquivos.” (Wall Street and the Rise of Hitler, Sutton, pg 33)

Devido à gravidade dos crimes cometidos pela IG Farben durante a Segunda Guerra Mundial, a empresa foi considerada demasiado corrupta para continuar existindo. A União Soviética aproveitou a maior parte dos ativos da IG Farben localizados na zona de ocupação soviética, como parte de seus pagamentos de reparação pelos danos da guerra. Os aliados ocidentais no entanto, em 1951, dividiram a empresa em sua versão original até as empresas constituintes. Atualmente só a AGFA, a BASF, Hoechst (Conglomerado Sanofi-Aventis) e a Bayer continuam existindo.

O livro de Borkin trata basicamente do relacionamento entre a Standard Oil ( dos Rockfellers) e a I.G. Farben ressaltando a aliança entre as duas firmado em 1925, com a I.G.Farben atuando no continente americano e a Standard Oil construindo refinarias na Alemanha, o que lhe permitiu acesso ao mercado europeu e suas colônias a nível mundial.

Outro livro citado no site dr Rath Health Foundation é:

Rockefeller Medicine Men – Medicine & Capitalism in America | by E. Richard Brown

Quando o livro foi publicado pela primeira vez em 1979, resultou ser um trabalho controvertido. Passando em revista a história da medicina desde 1962 até 1982, Ronald L. Numbers chamou-o “a história médica mais controvertida da década passada”. Parte da controvérsia gerada pelo livro vem da sua abordagem social e histórica da medicina. O corpo crescente de histórias sociais do serviço de saúde desafia a perspectiva do “grande médico”  que por muito tempo dominou a história da medicina.

No seu livro, E. Richard Brown descreve a  política econômica do cuidado de saúde, integrando material de várias disciplinas – economia, sociologia, ciência política, epidemiologia, história e política social

Os princípios de influencia e manipulação criados por Edward Bernays, aplicados amplamente pelas corporações ao longo da segunda metade do século XX, fizeram com que elas passassem a ter uma influencia muito forte nos governos de diversos países. Fonte

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Edward Bernays – Manipulando as massas…

“A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões organizados das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Aqueles que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante de qualquer país. Somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos são formados, nossas idéias são sugeridas, em grande parte por homens dos quais nunca ouvimos falar … em quase todos os atos de nossas vidas diárias, seja na esfera da política ou dos negócios, em nossa conduta social ou em nossa vida. pensamento ético, somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas … que entendem os processos mentais e os padrões sociais das massas. São eles que puxam os fios que controlam a mente do público, que aproveitam as velhas forças sociais e criam novas maneiras de ligar e guiar o mundo. ”(Propaganda, Edward Bernays)

Esta passagem foi escrita por Edward Bernays, sobrinho de Sigmund Freud e uma mente pioneira por trás da publicidade, da propaganda moderna e do campo das relações públicas. A influência de Bernays foi enorme. Apoiando-se fortemente nas idéias de seu tio, ele desenvolveu técnicas de manipulação altamente bem-sucedidas que ainda hoje são usadas não apenas pelas empresas para vender produtos de consumo, mas também pelos poderes que são, nas palavras de Bernays, “controlar e regimentar as massas”. (Edward Bernays)

Em seu clássico trabalho Psicologia do Grupo e A Análise do Ego, Sigmund Freud descreveu a psicologia de grupo como sendo “preocupada com o homem individual como um membro de uma raça, de uma nação, de uma casta, de uma profissão, de uma instituição, ou como um componente de uma multidão de pessoas que foram organizadas em um grupo em algum momento específico para algum propósito definido. ”(Sigmund Freud) Em outras palavras, a psicologia de grupo tenta entender como o comportamento, pensamentos e emoções de um indivíduo mudam quando torna-se parte de um grupo.

A tendência dos seres humanos para formar grupos foi selecionada em nosso passado evolutivo devido aos benefícios de sobrevivência que oferecia. Os seres humanos antigos que se organizavam em tribos eram mais propensos a sobreviver e se reproduzir nos ambientes hostis em que viviam. No entanto, com a ajuda de tecnologias modernas, os seres humanos hoje transformaram o ambiente de uma maneira que torna obsoleto o valor de sobrevivência da organização tribal.

Mas com isso dito, a força antiga e instintiva da organização tribal ainda paira na vida da maioria, com muitas pessoas hoje identificando e, portanto, estereotipando a si mesmas e aos outros com base em coisas como raça, classe, gênero, nacionalidade, religião ou partido político ou ideologia a que se adere.

Essa tendência continuada de se engajar na identificação do grupo é, de acordo com Bernays, uma função do senso ampliado de auto-importância que os indivíduos derivam da identificação com uma massa potencialmente poderosa. Assim como “o bando de lobos é muitas vezes tão forte quanto a força combinada de seus membros individuais” (Edward Bernays), o indivíduo também sente o poder potencial do grupo e obtém sentimentos de potência ao se identificar com ele.

Começando no final do século 19, vários pensadores, mais notavelmente Freud e Gustave Le Bon, tentaram entender por que as pessoas se envolvem em identificação de grupo e como a identificação de grupo afeta a mente e o comportamento de uma pessoa. Como Bernays observou, os insights que emergiram deste estudo chamaram a atenção daqueles em posições de poder que queriam expandir o controle das sociedades. Essas pessoas viam o potencial de tomar as idéias teóricas da psicologia de grupo e transformá-las em métodos práticos que poderiam ser usados ​​para manipular as massas de fora do olho do público – uma tarefa que formava a base do trabalho de Bernays em relações públicas. Como Bernays explicou em seu livro Propaganda :

“O estudo sistemático da psicologia de massas revelou … as potencialidades do governo invisível da sociedade pela manipulação dos motivos que acionam o homem no grupo … [esses estudos] estabeleceram que o grupo tem características mentais distintas daquelas do indivíduo e é motivado por impulsos e emoções que não podem ser explicados com base no que sabemos da psicologia individual. Então, a questão surgiu naturalmente: Se entendemos o mecanismo e os motivos da mente grupal, não é possível controlar e regimentar as massas de acordo com nossa vontade sem que elas saibam disso? ”(Propaganda, Edward Bernays)

Resultado de imagem para Edward Bernays – Father of Modern Propaganda filme legendado

O grande potencial de usar insights da psicologia de grupo para controlar as massas é parcialmente uma função do fato de que um indivíduo pode ser influenciado por um grupo ou multidão, mesmo quando fisicamente isolado. Como Bernays apontou em seu livro Crystallizing Public Opinion , uma multidão “não significa meramente uma agregação física de um número de pessoas … a multidão é um estado de espírito” (Cristalizando Opinião Pública, Edward Bernays). Na identificação de grupo, sua mente e comportamento serão alterados pela influência duradoura da psicologia de grupo, mesmo sem nenhum outro membro do grupo fisicamente presente.

Para entender como a tendência dos seres humanos de se engajar na identificação de grupos torna as massas manipuláveis, devemos nos voltar para uma das idéias de Freud que influenciaram fortemente as técnicas de manipulação desenvolvidas por Bernays. Em seu livro Propaganda, publicado em 1928, Bernays explicou:

“São principalmente os psicólogos da escola de Freud que apontam que muitos dos pensamentos e ações do homem são substitutos compensatórios dos desejos que ele foi obrigado a reprimir. Uma coisa pode ser desejada não por seu valor ou utilidade intrínseca, mas porque, inconscientemente, passou a ver nela um símbolo de outra coisa, o desejo pelo qual se envergonha de admitir para si mesmo. Um homem que compra um carro pode pensar que ele o quer para fins de locomoção … Ele pode realmente querer, porque é um símbolo de posição social, uma evidência de seu sucesso nos negócios, ou um meio de agradar sua esposa. ”(Propaganda, Edward Bernays)

O que Freud sugeriu é que muitas vezes há um divórcio entre os pensamentos conscientes, e sentimentos e desejos que não se encaixam na auto-imagem de alguém e que, portanto, são suprimidos. Esse fato, reconheceu Bernays, torna os seres humanos manipuláveis. Pois o que isso implica é que, se alguém pode projetar propaganda ou operações psicológicas que contornem as faculdades conscientes e racionais do indivíduo, visando emoções reprimidas e desejos ocultos, é possível levar as pessoas a adotar crenças e comportamentos sem que elas tenham consciência das motivações subjacentes que os levam adiante. Como Bernays explicou:

“… Os homens são em grande parte movidos por motivos que eles escondem de si mesmos … É evidente que o propagandista bem-sucedido deve entender os verdadeiros motivos e não se contentar em aceitar as razões que os homens dão para o que fazem.” (Propaganda, Edward Bernays)

É possível, embora muitas vezes difícil, que um indivíduo se conscientize dos motivos subjacentes que conduzem suas crenças e ações por meio de uma introspecção honesta e crítica. No entanto, uma vez sucumbida aos efeitos da identificação do grupo, essa introspecção crítica torna-se quase impossível. “Um grupo é extraordinariamente crédulo e aberto à influência”, escreveu Freud, “não tem faculdade crítica”. (Psicologia de Grupo e Análise do Ego, Sigmund Freud) Ao se identificar com um grupo, o indivíduo subordina a auto-análise e um busca criteriosa da verdade em favor da manutenção dos interesses e coesão do grupo. E com suas capacidades críticas enfraquecidas pela influência da psicologia de grupo, elas se tornam altamente suscetíveis a operações psicológicas destinadas a visar desejos e emoções reprimidos ou inconscientes.

