Passagem Quântica da Consciência para a Realidade Física…

Resultado de imagem para consciencia e realidadeNos domínios da Astrofísica, a noção de Princípio Antrópico Forte equivale à ideia de uma Consciência Universal, que se encontra num processo constante de criar universos e realidades.

Essa ideia surge com base no fato de que, para o universo ser obra do acaso, o formalismo matemático exige que ele exista já há 50 bilhões de anos, contra os 13,8 bilhões de anos conforme o modelo cosmológico do Big-Bang.

Se você estiver familiarizado com os textos sobre Universos Paralelos, então saberá que essa hipótese conduz matematicamente à ideia de uma consciência universal criadora, chamada de Princípio Antrópico Forte ou Designer Inteligente.

Essa Consciência Universal também se determina na consciência de cada componente do universo – um Pampsiquismo Spinoziano – em especial através das estruturas mais complexamente desenvolvidas, como o cérebro humano, por exemplo.  

Isso explica – o que os físicos  chamam de Colapso da Função de Onda – o poder que a consciência humana possui, através da observação,  de transferir a partícula da realidade quântica/ondulatória para a realidade  cósmica/corpuscular, forçando-a existir num único auto estado – assim perdendo a sua condição de Estado de Superposição- dotando-lhe de massa,  materializando-a na realidade física.   

Através do processo do Colapso da Função de Onda, a Mecânica Quântica inclui a consciência nos domínios da ciência, por meio do qual se constata que o conhecimento do universo é impossível sem a presença da mente humana. Esse é um fato historicamente admirável, pois, pela primeira vez, a Física se refere a um fundamento metafísico.

Porém, não devemos confundir substância mental com substância cósmica, pois através do processo do Colapso da Função de Onda – e outros processos conhecidos como Cadeia de Von Neumann, Efeito Zeno, Experimento da Fenda Dupla, por exemplo – a consciência revela-se ontologicamente superior à matéria/partícula.

Esse status ontológico superior da consciência lhe ajudará a compreender, por que nós ouvimos tantas coisas misteriosas sendo faladas, sobre esse tal de Emaranhamento Quântico.

Imagine uma Caixa de Pandora de onde é possível tirar qualquer coisa imaginável; o Emaranhamento Quântico funciona mais ou menos assim, onde tudo já existe numa realidade sem tempo e sem espaço, onde as coisas podem surgir do nada e desaparecer no nada, ir para o passado ou para o futuro. Pelos é isso que os físicos observam nas colisões entre partículas, que eles descrevem por meio da Teoria da Matriz S, fundamento matemático para o Modelo Padrão.

Agora vem o truque: isso é possível porque o Emaranhamento Quântico existe dentro da substância da Consciência Universal, com acesso livre para a nossa consciência individual, eis a contribuição da Ontologia para a Física Quântica!      

Diferentemente do Campo Quântico das coisas, o conteúdo do Emaranhamento Quântico não é vibração, mas uma realidade feita de formas, que são os princípios ou as essências das coisas: o Emaranhamento Quântico é o mundo das essências!

Portanto, a  Consciência está naturalmente correlacionada com os conteúdos do Emaranhamento Quântico, os quais, nesse esquema, são transferidos para o Campo Quântico através do Efeito Não-Local, onde então são transformados em vibrações, prontos para serem colapsados por algum processo de Observação ou Descoerência  Quântica. 

Resumindo:

No nível ontologicamente mais elevado está a consciência das pessoas, dissolvida na Consciência Universal ou Princípio Antrópico Forte, que um bocado de gente chama de Deus.

Num segundo nível está o Emaranhamento Quântico ou Mundo das Formas, espécie de almoxarifado ontológico, onde você vive simultaneamente diferentes histórias, inclusive a história do seu sucesso e da cura da sua doença, mas também a história dos seus males e dos seus fracassos.  

Resultado de imagem para a fisica não localNum terceiro nível ontológico está o Campo Quântico, um espaço metafísico em torno das coisas e das pessoas – que os físicos chamam de Espaço de Hilbert – pleno de vibrações sujeitas às Ressonâncias e seu consequente Colapso da Função de Onda.

Finalmente no nível ontologicamente mais denso, está a estrutura atômica molecular ou a matéria, captáveis pelos instrumentos da Física, formando o corpo físico, através do qual nós vivemos os nossos cotidianos fenomênicos captados pelos nossos sentidos.  

Através desse esquema agora você é capaz de compreender – sem precisar do misticismo ou da religião – como as coisas boas ou ruins começam na consciência e acabam na realidade física.

É você mesmo quem decide sobre o que vai ser transferido do Emaranhamento Quântico – onde o seu psiquismo positivo ou negativo ganha uma forma – para o seu Campo Quântico, para então a partir daí ser finalmente transferido para a sua realidade, através do Colapso da Função de Onda.

Aqui, o truque é não deixar coisas ruins surgirem em sua mente, pois automaticamente elas estarão correlacionadas ontologicamente com as suas formas existentes no Emaranhamento Quântico, onde então elas ganham um conteúdo formal e vão parar no seu Campo Quântico, em forma de vibrações, capazes de fazer ressonâncias com as vibrações do seu ambiente, que dependendo a sua Amplitude de Onda vão se materializar na sua realidade física. 

Na trama cerrada das nossas atividades e relacionamentos, ou na dinâmica psíquica do nosso comportamento, as vibrações do nosso Campo Quântico podem fazer ressonâncias com as vibrações do Campo Quântico das coisas, pessoas ou lugares, que dependendo do valor da Amplitude de Onda funcionam como gatilhos, para desencadearem fenômenos ou acontecimentos na nossa vida, coisas boas ou ruins.