Nos dias modernos, parece haver forças operando através da grande mídia e da cultura popular, que estão tentando aumentar a propensão do indivíduo a se engajar em certos tipos de identificação de grupo – ou seja, identificações que dividem a população em grupos conflitantes. Este fenômeno tem conseqüências potencialmente terríveis tanto para a estabilidade quanto para a liberdade de uma sociedade, pois permite que aqueles que estão no poder instituam a antiga tática de dividir e conquistar.

Em seu livro Os discursos sobre Lívio , Maquiavel observou que aqueles que detiveram o poder sobre a população há muito perceberam que uma população unida é sempre mais forte do que aqueles que a governam e, assim, remontando à antiguidade, os governantes procuraram “dividir os muitos e enfraquecer a força que era forte enquanto estava unida ”(Maquiavel) através do uso de“ aqueles métodos que promovem a divisão ”(Maquiavel)

Ao dividir uma população em linhas como raça, classe, religião, gênero ou preferência política, ou em outras palavras, em grupos naturalmente propensos a colidir, os efeitos da psicologia de grupo tornam o discurso e o debate racionais entre indivíduos nesses grupos separados extremamente improváveis.

“Cada grupo… considera seus próprios padrões finais e indiscutíveis, e tende a desconsiderar todos os padrões contrários ou diferentes como indefensáveis.” (Crystallizing Public Opinion, Edward Bernays)

Incapaz de resolver as diferenças de opinião através do discurso racional, grupos cujas estruturas de crença se chocam tendem a reverter para meios mais destrutivos em sua tentativa de derrotar aqueles que percebem como uma ameaça. Uma sociedade dominada por tais grupos é assim facilmente dividida em conflitos cada vez mais hostis e, como resultado, a população como um todo não só se enfraquece como Maquiavel apontou, mas seus olhos são desviados das ações daqueles que operam nos bastidores, que constituem, nas palavras de Bernays, o “governo invisível que controla os destinos de milhões” (Propaganda, Edward Bernays).

Embora não haja nada de errado em derivar um sentimento de pertencer com base nos pontos comuns que compartilhamos com os outros, é errado basear nossa identidade pessoal principalmente nos membros de nosso grupo. Em termos de nossa história evolutiva, é apenas recentemente que desenvolvemos a capacidade de nos tornarmos conscientes de nós mesmos como indivíduos, separados de qualquer grupo ou tribo . Este foi um desenvolvimento crucial na consciência, pois a existência de uma sociedade baseada em direitos individuais e liberdades individuais depende de uma população que desenvolveu essa capacidade de consciência individual ou, em outras palavras, de uma sociedade de indivíduos que se compreendem e trate os outros como indivíduos em primeiro lugar.

Como Erich Neumann apontou em sua obra clássica. As Origens e a História da Consciência, antes do desenvolvimento dessa capacidade de consciência individual;

“… o grupo e a consciência de grupo eram dominantes … [o indivíduo] não era uma entidade autônoma e individualizada, com um conhecimento, moralidade, volição e atividade próprios; funcionava apenas como parte do grupo, e o grupo com seu poder supremo era o único sujeito real. ”(História da Origem da Consciência, Erich Neumann)

Visto sob essa luz, a tendência atual dos indivíduos a se engajarem na identificação de grupo não é apenas um perigo para a liberdade e estabilidade de uma sociedade, mas também é uma regressão da consciência a um estado psicológico mais primitivo e, portanto, do ponto de vista da modernidade, uma tendência patológica que precisa ser superada. Ou como Freud colocou:

“Cada indivíduo… tem uma parte em numerosas mentes de grupo – as da sua raça, da sua classe, do seu credo, da sua nacionalidade, etc. – e ele também pode elevar-se acima deles até ao ponto de ter um pouco de independência e originalidade. ”(Psicologia de Grupo e A Análise do Ego, Sigmund Freud). Fonte

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LIVRO: PROPAGANDA DE EDWARD BERNAYS 

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A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões organizadas das massas é um elemento de importância numa sociedade democrática. Quem manipula este mecanismo oculto da sociedade constitui o governo invisível que possui o verdadeiro poder que rege o destino do mundo.

Quem nos governa, molda nossas mentes, define nossos gostos e nos sugerem idéias, são em grande parte as pessoas que nunca ouvimos falar.

Este livro, é o manual da indústria de relações públicas. Bernays é uma espécie de “gurú”.
Seu grande golpe que alavancou a sua fama na década de 1920, foi de conseguir que as mulheres pudessem fumar. Nessa época as mulheres não podiam fumar, ele criou várias campanhas para a Chesterfield. Conhecemos as técnicas: modelos e estrelas de cinema com cigarros na boca. Conseguiu um enorme êxito e se converteu em uma figura destacada e seu livro um autêntico manual da manipulação.

Noam Chomsky

Vamos então usar esse manual para entender melhor o sistema e usar as técnicas contra ele próprio.

O livro está em Espanhol, para lê-lo basta clicar aqui.

PROPAGANDA By EDWARD L. BERNAYS em Inglês

Planos Dimensionais de Consciência Espiritual…

Resultado de imagem para Planos Dimensionais de Consciência Espiritual...Os Planos Dimensionais de Consciência Espiritual…

Os Reinos do Espírito são dimensões ou planos distinguíveis por diferentes densidades e índices vibratórios. Das substâncias que eles contêm dentro de nossa atual consciência, existem 12 reinos infinitos. Vários nomes já foram usados por muitas pessoas para explicar o inexplicável e diferenciar entre essas Regiões de Freqüência. Os planos não estão acima nem embaixo um do outro, mas interpenetram-se e co-existem no mesmo espaço.

Dentro de cada densidade há uma grande variedade de dimensões, semelhantes a freqüências de rádio, onde você tem o livre arbítrio de escolher a estação ou índice de vibração de sua preferência. Isso não implica que uma densidade seja melhor que outra. Isso é fácil de entender se você pensar na água. A água existe em três estados: líquido, sólido e gasoso (vapor). A diferença é a taxa, ou índice de vibração, em que as moléculas estão se movendo. O gelo é a água desacelerada e o vapor é a água acelerada. E não se pode julgar que o vapor seja melhor que o gelo. Os dois são simplesmente estados diferentes assumidos pela água. Dimensões são simplesmente diferentes estados de ser, interligadas através da grade de luz holográfica, pulsando, emitindo incríveis movimentos de som, cor e forma. Respirando no constante Estado de Criação É útil termos uma imagem do universo criativo e sua estrutura.

Para aqueles que buscam a verdade, quanto mais expandido e estável o modelo, mais claro ele fica. A ciência oferece cosmologias “factuais”, enquanto as religiões e culturas desenvolvem seus próprios mitos. Este é o modelo extraterrestre – sua herança/consciência galáctica que apresenta a fonte, criação, dualidade. Seres de outras dimensões dentro de um contexto dimensional. Quanto menos densa a dimensão, maiores os paradoxos inerentes.

A Terra é viva e possui o conhecimento que você busca; e a sua consciência afeta o que a Terra revela. Onde estão as chaves para libertá-la e torná-la sua? A informação está guardada em pedras e ossos. A humanidade é codificada e, conforme você se desenvolve, segue um padrão de conhecimento oculto em seu interior. Os Antigos sabiam como preparar a pedra para armazenar conhecimento.

Os construtores de templos usavam geomancia natural e fluxo de energia de um local para guardar a informação total que conheciam: pedras são os ossos da Mãe Terra. Quando você visita antigos sítios sagrados, experimenta fórmulas para uma consciência mais elevada. Freqüente descobre o que deixou lá milhares de anos atrás. Visitando esses locais, o seu corpo é exposto a essas energias e acessa o código para evoluir. A Terra lê você enquanto você vive e respira Nela e Ela conhece o estágio de seu desenvolvimento e sua habilidade para aceitar responsabilidades. Não há como tapear nossa Mãe Terra! A Terra é um lugar excepcionalmente vital e Ela está revelando Sua própria essência a você; e você é capaz de perceber as chaves e se redefinir. Quando você se infunde de energia e renúncia e trabalha com intenção nas densidades mais baixas, literalmente envia relâmpagos de grande mudança por todo o globo.

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A 1ª Dimensão – Átomos e Moléculas – O Mundo Mineral A 1ª Dimensão é a mais baixa em termos de índice vibratório. Na Terra nós a conhecemos como os átomos, as moléculas e os minerais. Uma rocha pode estar se movendo mais lentamente do que estamos acostumados, mas também tem um tempo de vida mais longo e, por isso, não tem pressa!

A 2ª Dimensão – é simplesmente um outro passo que a Sagrada Consciência dá em seu índice de vibração e intento. Este é o plano das plantas, árvores, animais e insetos. Devemos nos lembrar de que tudo está vivo e tem uma inteligência que fala de todas as partes da existência. Foi a forma humana que se desligou das 12 faixas de DNA e sofre de amnésia quando chega a esse grau de comunicação. Os animais são muito mais brilhantes e espertos que os humanos. Eles sabem que não terminam quando morrem. Todos os que vivem na 2a dimensão nos foram dados como companheiros neste planeta e para semear a Terra com vibrações estelares. Cabe a nós comê-los ou não.

As plantas e os animais não se importam de serem comidos, se acrescentarem à nossa qualidade de vida e à deles. Eles possuem um senso intuitivo que os permite compreender seus papéis uns com os outros. Foram designados para ocupar este espaço chamado Terra para ensinar, mostrar e compartilhar o caminho conosco. Esta faceta da Criação raramente foi entendida, e dá clareza ao ditado: “Você é o que você come!”.

As formas deste plano são uma criação biogenética baseada nos genes que foram coletados de vários sistemas solares para ter um elo genético com a Terra e, portanto, a capacidade de ver e transmitir para o mundo. Alguns dos animais são usados como transmissores, como os golfinhos e as baleias. Quando você se aproxima de uma planta ou de um animal, eles sabem se está vindo em paz. Quando você permitir que essas formas se sentem em igualdade com você, então já estará pronto para sentar-se no Conselho nos Planos Superiores de existência.

A 3ª Dimensão – Realidade Física do Ser Consciente A 3ª Dimensão é onde a energia se coagula em uma massa densa e escura de matéria. Este é o plano do pensamento e da mente. O extrato mais denso desse plano contém nossos pensamentos mais materiais e mundanos. Por causa de nossa codificação/consciência planetária, identificamo-nos com a matéria e, portanto, também nos tornamos densos.

O universo permite a ilusão de Livre Vontade na 3ª e 4ª Dimensões, que nos dá a experiência de agirmos como santos ou demônios, ou algo entre os dois, por livre escolha. Os seres que acreditam que a 3ª é a única dimensão sofrem da ilusão de separação de seus espíritos. Os sentidos físicos não detectam o espírito, que está além da forma. Se não somos Um com o Espírito, então não podemos ser Um com os outros.

Esta dimensão de pensamento tem a habilidade para interpenetrar toda a vida, como um tipo, como um tipo de rio etérico. Ela não é confinada ao cérebro, que na verdade atua mais como um tipo de telefone, trocando estações para todos os pensamentos que o percorrem. Nossa habilidade para experimentar a beleza, ainda nessa densidade, mostra-nos que vivemos em um universo de amor. É por isso que, se pudermos entrar em contato com os extratos do mundo-mente, treinando as partes correspondentes do cérebro, como todos os que buscam já tentaram fazer, obteremos conhecimento inconcebível. A prática de Visão Remota tenta manusear essa prática holográfica.

Os humanos possuem um corpo composto do material do mundo do Plano Físico: um corpo contendo elementos químicos em estados líquidos, sólidos e gasosos. Esse corpo é interpenetrado por outro, conhecido como o Corpo Etérico, correspondente a ele. O corpo etérico constitui uma fina teia através da qual as forças de vida eletromagnéticas alimentam o corpo físico, vindo do universo exterior. A combinação desses dois corpos contém o conhecimento consciente das 12 dimensões. A vida do holograma sagrado no MUNDO MATERIAL. A 2ª Dimensão – O Reino Vegetal e Animal.

A 4ª Dimensão – A Verdade – O Plano Astral A 4ª dimensão é um plano cinza, polarizado, que abriga as forças da Luz e da Escuridão. A batalha entre o bem e o mal começa aqui. As formas podem naturalmente se metamorfosear no Plano Astral. Uma árvore pode facilmente virar um lobo. Isso acontece porque a ilusão de bom ou mau se manifesta aqui, e também por causa da extrema mutabilidade da forma, da desconfiança e medo que existem. Este plano é aquele da Vontade ou do espírito da vida e é a esta dimensão que pertence o “self”, o Ego. É o ego que usa os corpos físico, astral e mental como ferramentas com as quais alcança seus propósitos. Quando a mente, o corpo e o espírito estão completamente alinhados com a Vontade Divina e em harmonia e equilíbrio, um com o outro, você é onipotente e conquistou a matéria.

Após um treinamento cuidadoso, é possível deixar o corpo físico sob a tutela de sua teia etérica, e fazer uma viagem dimensional. Isso é chamado de viagem astral. Quando você quer retornar, recolhe-se novamente na carapaça externa de carne. Os xamãs são experientes nessa área, muitas vezes trazendo de volta informações que beneficiam a humanidade. Se a pessoa não for especialmente treinada e versada, o impacto do contato de volta com as densas vibrações da Terra pode ser tão forte que se rompe o fio da memória da jornada. Magia, viagem no tempo, karma, reencarnação, sorte, cirurgia psíquica, telepatia, espíritos desencarnados, encantamentos e, claro, viagem astral, todos se originam neste plano.

Os semideuses/deusas de muitas religiões vivem aqui. O inferno e o purgatório também são locais tetradimensionais. Incorporando os princípios desse plano, acentuamos a probabilidade da…

Na 5ª Dimensão, um indivíduo simplesmente se duplica até o(s) seu(s) destino(s). Viajamos movendo-nos através da porta no centro da estrela. Não voamos, pois esse movimento é semelhante ao tele-transporte. Voar é apenas um meio de transporte viável na 3ª e 4ª dimensões. Em muitas histórias de Ascensão, a Terra se transforma, junto com seus habitantes, em seu Corpo de Luz pentadimensional. Esse momento é quando Gaia fisicamente se transforma de um corpo material denso em um de luz. Uma estrela. A Terra atual muda e as antigas profecias são guias para esse provável futuro. Porém, a manifestação pentadimensional de uma estrela não é quente nem flamejante. É suave.

A 5ª Dimensão – Céu – O Plano de Luz Para a maioria das religiões, a 5ª Dimensão é o reino mais alto que uma alma pode alcançar. Espiritualmente, desde o início, ela é a última parada descendente na escada dimensional antes de entrarmos nos reinos das limitações. Reencarnamos aqui como seres estelares andróginos. Como vivemos em estrelas, temos corpos de luz luminosos. Essas formas etéreas não precisam de dor, que é o sinal de alerta fornecido pelos corpos físicos. Por isso, não há sofrimento físico. Nem sofremos qualquer tipo de separação porque experimentamos constantemente a união do Criador Mãe/Pai. Baseamos nossas ações inteiramente no amor, nunca no medo, pois o medo não existe neste nível. Somos incansáveis e vivemos vidas miraculosas.

A imortalidade é um experimental dado. Muitas vezes, em uma experiência de quase morte, uma pessoa viaja por um longo túnel. O túnel atravessa a escuridão (a 4ª dimensão) e termina em uma abertura brilhante de luz dourada e branca (a 5ª dimensão). Esse é o canal de nascimento da alma e a passagem ao céu. Viajamos pela aplicação da Vontade Divina. Não precisamos morrer para passar por essa experiência. A distância mais curta entre dois pontos não é uma linha reta ou curvada.

A 6ª Dimensão – Geometria Sagrada. Símbolos e Comunicação Muitas pessoas se referem à sexta dimensão como o plano do Ensinamento.

A intenção dessa dimensão/entidade, porém, não é ensinar, mas fornecer informações e os meios de transmiti-la em várias formas vibracionais. Toda linguagem, todos os símbolos e modelos começam aqui. É onde o universo despeja os moldes arquetípicos. Nesse nível encontramos os códigos astrológicos e genéticos. Ele também abriga os registros Akáshicos, os arquivos completos sobre tudo e todos. Essa dimensão intrigante é como um favo de dimensões dentro de dimensões dentro de dimensões. Você pode passar muitas vidas aqui e nunca conhecer o tédio. Os habitantes são astutos, espertos e estimulantes. Este é o plano da Geometria Sagrada.

A 7ª Dimensão – Vórtices Vivos Os seres da 7ª dimensão têm muitas formas. Alguns aparecem como fitas ondulantes de energia nas cores do arco-íris. Outros se parecem com teias de uma bela luz radiante. Quando esses místicos vórtices vivos projetam sua consciência em formas tri ou tetradimensionais, continuam a se mover e ondular. Sua ondulação, porém, não apenas vertical como os vórtices terrestres, mas horizontal, diagonal e para o passado e o futuro. “Girar” no espaço-tempo permite a coleta de informação atemporal. Nesse nível não vivemos em planetas.

Nossa atmosfera é um intenso campo de energia colorida. Uma de nossas atividades é explorar as outras dimensões, a serviço da Força da Evolução.