@Osny Ramos

UMA NOVA ABORDAGEM DA EVOLUÇÃO
A CRIATIVIDADE BIOLÓGICA

Darwin fez um trabalho lindo e grandioso na compreensão do processo evolutivo dos seres vivos. Trouxe a idéia de que as aquisições de novas características biológicas dos seres vivos fazem parte de um processo de transformação lenta e gradual da forma. A forma evolui em uma continua e gradual complexidade, do simples para o complexo. Porém essa identificação da existência de uma flecha do tempo – do simples para o complexo – a teoria de Darwin não consegue explicar. O Darwinismo tem sua teoria baseada em dois pilares: 1 – Acaso, ou seja, as mudanças na forma e nas características biológicas ocorrem por uma modificação aleatória e sem propósito e, portanto, o fato de, por exemplo, o olho humano ser da forma como ele é hoje reflete apenas uma aleatoriedade escolhida pela Natureza sem nenhum propósito. A visão é uma conquista aleatória, sem finalidade teleológica. O difícil é explicar como a Natureza conseguiu selecionar as transformações graduais e lentas de um protótipo de olho para chegarmos na complexidade do olho humano de hoje. A teoria de Darwin não possui instrumentos para explicar o propósito dessas transformações. 2 – Necessidade, isto é, depois que ocorrem essas mudanças aleatórias através da mutabilidade genética (neodarwinismo) a própria natureza seleciona os mais adaptados para suprir a necessidade de sobrevivência. A idéia de sobrevivência é o único critério proposto para explicar a mundança e a evolução da forma. Nesse processo de acaso e necessidade os valores não são importantes. Qual a importância na teoria de Darwin de temas como o Amor, a Bondade, a Verdade, A Justiça, a Beleza e a Abundância? A teoria é baseada apenas em interações materiais e o difícil é explicar como interações materiais, movimentos moleculares, podem processar valores. A teoria de Darwin precisa fazer uma reconciliação com aspectos internos esquecidos da equação como sentimentos, pensamentos e intuições.

Para introduzirmos os aspectos internos em uma teoria integral da evolução necessitamos de novos modelos organizadores na biologia. Os modelos organizadores atuais baseiam-se, como dito acima, primeiro, no acaso e na necessidade e, segundo, na causalidade ascendente das interações materiais. O materialismo científico estruturou todo seu raciocínio tendo como base as interações materiais. Raciocínio esse desenvolvido ao longo de séculos através de gigantes pensadores, pesquisadores e experimentadores inquietos com questões que até hoje motivam os seres humanos em busca de autoconhecimento e compreensão das complexidades da vida. Porém, a ciência materialista aprofundou seu conhecimento sobre os constituintes da matéria e nesse aprofundamento encontrou o campo quântico, teia de interconexôes das partículas elementares que constituem o átomo, as ligações entre os átomos formam as moléculas que farão parte da constituiição das células vivas que, por sua vez, se reunirão em processos de simbioses e constituirão tecidos e órgãos e desse processo de causalidade ascendente surgirão todos os aspectos sutis e internos dos seres vivos como sua consciência, seus valores, seus pensamentos e seus sentimentos. Com esse algoritmo de raciocínio a ciência tenta compreender os aspectos internos dos seres vivos como subproduto – epifenômeno – das diversas interações materiais. Dessa forma, a consciência e seus constituintes internos: intuições, pensamentos e sentimentos não teriam nenhum poder causal sobre a matéria e ainda seriam subprodutos da mesma.

A física quântica traz uma oportunidade de reconciliação entre esses aspectos internos, esquecidos pela ciência materialista, e a biologia quando propõe a importância do observador em qualquer experimento científico. Experimento e observador fazem parte de um todo inseparável e (inter)conectado.

A física quântica entende os objetos do universo como ondas de possibilidades e sendo assim partículas elementares possíveis só podem formar átomos possíveis, átomos possíveis formam moléculas possíveis, moléculas possíveis formam células possíveis – incluindo neurônios – células possíveis formam cérebros possíveis e cérebros possíveis não são capazes de formar uma consciência com poder causal. Possibilidades só aumentam as possibilidades! Aqui surge a oportunidade de reconciliação entre biologia e consciência. Admitir que a consciência tem poder causal sobre as possibilidades materiais é admitir a causalidade de cima para baixo, isto é, a causação descendente. A consciência é a base do ser e é o fator não material, fora da jurisdição da mecânica quântica, capaz de colapsar a função de onda dos objetos materiais em algo real e manifesto.

O matemático John Von Neumann foi o primeiro a pensar na consciência como o fator capaz de converter as possibilidades quânticas em realidade e Amit Goswami aprofundou a compreensão dos princípios da física quântica tendo seu insight criativo de que a consciência é a base de tudo e possibilitando trazer para a biologia novos modelos organizadores e integrando esses modelos com uma ciência que resgata a consciência com poder causal e que, no final de tudo, é a grande protagonista no processo evolutivo.

Essa revelação foi um passo enorme na expansão e incorporação de novos modelos organizadores para a biologia e o trabalho do biólogo Rupert Sheldrake tem contribuído muito para tal expansão e incorporação. Os seus estudos referentes aos campos morfogenéticos como organizadores causal e transcendente dos projetos e moldes do corpo físico e seus órgãos são a chave para estabelecer uma comunicação entre o transcendente e o manifesto de forma descontinua e não local e, o mais importante, sem trocas de sinais.

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Ter a oportunidade de estudar e compreender esses campos morfogenéticos traz uma sensação de integralidade, pois resgata a possibilidade de compreensão dos sentimentos, compreensão da energia vital que foi descartada pela ciência materialista e pela biologia, que tem na molécula de DNA a única explicação para os aspectos sutis dos seres vivos. Agora surge a oportunidade de integrar esse conceito dentro da biologia para explicar o fenômeno da diferenciação celular ainda sem uma total compreensão coerente de como as células sabem o momento correto de se diferenciarem e, dessa forma, pedindo a existência de um corpo sutil onde estariam esses campos morfogenéticos e que coordenariam todo o processo de desenvolvimento embrionário.

Henri Bergson falava em um Elan VitalA medicina tradicional chinesa, a homeopatia, a acupuntura e todas as outras terapias que trabalham com a energia vital, com o Prana, com a Chi necessitam da energia vital para uma perfeita compreensão de seus fundamentos.

O fato de evitar ou negar a pesquisa nessa área deixa invalidada essas terapias e isso não seria uma atitude inclusiva e, sim, exclusiva. Os resultados desses tratamentos validam a sua prática e todas as pesquisas realizadas que adotaram a metodologia científica, com todos os seus parâmetros de objetividade forte, passaram no teste de falsificação e merecem nossa atenção e respeito.Entender as modificações que transformam a forma do simples para o complexo apenas com a biologia molecular traz paradoxos insolúveis. Admitir a biologia dentro da consciência expande as soluções e esclarece as lacunas fósseis. A teoria de Darwin compreende e valida muito bem a evolução contínua, gradual e lenta das modificações da forma ao longo dos evos, porém esbarra na validação do espaços descontínuos que aparecem na macroevolução.

A árvore da evolução e os registros fósseis, descobertos pelo trabalho árduo dos pesquisadores de campo da biologia e arqueologia, contribuíram para um perfeito entendimento do processo evolutivo. Mas, e as lacunas fósseis? E os intermediários na evolução das espécies? Para uma explicação dessas lacunas deveriam existir milhares e milhares de intermediários para uma validação da teoria de Darwin. Há, no processo evolutivo das espécies, períodos de evolução rápida e repentina, sem intermediários, Há uma descontinuidade. Essa é uma oportunidade para pedir ajuda mais uma vez para a física quântica que esclarece que, na intimidade da matéria, os elétrons, quando em órbita pelo núcleo, passam de uma para outra de forma também descontínua, um verdadeiro salto quântico, sem passar por etapas intermediárias.
O ser vivo, quando compreendido em sua totalidade e tendo a consciência como a base do ser, é capaz de converter possibilidades em realidade, é capaz também, dento de um processo de criatividade, de dar um verdadeiro salto descontínuo nas transformações rápidas que formam uma nova espécie em um verdadeiro exemplo de criatividade biológica.
Há um impulso evolutivo que segue um propósito e uma finalidade; se expandirmos nossa compreensão de que a forma física é apenas possibilidades de escolha da consciência surge uma oportunidade de aproveitar idéias controvertidas de Lamarck, o mais injustiçado biólogo de todos os tempos, na transmissão das características adquiridas.
As transformações para a aquisição de uma nova característica biológica ou um novo órgão que caracteriza uma nova espécie, ocorreriam em um processamento inconsciente onde haveria uma sobreposição de várias possibilidades e no momento apropriado haveria um insight repentino e o fruto desse insight seria manifestado no plano físico de forma descontínua, dando verdadeiros saltos que caracterizariam as lacunas fósseis identificadas pela ciência.
Há, portanto, a evolução lenta e gradual ao longo dos evos que a teria de Darwin consegue explicar com uma certa satisfação e há a evolução rápida e descontinua que caracteriza essas lacunas, essas etapas sem intermediários constatado na evolução biológica e que a física quântica traz uma contribuição valiosa na compreensão de que há dois mundos no processo evolutivo: o mundo das possibilidades e o mundo manifesto.

Isso realmente quer nos dizer alguma coisa, mas a biologia molecular e seu dogma do DNA – as informações sempre se transmitem apenas em um único sentido DNA – RNA – PROTEÍNAS – e não há uma comunicação no sentido inverso, ou seja, das PROTEÍNAS para o DNA. Esse dogma tem excluído qualquer possibilidade de estudo de novos modelos organizadores e a vida foi reduzida para o estudo da biologia molecular e ela não escuta e, não quer escutar, obscurecida pelo seu dogmatismo excludente, não conseguem ver que há uma possibilidade de comunicação no sentido inverso.

Os campos morfogenéticos de Sheldrake tem a capacidade de estabelecer uma comunicação entre o transcendente e o DNA abrindo uma oportunidade em pensar e pesquisar que esse próprio campo modelador e organizador pode coordenar as ações do DNA em direção as PROTEÍNAS e também no sentido inverso, isto é, receber as impressões do campo manifesto através da ações da consciência no mundo físico, nas diversas interações sociais, permitindo vivenciar as experiências compartilhadas que envolvem energias e vibrações na expressão dos sentimentos e pensamentos e que impregnam retrogradamente esses campos morfogênicos e assim permitem uma comunicação no sentido inverso ao dogma do DNA.

Temos agora a possibilidade de pensar: – Como nossas atitudes podem interferir na vida futura? Se nossas atitudes e ações têm a capacidade de comunicação no sentido inverso somos capazes de repensar a transmissão dos caracteres adquiridos de Lamarck. Esses moldes, agora modificados, podem interferir, quando em uma outra oportunidade de vivenciar o mundo manifesto, coordenando o processo de desenvolvimento embrionário. Isso lembra muito a teoria da reencarnação, mas abordarei esse assunto em outra oportunidade.

Temos uma comunicação entre os campos morfogenéticos e as moléculas do DNA em ambos os sentidos, ou seja, do transcendente (campo morfogenético) para o manifesto (DNA) e do manifesto para o transcendente. Essa comunicação entre transcendente e mundo manifesto a física quântica valida e afirma que a realidade sempre existe em dois domínios: Possibilidades e Fato manifesto e a consciência é a intermediária. Essa comunicação não utiliza troca de sinais e são validadas pelo conhecimento da comunicação não local, hierarquia entrelaçada e descontinuidade, as três assinaturas da causação descendente.

Vamos abrir um parênteses no raciocínio da evolução para algumas considerações sobre os genes. Há quem estude o comportamento humano como consequência das ações do gene a nível intracelular em uma disciplina denominada genética do comportamento. Acreditam que movimentos moleculares determinam nosso comportamento e nossas ações. É o determinismo genético!