A 8ª Dimensão – Almas Grupais e Oceanos de Luz

Uma Alma Grupal é uma coleção de entidades que trabalham juntas como UMA unidade. Imagine que toda célula em seu corpo seja uma entidade consciente. Há “entidades-células” de fígado, coração, cérebro e sangue. Cada uma é única e tem uma função, mas estão todas em um corpo. Isso é semelhante ao funcionamento de uma Alma Grupal. Na realidade, Almas Grupais são ainda mais integradas que as células de nossos corpos.

Um exemplo melhor seria os pingos de água em um oceano, comunicando-se enquanto compartilham de hologramas reais. Como Almas Grupais, podemos canalizar em outras formas, em outras dimensões, se soubermos e mantivermos sua vibração específica. Grupo de oração e cura baseiam-se nessa interação mágica de Almas. O último avanço em comunicação interdimensional, conhecido como a Ciência do Espírito, é parte dessa consciência.

E uma floresta tropical inteira poderia ser o veículo (corpo) de uma Alma Grupal.

A 9ª Dimensão – A Criação de Forma e Hierarquias A 9ª dimensão é onde as consciências homogeneizadas da 10a dimensão/freqüência se arranjam em consciência planetária, estelar, galáctica, universal e dimensional. É a transição da não forma para a forma. Como entidades da 9ª dimensão, dizemos: “Vou assumir a forma de uma planta”… e o fazemos. Como consciência planetária/estelar/galáctica nossa forma passa por estágios evolucionários, assim como a forma humana.

Nos planetas tridimensionais existe o que chamamos de “matéria inorgânica”. Essa matéria age como veículo (corpo) da Consciência Planetária. Esse corpo gera gravidade, que é na verdade a manifestação tridimensional da força vital da 9ª dimensão.

A Hierarquia é evidente em toda a natureza. Da humilde folha de grama ao céu noturno forrado de estrelas. Algumas formas parecem mais espetaculares e vitais que outras, mas, na realidade, estão todas ligadas a uma parte essencial do todo. É aqui que os Poderes de Ser – nosso aspecto de nove dimensões estabelecem a estrutura hierárquica de comunicação e operação.  

Há também uma hierarquia de dependência. A humanidade precisa da Terra para desenvolver e sobreviver, mas o inverso não acontece. Do mesmo modo, a Terra depende do Sol para viver, mas o Sol pode viver sem a Terra. Um padrão que se repete em toda a evolução dimensional.

2.pngA 10ª Dimensão – A Verdade. O Universo e seus Parâmetros Essa dimensão é uma entidade consciente – um universo. Não é, porém, um universo de forma. Em numerologia, é a combinação de 1 e 0, representando a união do algo com o nada. Essa dimensão é como a casca externa do universo. Alem dela está o vazio.

Do ponto de vista da 11ª Dimensão, podemos ver bilhões de ovos cósmicos brilhando no nada do vazio. Dentro das cascas estão outras cascas progressivamente menores, cada uma representando uma dimensão. O centro sólido de matéria é a 3ª Dimensão.

Os seres da 10ª Dimensão são, essencialmente, as misturas puras do Grande Yin e Grande Yang. Esse é o campo unificado da consciência, conhecido como o Espírito Santo. O Cristo é apenas um dos bilhões de seres que compõem essa dimensão/entidade.

Como “DNA cósmico”, o universo contém todo o código do que deverá se desenvolver em sua vida útil, assim como você contém um duplo holográfico dentro de seu corpo físico.

Esse DNA tem aspectos tanto magnéticos quanto ativos. Em seu estado magnético, é o Plano Divino, O Que Será. Ativamente. É a força, a evolução que impulsiona o Plano Divino até a finalização. Chamamos a percepção na 10ª Dimensão de “Consciência Crística ou Cósmica”.

O Cristo é um ser que projetou Sua consciência em forma humana.

A 10a Dimensão é a Verdade Vida e é a Luz que existe dentro de tudo. É onde nosso Espírito ganha sua existência. Daí, podemos projetar nossa consciência em qualquer forma no Universo. É a energia da Intenção. E sempre, é o Caminho de Volta para Casa – nossa Consciência Galáctica e do Criador Original.

A 11ª Dimensão – A Semente e o Solo de Universos O Criador original manifesta o “material” para criar universos. Chamamos esse material de 11a Dimensão, ou seja, 1 + 1 combinados, duas energias distintas em fusão. São exatamente iguais e, no entanto, diferentes. Podemos entender uma dimensão como uma entidade, atribuindo-lhe qualidades de um ser vivo para que possamos ter um conceito de como as dimensões funcionam. Uma dessas entidades é puro yin em essência – o Grande Yin – e a outra é puro yang – o Grande Yang. O Grande Yin existe em toda parte e sempre – bem como o Grande Yang… até O Tudo o Que É dizer… “Venha Para Casa”. Ambos são onipresentes, com uma fina membrana separando um do outro. Dentro dos dois há o potencial para a co-criação de todos os espíritos, formas e universos. Do ponto de vista teológico, o Grande Yin é a Mãe – a Criadora – e o Grande Yang é Deus – Pai – o Criador. E do ponto de vista científico é o “Buraco Negro”.

A criação de um Universo Um Universo nasce quando uma semente – uma partícula do Grande Yang – atravessa a fina membrana que separa Yin e Yang. A atração do magnetismo em seu ponto supremo. A semente se funde com a partícula do Yin, criando um zigote que cresce rapidamente, a princípio. A ciência chama esse evento de “Big Bang”. Tecnicamente, porém, não é uma explosão, mas o crescimento rápido de um universo vivo.

Imagine que essa entidade Yin/Yang respira. A cada fôlego tomado, ela dá a luz a um universo. O primeiro momento de inalação representa o Big Bang. À medida que os pulmões da entidade se enchem, o universo expande. No meio do caminho, quando seus pulmões estão cheios, ocorre uma breve pausa. As criaturas que vivem no universo ficam em silêncio. E então começa a exalação, e o universo começa a retornar à fonte. Após o ciclo de respiração completo, a entidade da 11ª Dimensão repousa por um momento. Essa entidade, porém, é mais que humana e possui um número inimaginável de pulmões, todos operando simultaneamente, permitindo a existência infindável de universos, todos se espalhando ao mesmo tempo.

A 12ª Dimensão – O “Tudo o Que É” e Mais Não é possível visualizar a 12ª Dimensão. Em numerologia, o número 12 é 1 e 2 juntos. Representa a fusão da Unidade (1) e Dualidade (2). Em termos espirituais, é Tudo o Que É e Não É, e mais alguma coisa. Nos mundos galácticos, é a fusão de todas as realidades. No corpo humano é o acesso codificado a essa consciência divina através das 12 faixas de DNA. Esta dimensão inclui e excede todos os infinitos. Transcendendo qualquer definição, é sempre mais do que podemos imaginar e, portanto, infinito. Nada existe que não seja parte do todo.

Livro “O Grande Sol Central”, pg. 154, de Eustáquio Andréa Patounas. Reprodução é necessário citar a fonte. Livro registrado na Biblioteca Nacional.

Recodificação dos 12 filamentos do DNA…

Recodificação dos 12 filamentos de DNA ao entrarmos no Cinturão de FotõesRECODIFICAÇÃO DOS 12 FILAMENTOS DE DNA AO ENTRARMOS NO CINTURÃO DE FOTÕES…

A Ciência dos milagres e a Matrix Divina… Gregg Braden

É o poder do sentimento humano, que é a linguagem que abre a porta para as possibilidades daquilo que criamos no nosso mundo.” ~Gregg Braden~

Gregg é reconhecido internacionalmente como um pioneiro na ciência que liga sabedoria antiga e o mundo real. Por mais de 27 anos, Gregg tem explorado aldeias no alto de montanhas, mosteiros remotos e textos esquecidos para fundir seus segredos intemporais com a melhor ciência de hoje. Suas descobertas são compartilhadas em 33 países e 38 línguas através de livros inspiradores. Ao fazê-lo, ele redefiniu o nosso relacionamento com nossos mundos interiores e exteriores, ao compartilhar sua vida, afirmando mensagem de esperança. A Matriz Divina, seu best-seller de 2007, foi recentemente selecionada como fonte para o recurso feito para a televisão, “Entanglement”, e agora é um livro-texto para cursos de nível universitário explorando novas descobertas da ciência e da nossa relação com o mundo.

UMA INTRODUÇÃO AO CONCEITO DE GREGG BRADEN

A ciência já provou através da física quântica que somos energia e que estamos todos conectados através de nossa vibração.O Plenum Cósmico/ Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal e está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança Dele, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso. Somos seres espirituais eternos e não apenas seres perenes. Durante muito tempo achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo, era feito de matéria. Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo, então achava-se que o núcleo, que é muito pequeno, seria material. Esta idéia caiu por terra quando através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes, verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas uma energia condensada, não é matéria. Mas se tudo o que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então… No nível microscópio, nada é material, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos num universo de vibração e nossos corpos são feitos a partir da vibração da energia que emanamos constantemente.