Agora vem uma pergunta estonteante: Se os genes controlam nossa vida e nosso comportamento, quem controla os genes? Pois bem, essa pergunta nos faz pensar. Como colocar nossos valores, nossas intuições, nossos pensamentos e nossos sentimentos como controlados por movimentos moleculares – interações materiais – que a nível bioquímico teriam a capacidade de causar o sutil.

Todas as vezes que temos uma correlação entre grosseiro e sutil, ou melhor, quanto temos uma correlação entre átomos, moléculas, DNA (que são os aspectos grosseiros) e instinto, sentimento, capacidade de processar símbolos, emitir conceitos (que os aspectos sutis) é sempre o grosseiro quem causa o sutil. Quem disse que tem que ser dessa forma? Por que não pode ser o sutil quem causa o grosseiro? As tendências de correntes de pensadores, que acontecem agora após os princípios da física quântica estar sendo mais difundidos, são acreditar que a consciência exerce um papel fundamental na formação de qualquer realidade.

Não se pode admitir que a vida seja resultado de processos físico-químicos que ocorrem a nível celular. O ser humano é mais complexo e merece uma abordagem mais abrangente e mais integral. Tem-se que ir além de um contexto limitante fornecido pela ciência materialista que proporcionou significados equivocados por não conseguir explicar os valores. O mundo carece de valores. A humanidade necessita compreender seu potencial de criatividade para encontrar novos significados de valor e para isso é urgente a modificação de uma visão de mundo, uma mudança de paradigma que forneça um contexto que aumente as possibilidades para novos significados para que as soluções dos problemas que hoje ameaçam a sustentabilidade do planeta sejam manifestadas como uma verdadeiro salto da consciência.

Fechado os parênteses do determinismo genético, vamos continuar o raciocínio da evolução baseado no novo paradigma proporcionado pela física quântica. O que muda em nossas vidas se admitirmos realmente a existência de campos morfogenéticos que tem o poder causal na diferenciação celular no exercício de nossas funções biológicas? Muda tudo! Tem algo que sempre acompanha nossas ações e esse algo chama-se responsabilidade. Nossas escolhas são acompanhadas de responsabilidade. Se há, em um campo sutil, um manancial de vibrações e frequências que podem ser impregnados pelo também conteúdo vibracional de nossas atitudes isso gera um senso de responsabilidade maior por esses atos.

Vejamos um exemplo extremo:uma pessoa que comete suicídio com um tiro na cabeça. Se a vida for apenas fruto de uma determinação de nossos genes ela se encerraria com esse ato. Cessariam milhões e milhões de reações intracelulares, encerrariam a comunicação entre cérebro e corpo e a morte se instalaria. A morte como fim de tudo. A morte como encerramento do processo de vida. O fim. Que responsabilidade teria esse ser humano por ter cometido esse ato de extremo desespero se a vida se encerra com a morte? A resposta que surge no pensamento é nenhuma. Nenhuma responsabilidade pois ali se encerra tudo. Não há a possibilidade do sutil, não há possibilidade de existir uma consciência separada do corpo físico, pois essa consciência não tem poder causal algum sobre a matéria enquanto ser vivo.

Todas as intuições, todos os pensamentos, todos os sentimentos acabaram com aquele tiro na cabeça porque há somente o corpo físico comandado pelos genes e pelos movimento das partículas. Mas e se admitirmos que tudo aquilo que estamos aqui conversando sobre os corpos sutis, sobre a presença de um projeto, um molde dos campos morfogenéticos que se impregnam com nossos atos, que são capazes de exercer poder causal sobre a matéria e também serem influenciados pela matéria, por nossos comportamentos, muda nossa compreensão pela responsabilidade das ações que desenvolvemos no mundo de interações sociais.

Em nosso exemplo extremo, o tiro afetaria a energia vital, afetaria o molde desses projetos contidos nos campos morfogenéticos e esse ser assumiria a responsabilidade pelos seus atos. Compreenderíamos que a morte não significa o fim de tudo, a morte significa que a consciência perderia a possibilidade de colapsar a matéria, perderia a possibilidade de criar representações desses campos sutis, mas manteria suas intuições, manteria seus pensamentos e seus sentimentos estruturados funcionalmente em corpos sutis. Isso muda tudo!!

A biologia não consegue ainda diferenciar vida de não-vida. A biologia não consegue explicar as lacunas fósseis. A biologia não consegue validar cientificamente os valores porque interações materiais não processam valores.

A biologia vive uma incompletude. Se a evolução é um fato científico muito bem comprovado, então temos que compreendê-la e vivenciá-la em sua integralidade. Temos que compreender esses novos modelos organizadores da biologia e incorporá-los em nossos estudos sistematizados ao mesmo tempo que desenvolvemos uma atitude participativa e de cooperação e não de competição onde os mais fortes sobrevivem. Não, não somos competidores em nossa evolução, somos todos interconectados e seguimos o impulso evolutivo em busca da perfeição e felicidade e juntos todos nós temos que alcançar tal objetivo.

Vejam que viver corretamente, pensar corretamente, buscar uma vida com criatividade e novos significados faz sentido com os princípios que a física quântica tem nos fornecido e faz sentido também o fato de queremos transformar esse mundo e a nós mesmos pelos mesmos princípios, pois acreditamos que há algo mais, acreditamos que a nossa transformação é necessária nesse momento de transição e que queremos sim vivenciar nosso discurso, exemplificando e sendo o exemplo a cada instante porque temos uma atitude inclusiva e empenhados em educar as potencialidade de nosso EGO para fazer despertar a consciência latente; que queremos a cada dia conseguir uma expressão melhor da nossa consciência assumindo as responsabilidades de nossos atos pois a vida é um dom e jamais se encerra com a morte, muito pelo contrário, é ai que a jornada começa.