A física quântica já foi apelidada de Física das Possibilidades, por nos dizer que tudo o que imaginamos encontra-se disponível como uma das possibilidades que vamos assimilar em nossas vidas. A partir desta perspectiva, nossos desejos baseados nos sentimentos deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado no mundo vibracional (quântico, atômico) das infinitas possibilidades. Ou seja, nada é impossível, quando temos um desejo sincero e este desejo torna-se parte das nossas possibilidades futuras no nível quântico e só precisamos sintonizá-lo. Só devemos “atrair” o que desejamos através do “pensamento”. Então, já que a ciência atual consegue provar através da teoria quântica que pensamento é energia, que toda energia tem uma vibração e que a vibração cria o mundo material, nossos corpos e todo o restante ao nosso redor foi e continua sendo criado através das nossas mentes coletivas. Também sabemos que a luz é uma fonte de energia, então cabe a indagação: a que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo. Vejamos o que diz Gregg Braden sobre tudo isso.

Assistam o vídeo, legendado em portugues, “A CIÊNCIA DOS MILAGRES”-IMPERDÍVEL

GREGG BRADEN E A MATRIZ DIVINA

“Assim como toda a vida provém de quatro bases químicas que criam nosso DNA, o universo aparentemente se fundamenta em quatro características da Matriz Divina que fazem tudo funcionar da maneira que funcionam. O segredo para usufruirmos os poderes conferidos pela Matriz reside em nossa habilidade de apreender as quatro memoráveis descobertas que a unem à nossa vida de um modo sem precedentes:

Descoberta 1:

Existe um campo de energia conectando toda a criação.

Descoberta 2:

Esse campo desempenha o papel de receptáculo, ponte e espelho para nossas crenças íntimas.

Descoberta 3:

O campo está em toda a parte e é holográfico. As partes estão ligadas entre si e cada uma espelha o todo em escala menor.

Descoberta 4:

Nossa comunicação com o campo se faz pela linguagem da emoção.

Está ao nosso alcance reconhecer e aplicar essas realidades, que são determinantes de tudo, da restauração de nossa saúde ao sucesso em nossas carreiras. No final das contas, nossa sobrevivência como espécie pode estar diretamente ligada à nossa capacidade e desejo de compartilhar práticas afirmativas de vida provenientes de uma visão do mundo quântico unificado. Para fazer justiça aos imensos conceitos decorrentes da Divina Matriz, escrevi este livro em três partes, cada qual cobrindo uma das implicações-chave do campo. Em vez de criar uma conclusão formal no final de cada parte, ressaltei os conceitos importantes sob a forma de um sumário em linha e chamei o conceito de “princípios” designados por um número (princípio 1, princípio 2, e assim por diante).

“Descobrindo a Matriz Divina, o mistério que une todas as coisas”, explora o duradouro sentimento humano que nos une ao campo de energia que liga todas as coisas; descrevi um único experimento que fez os cientistas recuarem cem anos na busca pelo mencionado campo unificado. Nessa seção, também comentei a pesquisa do século XX que foi responsável por avanços na física quântica e que levou os cientistas a examinarem mais uma vez o experimento original, pelo qual nos informaram que todas as coisas são separadas umas das outras. Isso inclui três experimentos(que veremos mais adiante) que são representativos e mostram a mais recente documentação sobre determinado campo de energia, não reconhecido anteriormente. Brevemente, os resultados demonstraram:

  1. O DNA humano exerce efeito direto na matéria que constitui o mundo.
  2. A emoção humana exerce efeito direto sobre o DNA que afeta a matéria que constitui o mundo.
  3. A relação entre as emoções e o DNA transcende limites espaciais e temporais.

Os efeitos são os mesmos, independentemente da distância. Pouca dúvida ainda haverá ao se chegar ao final da Parte I quanto à existência da Matriz Divina. Quer sua descrição seja feita de uma perspectiva espiritual ou científica, é claro que existe algo — um campo de energia que conecta tudo o que fazemos, somos e experimentamos. As questões lógicas então passam a ser formuladas assim: “O que fazemos com essa informação?” e “Como poderemos usar a Matriz Divina em nossa vida?” Gregg Braden

SERÁ QUE ESTAMOS CONECTADOS? REALMENTE CONECTADOS?

A ciência moderna está a ponto de resolver um dos maiores mistérios de todos os tempos. Provávelmente não vamos ter notícias sobre isso pelos “telejornais no horário nobre da televisão”, nem vamos ver manchetes noticiando o fato nos principais jornais. Mas, apesar de tudo, aproximadamente setenta anos de pesquisas na área da ciência conhecida como a “nova física” está apontando para conclusões irrefutáveis. Todas as coisas do mundo estão ligadas á todas as outras coisas. Quer dizer: realmente ligadas.Essa é a novidade que altera tudo e que abala, sem dúvida alguma, os alicerces da ciência como hoje a conhecemos. “Muito bem”, podemos dizer, “já ouvimos isso antes. O que torna essa conclusão tão diferente? O que realmente significa estar conectado?” Essas são ótimas perguntas e as respostas poderão surpreendê-los. A diferença entre as novas descobertas e o que acreditávamos anteriormente é que, no passado, simplesmente nos diziam que a conexão existia. Mediante frases técnicas como “sensível dependência das condições iniciais” (ou “efeito borboleta”) e por teorias sugerindo que o que é feito “aqui” tem um efeito “ali”, podíamos observar, de maneira superficial, a atuação da conexão em nossa vida. Os novos experimentos, entretanto, nos levam a um passo adiante. Além de provar que estamos ligados á tudo, as pesquisas agora demonstram que a conexão existe por nossa causa. Nossa conectividade nos dá o poder de ajeitar as coisas para que nos favoreçam, no que diz respeito à transformação de nossa vida. Para absolutamente tudo, da busca pelo romance à cura dos nossos entes queridos e à satisfação de nossas mais profundas aspirações, somos uma parte integral do que experimentamos todos os dias. O fato das  descobertas mostrarem que podemos usar nossa conexão conscientemente, abre as portas para nada menos do que a oportunidade de tirar partido do mesmo poder que movimenta todo o universo. Por meio da unidade que está no interior do seu corpo, do meu e do corpo de todos os seres humanos do planeta, temos uma comunicação direta com a mesma força que cria tudo, dos átomos às estrelas e ao DNA da vida.

No entanto, existe uma pequena armadilha: nosso poder para fazer isso está adormecido até que o despertemos. O segredo para acordar esse impressionante poder, é fazer uma pequena mudança no modo como estamos habituados a ver o mundo. Assim , com uma ligeira mudança de percepção podemos usufruir a mais poderosa força do universo para lidar com as situações aparentemente mais impossíveis de serem resolvidas. Isso acontece quando nos permitimos perceber de outro modo nosso papel no mundo. Como o universo parece realmente ser um lugar muito grande — quase vasto demais para que a gente pelo menos consiga conceber seu tamanho —, podemos começar por nos ver de outro modo no dia-a-dia. A “pequena mudança” de que precisamos ,consiste em começar a nos ver como parte do mundo, não como se estivéssemos separados dele. A maneira de nos convencermos de que realmente Somos Um com tudo o que vemos e experimentamos, é compreender como estamos unidos e o que a tal conexão significa.

Para usufruirmos da força do universo própriamente dito, precisamos nos ver como parte do mundo, não como se estivéssemos separados dele.Pela conexão que une tudo, a “coisa” da qual o universo é feito (ondas e partículas de energia) aparentemente quebra as leis do tempo e do espaço da maneira como estamos habituados a interpretá-las. Ainda que os detalhes pareçam mais algo ligado á ficção científica, eles são bem reais. As partículas de luz (fótons), por exemplo, já foram observadas como capazes de dupla localização — isto é, de se situarem, precisamente no mesmo instante, em dois locais diferentes separados por muitos quilômetros. Do DNA de nosso corpo aos átomos de todo o restante, as coisas na natureza parecem compartilhar informações com mais rapidez do que foi previsto por Albert Einstein para o deslocamento de qualquer coisa — mais rápidamente do que a velocidade da luz.

Em alguns experimentos, os dados chegam aos respectivos destinos até mesmo antes de deixarem seus locais de origem. Históricamente, acreditava-se que tais fenômenos fossem impossíveis, mas, aparentemente, eles não apenas são possíveis, como também podem nos mostrar algo mais do que simplesmente as interessantes anomalias de pequenas unidades da matéria. A liberdade de movimento que as partículas quânticas demonstram, pode revelar como o restante do universo funciona quando olhamos além dos conhecimentos da física. Conquanto esses resultados possam ser parecidos com algum enredo futurístico de um episódio de Jornada nas Estrelas, eles estão sendo observados agora, sob o escrutínio dos cientistas de hoje em dia. Individualmente, os experimentos que produzem tais efeitos são certamente fascinantes e merecem uma investigação mais detalhada. Considerados em conjunto, entretanto, eles também sugerem que nós podemos não estar tão limitados pelas leis da física quanto imaginávamos. Talvez as coisas sejam capazes de viajar mais rápidamente do que a velocidade da luz e talvez elas possam estar em dois lugares ao mesmo tempo. E se as coisas têm essa capacidade, será que nós também temos? Essas são precisamente as possibilidades que entusiasmam os inovadores de hoje e que mexem com nossa imaginação. É a associação da imaginação — a idéia de que alguma coisa possa ser como imaginamos — com a emoção que dá vida a uma possibilidade de que ela se transforme em realidade. A manifestação se inicia com o desejo de abrir espaço em nossas crenças para alguma coisa que por hipótese não existe.