Temos tarefas urgentes em buscar a coerência entre pensar e sentir, modificando nossos campos morfogenéticos e deixando um patrimônio para todos nós da espécie humana quando conseguiremos conquistar os circuitos cerebrais das emoções positivas para expressar de forma instintiva a gratidão, a alegria, o perdão, a tolerância, a bondade, a justiça, a verdade e o amor fazendo uma verdadeira assimilação genética desses valores e iniciarmos uma nova etapa do processo evolutivo.

@Milton

Efeito não local & Forças e Energias Invisíveis atuando…

Imagem relacionadaSe você gosta de ler sobre Física Quântica, então certamente já ouviu falar sobre o tal do Efeito Não Local. Trata de um dos fenômenos mais extraordinários da Física Quântica.

A física antiga nos ensinou que causa e o efeito devem estar num mesmo âmbito fenomênico, ou seja, elas devem ser observadas ambas atuando num mesmo local. No âmbito da ciência nunca, a não ser os místicos, ninguém imaginou que algo pudesse atuar à distância e instantaneamente.

Então, aparece a Física Quântica com os seus fenômenos fantasmáticos e nos faz acreditar que, neste momento, aqui e agora, onde nós nos encontramos forças e energias distantes nos afetam, tanto o nosso corpo quanto o nosso psiquismo.

Se você fosse um físico então compreenderia o quanto é difícil para nós, aceitar esse tal de Efeito Não Local, pois isso coloca a realidade objetiva – essa mesma realidade com a qual nós fazemos ciência – no mesmo plano da realidade holística dos místicos. O Efeito de Não-Localidade  constitui uma ruptura com o Princípio da Causalidade e introduz na Física um fundamento metafísico.

Pense sobre isso: com base no Efeito Não Local, se você for um médico, por exemplo, durante o diagnóstico, você tem que considerar também como possíveis causas da doença, coisas com qual o seu paciente nunca entrou em contato na sua experiência fática. Coisas que não entraram no seu conteúdo vivido nem através do espaço nem através do tempo. Pior: coisas que ainda estão no futuro!  

Se você estiver planejando uma ação ou uma atividade, dando outro exemplo,  não são as coisas visíveis e mensuráveis da realidade física  que mais decisivamente contribuirão para o sucesso ou o insucesso dessa atividade ou ação: são os fatores invisíveis captáveis somente através de processo psíquicos ou  intuitivos, os chamados Intangíveis Quânticos. A novidade é que agora isso pode ser afirmado também no campo da ciência como uma verdade científica.

Num sistema quântico onde os estados das partículas ainda não foram definidos, ou seja, num sistema onde as partículas ainda não foram observadas, para se conhecer a natureza de uma partícula é necessário também conhecer a natureza das outras partícula presentes no sistema.  As partículas se comportam como se todas fossem apenas uma única partícula.

Com base no Princípio da Simetria os físicos acreditam que Isso também acontece na vida real. É nessa condição, quando os elementos se encontram interconectados e inter-relacionados, que nós e as coisas nos influenciamos mutuamente através de forças e energias invisíveis.  

Se cada um de nós soubesse controlar e utilizar essas energias invisíveis, então o Efeito Não Local poderia ser utilizado para nos conectar com as  pessoas e as  coisas necessárias para a concretização dos sonhos e projetos. 

O fato é que, na realidade humana, esse processo acontece praticamente todos os dias na vida das pessoas, promovendo encontros e construindo contextos favoráveis ou desfavoráveis aos seus sonhos e projetos, sem que elas saibam.  Pois é assim mesmo que funciona a realidade. Naturalmente!

Na medida em que cresce o conhecimento sobre a natureza da realidade quântica, o homem vai se informando melhor sobre o processo do Efeito Não Local atuando em sua vida, possibilitando-lhe direcionar as conexões quânticas e evitar aquelas que não contribuem para a concretização dos seus projetos.     

@Osny Ramos  / Ebook Física Quântica -Prof Osny Ramos

Assistam a Palestra do Professor André Luiz Ramos sobre o Pensamento, átomo e Consciência Não-Local:

Resumo da Mecânica Quântica, entenda melhor…

A mecânica quântica é o ramo da física que estuda os objetos em escala muito pequenas, e a física moderna é dominada pelos seus conceitos.

Durante o século passado, o mundo físico era explicado de acordo com os princípios da mecânica clássica, ou newtoniana. No entanto, no final do século, essa mecânica já não era suficiente para explicar alguns questionamentos que começaram a aparecer. Por isso, foram desenvolvidas as Teorias da Relatividade e da Mecânica Quântica.

A Relatividade é a teoria que descreve a física de objetos muito maciços e de alta velocidade, enquanto a Mecânica Quântica, ou Física Quântica, estuda a física de objetos muito pequenos.

Muitas das equações da mecânica clássica, que descrevem como as coisas se movem em tamanhos e velocidades no nosso cotidiano, deixam de ser úteis na escala de átomos e elétrons, que agora pode ser explicada pelos princípios da mecânica quântica.

1. As partículas são ondas, e vice-versa

Na escala macroscópica, estamos habituados a dois tipos de fenômenos: ondas e partículas.

As partículas ocupam determinado lugar no espaço, transportando massa e energia à medida que se movem. Já as ondas se propagam por todo o espaço, transportando energia à medida que se movem, mas sem massa.

Quando as partículas colidem, elas assumem trajetórias definidas, que podem ser calculadas por meio das leis de movimento de Newton. Já as ondas, quando passam por fendas, geram novas ondas, que ao colidir, podem se reforçar ou se anular.

Porém, na mecânica quântica, essa distinção entre ondas e partículas já não existe. Os objetos que normalmente vemos como partículas, como os elétrons, podem comportar-se como ondas em certas situações, enquanto objetos que normalmente pensamos como ondas, como a luz, podem comportar-se como partículas.

Assim, os elétrons podem criar padrões de difração de onda ao passar por fendas estreitas, assim como as ondas surgem em um lago quando jogamos uma pedra na água. Por outro lado, o efeito fotoelétrico (ou seja, a absorção de luz por elétrons em objetos sólidos) só pode ser explicado se a luz estiver como partícula.

Tais ideias levaram De Broglie a concluir que todas as entidades tinham aspectos de onda e de partículas, e que diferentes aspectos eram manifestados de acordo com o tipo de processo submetido. Isso se tornou conhecido como o Princípio da Dualidade Partícula-onda.

2. Tudo que podemos saber são probabilidades 

Quando os físicos usam a mecânica quântica para prever os resultados de uma experiência, a única coisa que podem prever é a probabilidade de detectar um dos possíveis resultados.

Por exemplo, se fizermos um experimento onde um elétron irá parar no lugar A ou B, ao fim, poderemos dizer que existe uma probabilidade de 17% de encontrá-lo no ponto A e uma probabilidade de 83% de encontrá-lo no ponto B. Porém, nunca poderemos dizer com certeza que o elétron definitivamente acabará em A ou em B.

Não importa quão cuidadoso seja o preparo de cada elétron, não poderemos saber definitivamente qual será o resultado do experimento. Cada elétron é uma experiência completamente nova, e o resultado final é aleatório.

3. A medição determina a realidade

Até o momento em que o estado exato de uma partícula quântica é medido, esse estado é indeterminado. Somente depois que a medição é feita, o estado da partícula será determinado, e todas as medidas subsequentes naquela partícula produzirão exatamente o mesmo resultado.

Esse é problema que inspirou o experimento de Erwin Schrödingerdo gato na caixa que pode estar vivo e morto ao mesmo tempo.

O experimento com uma fenda dupla confirma essa indeterminação. Até que a posição do elétron seja medido no lado oposto da fenda, ele poderá existir em todos os caminhos possíveis.

Uma partícula quântica pode e vai ocupar vários estados até o momento em que for medida, e após sua medição ela existirá em apenas um estado.

Imagem relacionada4. As correlações quânticas não são locais

Uma das consequências mais estranhas e mais importantes dessa física é a ideia de “emaranhamento quântico”.

Quando duas partículas quânticas interagem, seus estados irão depender um do outro, independentemente de quão distantes estejam.

Você pode segurar uma partícula no Brasil e enviar a outra para Portugal, e depois medi-las simultaneamente. O resultado da medição no Brasil determinará o resultado da medida em Portugal e vice-versa.

Resultado de imagem para a fisica não localA correlação entre esses estados não pode ser descrita por qualquer teoria local, na qual as partículas possuem estados definidos.

Esses estados são indeterminados até o instante em que um é medido, porém no momento em que os estados de ambos forem determinados, não importa o quão distante eles estejam.

Isso foi confirmado experimentalmente dezenas de vezes ao longo dos últimos trinta anos, com átomos pares, e cada nova experiência reforçou essa teoria.

Apesar da medida em Portugal determinar o estado de uma partícula no Brasil, o resultado de cada medida será completamente aleatório.

Não há como manipular a partícula portuguesa para produzir um resultado específico no Brasil. A correlação entre as medidas só será evidente após a ação, quando os dois resultados forem comparados, e esse processo deve ocorrer em velocidades mais lentas do que a da luz.

5. A física quântica é real

Apesar da mecânica quântica ter muitos recursos que desafiam nossa intuição clássica, como os estados indeterminados, medidas probabilísticas e efeitos não locais, ela ainda está sujeita à regras.

Por mais estranhas que sejam suas previsões, a mecânica quântica não contraria os princípios fundamentais da física. Ou seja, você não pode explorar os efeitos quânticos para construir uma nave que viaje na velocidade da luz, ou inventar a telepatia.

A mecânica quântica é uma ciência matemática rigorosa e precisa, e todo efeito que você ouve sobre ela é real e confirmado por experiências.

E onde encontro a física quântica no meu dia-a-dia?

A física quântica está ao nosso redor, e determina tudo sobre o mundo em que vivemos. O brilho vermelho no metal quando aquecido e a cor da luz de uma lâmpada de néon são devidos à natureza quântica da luz e dos átomos.

O próprio Sol é alimentado pela física quântica! Se não fosse pelo efeito quântico conhecido como “tunelamento”, o Sol não seria capaz de fundir hidrogênio em hélio, produzindo a luz que permite a vida na Terra.

Além disso, os computadores modernos que temos são construídos em chips de silício, que contém milhões de pequenos transistores. Sem entender a física quântica de como átomos e elétrons agem, seria impossível construir um único transistor, e muito menos milhões deles.

As redes de telecomunicações modernas, como a Internet, também dependem da Mecânica Quântica. Nelas, as informações são transmitidas por meio de pulsos de luz que viajam por cabos de fibra óptica. 

Esses pulsos de luz são produzidos por lasers de diodo, que usam pequenos chips de semicondutores para gerar feixes intensos de luz. A construção dos lasers que carregam a Internet seria impossível sem entender a física quântica dos semicondutores e a natureza quântica da luz.

Ou seja, muito da tecnologia que temos hoje em dia existe graças à Mecânica Quântica. Fonte

Processando o Inconsciente & Física Quântica, Memórias e Percepção…

Vamos buscar um entendimento sobre o paradoxo existente entre percepção e memória. Hoje em dia, baseado em novos parâmetros de observação pelo laboratórios de neurociências, podemos compreender como “construímos” nossas memórias. A memória é necessária para a percepção de um objeto.

Quando entramos em contato com qualquer objeto de nossa experiência, recrutamos uma série de informações dos padrões neurais existentes, até então, para perceber (percepção) o mesmo, identificando todas as características inerentes ao objeto. Podemos afirmar, então, que a percepção depende da memória. Pois bem, a percepção também é necessária para a “construção” da memória, caso contrário não teríamos lembranças dos objetos percebidos.

Como resolver esse paradoxo. Perceberam? Percepção exige memória e memória exige percepção. Temos um aparato de memória e um aparato de percepção. Qual a relação causal entre eles? Qualquer circularidade observada dentro da ciência é considerada um paradoxo.