Criamos essa “alguma coisa” pela força da consciência e da percepção. O poeta William Blake  reconhecia que o poder da imaginação era a essência da nossa existência, mais do que algo que simplesmente experimentávamos de vez em quando, durante nossos períodos de folga. “O homem é todo imaginação”, ele dizia e explicava: “O corpo eterno do homem é a imaginação, isto é, o próprio Plenum Cósmico/ Deus”. O filósofo e poeta John Mackenzie  explicava mais ainda nosso relacionamento com a imaginação, e sugeria que “a distinção entre o que é real e o que é imaginário não é algo que possa ser mantido detalhadamente (…) todas as coisas são (…) imaginárias” . Nessas duas descrições, os eventos concretos da vida devem primeiramente ser antevistos como possibilidades, antes de se transformarem em realidade. Entretanto, para que as idéias do imaginário de um momento no tempo se transformem na realidade de outro momento, deve existir algo que interligue ambos. De alguma maneira deve existir no tecido do universo a conexão entre fantasias passadas e realidades presentes e futuras. Einstein acreditava firmemente que o passado e o futuro estavam intimamente entrelaçados com coisas de uma quarta dimensão, e que formavam uma realidade que ele chamou de espaço-tempo. “A distinção entre o passado, o presente e o futuro”, ele dizia, “não passa de uma ilusão persistentemente obstinada”  . Dessa maneira, por meios que nós apenas começamos a compreender, concluímos estar conectados não sómente com tudo aquilo que vemos em nossa vida hoje, mas também com tudo o que já existiu, bem como com coisas que nem aconteceram ainda. E o que estamos experimentando agora, é o resultado dos eventos que ocorreram (pelo menos parcialmente) no âmbito do universo visível.

As implicações desses relacionamentos são imensas. Em um mundo onde um campo inteligente de energia conecta tudo, desde a paz mundial até as curas pessoais,e o que pode ter parecido mera fantasia e milagres antigamente, de repente se transforma em um acontecimento possível de suceder em nossa vida. Com essas conexões em mente, devemos começar a pensar em um modo de nos relacionarmos com a vida, com nossa família e até mesmo com nossos relacionamentos casuais de uma nova e poderosa perspectiva. Bom ou mau, certo ou errado, tudo, desde as mais leves e belas experiências da vida, até as ocasiões do mais horrível sofrimento humano, nada poderá mais ser considerado como obra do acaso. Claramente o princípio para a cura, a paz, a abundância e a criação de experiências, carreiras e relacionamentos que nos trazem alegria é a compreensão da profundidade da ligação que temos com toda nossa realidade.

BUSCANDO A MATRIZ

Em um passado não muito distante, os cientistas tentaram resolver o mistério da existência ou não de uma ligação nossa a um campo de energia inteligente, mediante a demonstração cabal da própria existência ou não de tal campo. Ainda que a idéia da investigação fosse boa, cem anos depois ainda estamos nos recuperando da forma pela qual esse famoso experimento foi interpretado. Como resultado disso, durante a maior parte do século XX, se algum cientista ousasse mencionar a existência de um campo unificado de energia interligando todas as coisas de um espaço que estaria vazio sem o tal campo, certamente seria alvo de chacota na sala de aula e arriscaria sua posição acadêmica na universidade. Com raras exceções, essa não era uma concepção aceita, nem mesmo tolerada, em discussões científicas sérias. Entretanto, nem sempre as coisas foram assim. Ainda que continue sendo um mistério essa conectividade no universo, têm ocorrido inúmeras tentativas de batizar tal fenômeno, de dar-lhe um nome como uma maneira de reconhecer sua existência. Nos sutras budistas, por exemplo, o reino do grande deus Indra é descrito como o lugar onde se origina toda a rede que interliga a totalidade do universo. “Muito distante, na morada celestial do grande deus Indra, existe um ninho maravilhoso feito por um ardiloso artesão de tal modo que ele se estende em todas as direções” . Na história do surgimento da tribo Hopi, diz-se que o ciclo atual do globo terrestre começou há muito tempo, quando a Aranha Avó emergiu no vazio do mundo. A primeira coisa que ela fez foi girar a rede que interliga todas as coisas e, por meio dela, criar o lugar onde seus filhos pudessem viver. Os que acreditavam, desde os tempos dos antigos gregos, no campo universal de energia interligando todas as coisas davam-lhe o nome de Èter. O Èter era considerado como a própria essência do espaço na mitologia grega, era descrito como “o ar respirado pelos deuses”. Tanto Pitágoras como Aristóteles  o identificavam como sendo o misterioso quinto elemento da criação, aquele que se seguia aos quatro primeiros tão conhecidos: fogo, ar, água e terra.

Posteriormente, os alquimistas continuaram a usar as palavras dos gregos para descrever nosso mundo — uma terminologia que persistiu até o nascer da ciência moderna. Contradizendo a visão tradicional da maioria dos cientistas de hoje em dia, algumas das maiores mentes da história não somente acreditavam na existência do éter, como levaram tal crença a um patamar superior. Diziam que era necessário que o éter existisse para que as leis da física funcionassem como funcionam. Sir Isaac Newton , o “pai” da moderna ciência, durante os anos de 1600 usou a palavra éter para descrever a substância invisível que permeava todo o universo, e que ele acreditava ser a responsável pela força da gravidade e pelas sensações experimentadas pelo corpo humano. Ele a imaginava como um espírito vivo, ainda que reconhecesse a falta de um equipamento adequado para validar sua crença nos tempos que vivia. Foi sómente no século XIX que James Clerk Maxwell, autor da teoria eletromagnética, veio a oferecer formalmente uma descrição científica do éter que interliga todas as coisas. Ele o descreveu como uma “substância material de espécie mais sutil que os corpos visíveis e que se supunha existir em regiões do espaço aparentemente vazias” . Muito recentemente, já no século XX, algumas das mentes científicas mais respeitadas ainda faziam uso da terminologia antiga para descrever a essência que preenche o espaço vazio. Imaginavam o éter como uma substância real e com uma consistência que o situava entre a matéria física e a energia pura.

Era através do éter, raciocinavam os cientistas, que a luz se movia de um ponto ao outro, navegando no que, se não fosse por ele, pareceria tratar-se de um espaço vazio. “Não posso senão pensar no éter, possível base de um campo eletromagnético com energia e vibrações, como provido de um certo grau de consistência, por mais diferente que possa ser de toda a matéria comum”, afirmou em 1906 o físico ganhador do prêmio Nobel Hendrik Lorentz .As equações de Lorentz foram as que deram a Einstein o instrumental para desenvolver sua revolucionária teoria da relatividade. Ainda que suas teorias parecessem prescindir do éter no universo, o próprio Einstein acreditava que alguma coisa seria descoberta para explicar como o vazio do espaço era ocupado, e afirmava: “O espaço sem o éter é inimaginável.”De uma forma semelhante ao modo de pensar de Lorentz e dos antigos gregos, que acreditavam ser essa substância o meio através do qual as ondas se deslocavam, Einstein afirmava que o éter era necessário para que as leis da física pudessem existir: “No espaço (sem o éter) não apenas seria impossível a propagação da luz, mas também não seria possível existir padrões para o espaço e o tempo” 8 . Embora por um lado parecesse que Einstein concordava com a possibilidade do éter, por outro lado ele advertia que o éter deveria ser considerado como energia no seu sentido mais usual. “O éter não pode ser imaginado como provido das qualidades características de um meio ponderável, como se consistisse de partes (partículas) que pudessem ser acompanhadas ao longo do tempo.” Assim, ele descrevia como conseguia manter a compatibilidade entre a existência do éter — mesmo levando em conta sua natureza não-convencional — e suas teorias. Ainda hoje, a simples menção de campo de éter provoca debates acalorados sobre sua possível não existência.

DO QUE É FEITA A MATRIZ DIVINA?

por Gregg Braden

Os experimentos mostram que a Matriz é feita de uma modalidade de energia que não se assemelha a nada conhecido no passado — e foi por esse motivo que os cientistas levaram tanto tempo para descobri-la. Conhecida como “energia sutil”, ela simplesmente não funciona da maneira que um campo elétrico convencional típico funciona. Em vez disso, ela tem a aparência de uma rede de malha bem apertada e forma o tecido da criação, o mesmo que denomino Matriz Divina.