A ciência materialista (interações materiais) admite a hierarquia simples como paradigma de estudo, orientando as pesquisas baseadas nesse critério de causalidade. A causalidade obedece um processo de causa e efeito onde um “poderoso chefão” é identificado (ou pelo menos há uma tentativa para tal). É assim que são as explicações causais dentro das interações materiais, isto é, partículas elementares formam átomos que formam moléculas, moléculas se reúnem formando células, células se reúnem formando órgãos (cérebro) que de suas atividades de interação por processos físicos e químicos produzem a consciência. É a famosa causação ascendente. Como a interação material pode causar algo que é sutil: a consciência, ou até mesmo os sentimentos e pensamentos. Como processos físicos e químicos dentro da biologia celular neural pode causar ou fazer emergir a consciência. Quem disse que tem que ser dessa forma?IMG_0625

Bom, além do campo filosófico que envolve tais considerações a ciência quântica pode contribuir para a solução desse paradoxo. Se admitirmos que é a consciência a base de tudo e não a matéria com suas interações matérias, o paradoxo se desfaz. Como? É o sutil que causa o grosseiro.

É o sutil quem coordena a forma. É o sutil, através dos campos de influência que organizam e se comunicam com a matéria e mantém a entropia dentro da ordem (entropia entendida aqui como a tendência de qualquer sistema em caminhar para a desordem). É o sutil, por intermédio da consciência (que também podemos chamar de espírito, alma, dependendo da religião em questão) quem escolhe as possibilidades da matéria e mantém a ordem do sistema. Estamos realmente invertendo, de forma radical, a causalidade. Ela é chamada pela nova ciência, ou ciência alternativa, de causação descendente.

O sentido não é apenas da terra para o céu, mas também do céu para a terra. Feito essas considerações filosóficas científicas, vamos aprofundar o raciocínio dentro da compreensão do que vem a ser as memórias sob o conceito do novo inconsciente com seu processamento inconsciente.

Lembrando que processamento consciente e processamento inconsciente estão dentro da consciência – base de tudo – essência do ser – o “eu” de cada experiência – o sujeito que testemunha tudo em qualquer observação. Podemos também nos referir a esses processamentos como mente consciente e mente inconsciente.

A neurociência cognitiva, atualmente, estuda justamente a mente-cérebro-comportamento. Cabe ressaltar que há muitas pesquisas atuais que buscam entender como essas “foças subterrâneas” coordenam e controlam a mente consciente.

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Vamos analisar a matéria da consciência. O cérebro possui áreas responsáveis pela memória. Houve uma época em que a ciência procurava a localização da memória no cérebro. Houve época onde a ciência ignorava os aspectos mentais e dedicava-se exclusivamente ao estudo do comportamento (Behaviorismo).

A metodologia científica apresenta falhas por ser realizada por seres humanos também falhos, mas ainda é um instrumento poderoso de investigação. Hoje observa-se que a ciência é a distribuidora oficial de verdades. Isso mesmo! A mesma posição assumida pela Igreja em épocas passadas. A igreja já foi a distribuidora oficial de verdades. Se você questionasse seus dogmas com outras idéias o destino era a fogueira!

Atualmente, a ciência não queima ninguém de forma literal, mas queima a credibilidade do investigador e o coloca em um ostracismo apenas por querer estudar esses aspectos sutis do ser humano, que por natureza, são repletos de vieses. Mas podemos utilizar da própria metodologia científica para estudar os aspectos sutis com algumas adequações. Pessoas sérias são desacreditadas. Bom seria se houvesse uma integração entre ciência e espiritualidade e essa é a proposta do novo paradigma proposto pela física quântica. Integração entre ciência e espiritualidade.

Explicar como aspectos transcendentes do ser humano podem e influenciam a matéria de que ele é formado. Esse entendimento passa pelo conhecimento e experimentos bem realizados, seguindo os padrões da metodologia científica, pela física quântica de onde emergiu os princípios quânticos que explicam a comunicação além da velocidade da luz (não localidade), que explica a causalidade além dos fatores envolvidos no sistema (hierarquia entrelaçada) e explica a descontinuidade e os saltos característicos do mundo quântico. Todos esses princípios são assinaturas da causação descendente e explica como a tendência natural a desordem (entropia) é revertida em ordem.

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Mente e cérebro indubitavelmente tem uma correspondência de interligação codependentes. A mente é capaz de moldar o cérebro. O que você pensa é representado no cérebro com a formação de redes neurais e explosão de vários neurotransmissores, que são rapidamente reabsorvidos e duram cerca de frações de segundos na fenda sináptica. É a linha de pesquisa atual dos behavioristas que usam o termo bio comportamental oriundo da integração da neurobiologia e as novas descobertas da neurociência explicando o comportamento, reforçando o movimento das moléculas produzidas e que determinariam esse comportamento. Há controvérsias!

Da mesma forma, modificações que ocorrem no cérebro são capazes de modificar a mente, permitindo uma modelagem da mesma. Como é feita essa representação no cérebro? A resposta está nos padrões das redes neurais e nas moléculas envolvidas no processo. A bioquímica e física envolvida nesses processos é de entendimento complexo, mas a cada dia uma nova luz é lançada e a compreensão torna-se cada vez melhor a cerca do processo de construção da memória. Pensemos um pouco em como é sintetizada a proteína envolvida na transmissão do impulso nervoso denominada neurotransmissor.

Quando falamos em neurotransmissores (Serotonina, Dopamina, GABA e etc) estamos mencionando as proteínas envolvidas na fenda sináptica que são responsáveis pelas conexões entre os neurônios e, consequentemente, pela transmissão e propagação da informação pela rede nervosa, estabelecendo uma comunicação entre as células nervosas e destas com outras células (muscular por exemplo) determinando a contração muscular e como consequência o comportamento. Um pequeno parenteses. Hoje há várias pesquisas sérias levantando a hipótese de poder existir um outro tipo de comunicação energética pelo corpo através do sistema conectivo ou tecido conjuntivo. Esse tecido é responsável pela conexão entre células e órgãos de diversos sistemas do corpo humano. Essa característica é observada no tecido conjuntivo pelo fato dele preencher espaços entre as células e tecidos, bem como órgãos. Fecha parenteses.