Dentre as muitas definições possíveis para a Matriz Divina, talvez a mais simples seja pensá-la como sendo formada de três coisas básicas:

(1)- é o receptáculo dentro do qual existe o universo;

(2)- é a ponte entre nosso mundo interior e o exterior;

(3)- é o espelho que reflete nossos pensamentos diários, nossos sentimentos, emoções e crenças.

Existem mais três atributos que colocam a Matriz Divina em uma posição separada de todas as energias da mesma espécie. Em primeiro lugar, ela pode ser descrita como estando presente em toda parte todo o tempo ,então, ela já existe. Contráriamente à irradiação da TV ou da radioemissora, que deve ser criada em determinado lugar e ser transmitida para algum outro lugar, esse campo já aparenta estar presente em toda parte. Em segundo lugar, aparentemente esse campo surgiu juntamente com a criação do universo — com o Big Bang, ou seja lá o que tenhamos escolhido chamar de “o princípio”. Òbviamente, ninguém se encontrava por aqui para nos dizer o que havia antes, mas os físicos acreditam que essa enorme liberação de energia lançadora do universo no campo da existência foi o próprio ato da criação do espaço própriamente dito.

Como o Hino da Criação do antigo Rig Veda nos sugere, antes do começo “nem ao menos o nada existia, não havia o ar ainda, nem nenhum firmamento”. Como a existência do “nada” explodiu de “alguma coisa” do espaço, o que ficava entre o nada nasceu. Podemos conceber a Divina Matriz como um eco desse momento em que o tempo surgiu, como um elo feito de tempo e espaço nos conectando à criação de todas as coisas. É a natureza dessa conexão sempre presente que possibilita a não-localidade das coisas que existem dentro da Matriz.

A terceira característica desse campo, talvez aquela que o torna tão significativo para nossa vida, é a sua aparente “inteligência”. Em outras palavras, o campo responde ao poder das emoções humanas. Na linguagem de outros tempos, as tradições antigas fizeram o melhor possível para compartilhar esse grande segredo conosco. Inscritas nas paredes do templo, confinadas em pergaminhos gastos pelo tempo, firmemente estabelecidas na vida das pessoas, as instruções nos dizem como nos comunicar com a energia que conecta todas as coisas e que foram deixadas pelos que vieram antes de nós. Nossos ancestrais tentaram nos mostrar como curar nosso corpo e dar vida aos nossos mais profundos desejos e maiores sonhos. Sómente agora, aproximadamente 5.000 anos depois que a primeira dessas instruções foi registrada, a linguagem da ciência redescobriu as mesmas relações entre nosso mundo e nós mesmos.A energia descoberta nesses experimentos (e teorizada por outros) é tão nova que falta ainda aos cientistas concordar sobre um único termo para descrevê-la.

Portanto, existem muitos nomes diferentes que estão sendo usados para identificar o campo que interliga tudo. Por exemplo, Edgar Mitchell, o primeiro astronauta da nave espacial Apollo batizou-a de “a mente da natureza”. O físico e coautor da teoria das supercordas, Michio Kaku, descreveu essa energia como o “Holograma Quântico”. Conquanto esses sejam rótulos modernos para a força cósmica que se acredita responsável pelo universo, encontramos temas semelhantes, até mesmo palavras semelhantes, em textos criados milhares de anos antes da física quântica. Por exemplo, os evangelhos gnósticos que datam do século IV também usaram a palavra mente para descrever essa força dizendo como “do poder do Silêncio surgiu ‘um grande poder, a Mente do Universo, que dirige todas as coisas. Por mais diferentes que os nomes pareçam ser, todos, aparentemente, estão descrevendo a mesma coisa — a essência viva que é o tecido de nossa realidade.É a essa mente que Planck faz referência quando estava em Florença, na Itália, em meados do século XX. Durante a palestra que apresentou em 1944, ele fez uma declaração que muito provavelmente não foi nem mesmo completamente compreendida pelos cientistas daquela época. Em palavras proféticas, que seriam tão impactantes no século XXI como foram quando pronunciadas há tantos anos, Planck disse:”Na qualidade de alguém que devotou a vida inteira à ciência mais esclarecida, ao estudo da matéria, posso fazer a seguinte afirmativa como resultado de minhas pesquisas sobre os átomos: a matéria, como matéria propriamente dita, não existe! Toda matéria se origina e existe apenas em virtude da força que faz vibrar as partículas de um átomo e que consegue manter unido esse extremamente diminuto sistema solar. Devemos assumir que por trás dessa força existe uma Mente consciente e inteligente. Essa Mente é a matriz de toda a matéria”.

Sem sombra de dúvida, os experimentos e a discussão  nos mostram que a matriz de Planck existe. O campo que interliga toda a criação é real, ele existe independentemente de uma designação adequada ou de uma lei da física que explique seu funcionamento. Ele se encontra aqui neste exato momento, existe tanto quanto eu e você. É o universo dentro de nós assim como o universo que nos cerca, a ponte quântica entre tudo o que é possível em nossa mente e o que é real no mundo. A mesma matriz da energia que explica por que os três experimentos funcionaram daquela forma, também demonstra que os sentimentos positivos que se encontram dentro de nós são muito eficazes em torno de nós. Contudo, a nossa ligação à Matriz de toda a matéria vai além disso … ela continua em coisas que não podemos ver. A Matriz Divina está em toda parte e em todas as coisas. Toda matéria existe dentro do mesmo invólucro de realidade, do pássaro voando no céu às partículas cósmicas que passam através de nosso corpo e casa como se fôssemos espaço vazio: é a Matriz Divina. E o que preenche o vazio entre você, leitor, e as palavras desta página. É aquilo que constitui o próprio espaço. Quando se pensa sobre a Matriz e quando nos perguntamos sobre sua localização, podemos ficar tranquilos que onde quer que o espaço exista também estará presente essa energia sutil.

O QUE TUDO ISSO SIGNIFICA AFINAL?

Como um grande segredo do qual todos suspeitam ,mas raramente é alvo de conversas, pela Matriz Divina estamos todos conectados do modo mais íntimo que possamos imaginar. Mas o que significa essa conexão? Qual o significado de compartilharmos o espaço quântico puro onde vive a imaginação e onde a realidade nasce e de nos envolvermos tão profundamente com nosso mundo e com a vida de outras pessoas? Se verdadeiramente formos mais do que simples observadores casuais de nossa vida e o mundo “acontecer” em torno de nós, até que ponto poderemos “crescer” mais?Os experimentos anteriores demonstraram que dentro de nós existe um poder diferente de qualquer um já criado por máquinas de laboratório. É uma força que não é limitada pelas leis da física — pelo menos não pelas leis que compreendemos hoje. E não precisamos de um experimento de laboratório para que essa conexão exista.Quantas vezes telefonamos para alguém só para descobrir que essa pessoa já estava na linha quando tiramos o fone do gancho … ou quantas vezes discamos um número e depois descobrimos que a linha estava ocupada porque a mesma pessoa com quem queríamos falar estava ligando para falar conosco?

Em quantas ocasiões nos encontramos nos divertindo com amigos em uma rua movimentada, em um shopping ou no aeroporto, e somos assaltados pela estranha sensação de que já estivemos naquele lugar antes, ou com aquelas pessoas anteriormente, fazendo exatamente o que estamos fazendo naquele momento?

Ainda que esses exemplos simples gerem comentários divertidos, eles são mais do que circunstâncias aleatórias. Embora não possamos provar cientificamente por que essas coisas acontecem, nós todos sabemos que elas ocorrem. Em tais momentos de conectividade e déjà vu, nos encontramos, espontâneamente, transcendendo os limites impostos pelas leis físicas. Nesses breves instantes, somos lembrados de que provavelmente existe mais sobre o universo e sobre nós do que possamos conscientemente conhecer. Esse é o mesmo poder nos dizendo que somos mais do que simples observadores neste mundo. O segredo para nos experimentarmos nesse sentido é criar essas experiências intencionalmente — é ter percepções transcendentais quando bem desejarmos, em vez de apenas quando elas parecem “acontecer”. Com exceção de poucas pessoas com dotes especiais, aparentemente existem boas razões para não podermos estar em dois lugares ao mesmo tempo, fazer viagens através do tempo e nos comunicarmos mais rapidamente do que permitem as leis da física. Tudo se resume no que acreditamos sobre nós mesmos e sobre o papel que acreditamos desempenhar no universo.  Somos criadores — e mais que isso ainda, somos criadores e estamos interligados. Por meio da Matriz Divina participamos da constante mudança que dá significado à vida. A questão que se coloca diz menos respeito ao fato de sermos ou não observadores passivos, e refere-se mais à definição de como poderemos criar de forma intencional.

DNA E AS EMOÇÕES

Experiências e respostas do DNA em relação às nossas emoções – Por Gregg Braden

A seguir, três assombrosos experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e sua autocura em consonância com os sentimentos da pessoa.

EXPERIMENTO 1

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico. Nessa experiência começou-­se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição desses fótons e descobriu-­se que estavam distribuídos aleatóriamente dentro desse recipiente. Esse era o resultado esperado. Então, foi colocada, dentro do recipiente, uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Desta vez os fótons haviam se organizado em linha com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito não-­físico nos fótons. Depois disso a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons permaneceram ordenados e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.

EXPERIMENTO 2

Este experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Essas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nessa experiência, o doador era colocado em um local e submetido a “estímulos emocionais” provenientes de video-clipes que geravam emoções ao doador. O DNA era colocado em um lugar diferente de onde se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas), o DNA expressava respostas idênticas e ao mesmo tempo. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA coincidiram exatamente com os altos e baixos do doador. Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o mesmo resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão,o DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isso? Gregg Braden diz que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Essa energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Essa não é uma forma de energia localizada,é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

EXPERIMENTO 3

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: “Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA” . Esse experimento relaciona-­se diretamente com a situação e com o antrax. Nesse experimento, tomou-­se o DNA de placenta humana (a forma mais próxima de DNA) e colocou­-se em um recipiente onde se podia medir suas alterações; 28 amostras foram distribuídas em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores préviamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu relaxando-­se e seus filamentos esticando-­se. O DNA tornou-­se mais grosso. Quando os pesquisadores sentiram raiva, medo ou stress, o DNA respondeu apertando­-se. Tornou-­se mais curto e apagou muitos códigos. Você já se sentiu alguma vez “descarregado” por emoções negativas? Agora já sabe por que seu corpo também se descarrega. Os códigos de DNA conectaram-­se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço. Essa experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram respostas de imunidade 300.000 vezes maiores que as que tiveram sem eles. Assim, temos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor: mantendo-­se os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço. Essas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA.

Gregg Braden diz que isso ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Essa energia parece ser uma rede estreitamente tecida que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente essa rede de criação por meio de nossas vibrações. RESUMO ; que tem a ver os resultados dessas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que faculta escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça.

Como Gregg explica em seu livro “O Efeito de Isaías”, básicamente, o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro) mas é também profundidade. A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos sentimentos. É assim que criamos nossa realidade quando a escolhemos com nossos sentimentos. Esses sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação que conecta a energia e a matéria do universo.

Lembre-­se de que pela Lei do Universo atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. Se você focar em temer qualquer coisa, seja lá o que for, estará enviando uma forte mensagem ao Universo para que lhe envie aquilo que você mais teme. Em troca, se você puder se manter com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão e focar­se em trazer mais disso para sua vida, automaticamente conseguirá afastar o negativo. Com isso, você estaria escolhendo uma linha de tempo diferente com esses sentimentos. Pode-­se prevenir o contágio do antrax ou de qualquer outra gripe ou vírus, ao se permitir sentimentos positivos que mantêm um sistema imunológico extraordináriamente forte. Sendo assim, essa é uma proteção para o que vier. Busque algo pelo qual você possa estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos. Esta é a mais fácil e melhor das proteções que você poderá ter. Aliás, os mestres de sabedoria de todos os tempos sempre afirmaram isso que se comprova cientificamente hoje.

COMO DESCOBRIR O QUE OS SENTIMENTOS DE ATRAÇÃO DIZEM

Todos nós dominamos a arte de desistir de partes de nós mesmos, quando sentimos que no momento é uma medida necessária para nossa sobrevivência física ou emocional. Quando fazemos isso, é fácil nos vermos como “inferiores” e sermos iludidos pelas nossas crenças sobre o que restou. Para algumas pessoas, a compensação ocorre antes da percepção, sem que cheguem a compreender o que ocorre; enquanto para outras, trata-se de uma escolha consciente.Convido-o a mergulhar em si mesmo no momento em que encontrar alguém que lhe desperte um sentimento de proximidade e empatia. Algo de raro e precioso está acontecendo com ambos nesse instante: você acaba de encontrar quem guardava suas partes perdidas que você tanto procurava. Frequentemente trata-se de uma experiência de mão dupla, pois a outra pessoa sente-se atraída pela mesma razão. Usando seu poder de discernimento, você percebe que deve iniciar uma conversa. Comece falando sobre alguma coisa — qualquer coisa — para manter o contato pelo olhar. Enquanto fala, mentalmente proponha a si mesmo a seguinte pergunta: O que vejo nesta pessoa que perdi em mim mesmo, que desisti, ou que tiraram de mim?Quase imediatamente uma resposta surgirá em sua mente. Pode ser alguma coisa tão simples como um sentimento de realização ou algo tão claro como a voz interior que você reconhece e que tem estado desde criança em sua companhia. As respostas frequentemente são palavras simples ou frases curtas, e seu corpo saberá o que tem sentido para você. Talvez você simplesmente perceba algo de belo nessa pessoa de que você sente falta em si mesmo naquele momento.Trata-se de você encontrando uma parte sua em outra pessoa, algo que você tem, bem como o sentimento do que seria despertar alguma coisa assim no seu íntimo. Para os que têm a coragem de reconhecer o sentimento de familiaridade de tais encontros, o medo da perda,provávelmente,desaparece. Encontramos uma sensação de plenitude em nós mesmos quando os outros espelham em nós a verdadeira natureza deles. Coletivamente, estamos olhando para nossa plenitude, e criamos individualmente as situações que nos levam a encontrá-la; professores, pessoas mais velhas, jovens, pais e filhos ,o sexo oposto, todos são catalisadores de sentimentos.Nesses sentimentos encontramos as coisas que ansiamos ter em nós mesmos, o que ainda existe em nós, mas está oculto pelas máscaras do que acreditamos que somos. É natural e humano. A compreensão do que nossos sentimentos realmente nos contam a respeito dos outros, pode se transformar no mais poderoso instrumento para descobrirmos nosso potencial máximo.

NOTA E CONCLUSÃO

Quase universalmente, compartilhamos uma sensação de que existe mais em nós do que os olhos vêem. Em algum lugar, emergindo da névoa da memória coletiva de um passado distante, sabemos que temos poderes mágicos e miraculosos dentro de nós. Desde a época de nossa infância, fantasiamos sobre nossa capacidade de fazer coisas além da razão e da lógica. E por que não? Quando ainda somos crianças temos que “aprender” a regra de que milagres não são coisas que acontecem todos os dias. Os lembretes de nosso potencial miraculoso estão a nossa volta. De acordo com todos os experimentos e pesquisas, juntamente com a demonstração dos que transcenderam os limites de suas próprias crenças, acreditamos que a resposta seja sim.

Se as partículas das quais somos feitos podem se comunicar instantâneamente entre si, existir em dois lugares ao mesmo tempo, viver tanto no passado como no futuro e até mesmo mudar a história mediante escolhas no presente, então nós também podemos. A única diferença entre nós e aquelas partículas isoladas é que somos feitos de uma quantidade enorme delas, mantidas juntas graças à própria Consciência. A mística dos tempos antigos lembra ao nosso coração, e as experiências modernas têm comprovado perante a razão, que a força mais poderosa do universo vive no interior de cada pessoa. E que o grande “conhecimento secreto” da própria criação é: ter o poder de criar o mundo que imaginamos em nossas crenças. Ainda que isso possa parecer muito simples para ser verdade, acreditamos que o universo funciona precisamente desse modo. Se pudermos nos lembrar de que somos não só a obra de arte como também o artista que a criou, talvez então nos lembremos de que somos a semente do milagre, tanto quanto o milagre em si mesmo. Se pudermos operar essa pequena mudança, já estaremos curados na Matriz Divina.

Nós, da “Luz é Invencível” começamos mais esta série sobre cientistas da Nova Era, afim de trazer aos nossos leitores os pontos de vista mais atualizados com a nova Ciência Espiritual que está chegando ao planeta e que vai nortear/conduzir toda a Física,Medicina,Cosmologia e conhecimento sobre o Planeta e o Universo.Acompanhem as próximas postagens e conheçam os novos autores que estão revolucionando o conceito da vida humana no Planeta. Fonte

EQUIPE DA “LUZ É INVENCÍVEL”

Alguns livros de Gregg Braden

Bibliografia para consulta

  • 1 – A Matriz Divina – Gregg Braden
  • 2 – O Efeito Isaías – Gregg Braden
  • 3 – The Sciense of Miracles – Gregg Braden
  • 4 – O Código de Deus – Gregg Braden
  • 5 – Segredos de um modo antigo de rezar – Gregg Braden
  • 6 – Fractal Time – Gregg Braden
  • 7 – Awakening to  Zero Point – Gregg Braden
  • 8 – Verdade Profunda – Gregg Braden
  • 9 – O segredo de 2012 – Gregg Braden
  • 10 – Spontaneous Healing and Belief – Gregg Braden
  • 11 – The Turning Point – Gregg Braden

Nota; Alguns livros estão disponíveis em nossa Biblioteca Virtual