O novo inconsciente passa pela compreensão desses padrões neurais que representam as informações que caracterizam as experiências do ser humano. A teoria cognitiva e o novo inconsciente resgatam o estudo da mente e seus circuitos cerebrais que a representam. O que se passa na mente molda o cérebro e o que se passa no cérebro molda a mente.

20130110-185905.jpgIntuição, pensamento e sentimento são considerados objetos quânticos pelos princípios bem documentados da física quântica. Por serem objetos quânticos, não há como determinar posição e velocidade simultaneamente. Se você se concentrar no conteúdo do pensamento você perde informação sobre o direcionamento do pensamento e vice-versa. Não há como determinar simultaneamente ambos. Faça a experiência!! Pensamento assim como um elétron é uma onda de possibilidade. Tem o potencial de tornar-se realidade. Para que ocorra o colapso de onda da matéria do pensamento há necessidade do cérebro.

O pensamento é representado no cérebro através dos padrões e circuitos neurais e também dos neurotransmissores. Para não violar a lei de conservação de energia, a consciência escolhe simultaneamente os padrões neurais do cérebro com suas moléculas e surge a representação do pensamento com seu significado. É assim que construímos nosso sistema de crenças, assunto que vou abordar em outro post futuramente. Simples e complexo assim! Uma assinatura da causação descendente da consciência é a hierarquia entrelaçada onde algo fora do sistema é o verdadeiro poder causal escolhendo entre duas ou mais opções correlacionadas.

Mente e cérebro estão correlacionados. A consciência contém ambos. Como a consciência escolhe o processamento inconsciente e o consciente não há violação da lei de conservação de energia. O mesmo raciocínio pode ser estendido para os sentimentos. Nesse caso, podemos entender as moléculas da emoção: receptores opióides e neuropeptídeos. Entender as pesquisas de Damásio, segundo a contribuição da física quântica, traz uma nova luz na regulação da vida. Uma enorme quantidade de informações inconscientes são organizados por campos sutis – campo morfogenético – presente em um outro campo superior – corpo vital – o movimento da energia vital dentro do corpo vital é o sentimento.

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Campos dentre de campos. Assim é o comportamento da evolução. Aumento da complexidade da forma observada na evolução obedece a esse princípio: campo dentro de campo. Átomos dentro de moléculas. Moléculas dentro de células. Células dentro de órgãos. Órgãos dentro de organismos. Campos dentro de campos. A energia envolvida no processo obedece a um “envelopamento” diferente porém ao mesmo princípio de campo dentro de campo.

A energia densa dos átomos são “envelopados” dentro das moléculas e emerge uma nova energia que sustenta a forma da molécula e agora mais sutil quando comparada a energia densa do átomos. A medida que a forma se torna cada vez mais complexa, a energia se torna cada vez mais sutil. Basta isso no momento, para compreender a dinâmica da evolução.

A essência presente em todos nós evolui e ainda vou mais adiante, essa essência tem novas oportunidades de experimentação (reencarnação) para que a individualidade do ego eduque suas potencialidades e nesse processo de educação alcance mais sutilezas energéticas capazes de serem representadas no cérebro durante o período que aqui vivemos. Essa seria a teoria da consciência egoísta! Uma crítica sutil ao gene egoísta de Dawkins. Só que é um “egoísmo altruísta”, isto é, tem um propósito!

A consciência deve buscar representar cada vez mais aspectos de ondas de possibilidade de alta teor vibratório (alta frequência e alta amplitude) para que energias cada vez mais sutis possam ser expressas no comportamento. Quem sabe o amor incondicional entre as pessoas não esteja nessa categoria (alto teor vibratório) e estejamos engatinhando para representá-lo em nosso comportamento. Sei que isso pode parecer tudo muito complexo e de difícil entendimento em um primeiro momento, mas aos poucos e com empenho e vontade vamos vencendo dificuldades teóricas e técnicas e realizando experimentos cada vez mais esclarecedores para que a reencarnação seja um dia reconhecida como uma lei biológica. E o mais importante, saber utilizar esse conhecimento para que o comportamento reflita tal entendimento.

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Estamos construindo memórias! Para compreendermos a construção dessas memórias precisamos entender a especialização que há em nossos hemisférios cerebrais – esquerdo e direito – e a importância dessa especialização na divisão de tarefas e como o processamento inconsciente atua utilizando-se de ambos simultaneamente.

Vale ressaltar que várias pesquisas dentro da neurociência considera que talvez a lateralização tenha sido um dos elementos cruciais na expansão das faculdades mentais que nos tornam humanos. No entanto, um efeito colateral dessa configuração pode ter sido a complexificação das relações entre processamento consciente e inconsciente, por meio da evolução de um módulo, o INTÉRPRETE, cuja missão é unificar nossa experiência subjetiva construindo um roteiro explicativo internamente coerente.

A conquista atual do cérebro, construído pela evolução criativa da consciência através dos séculos e séculos, mostra que ele é composto por uma coleção de módulos especializados que foram conquistados resolvendo-se vários problemas complexos que apareceram durante essa evolução.

Esse “intérprete” – hemisfério esquerdo – busca explicações sobre as razões pelas quais os eventos ocorrem. Nesse processo, preenchem lacunas construindo narrativas fictícias ao reprimir informações, racionalizar e distorcer os fatos para reduzir a dissonância. Assim, o intérprete produz os mecanismos de autoengano e representações equivocadas da realidade, isto é, cria a sua realidade equivocada. Por essa razão, insisto que há necessidade de um “mergulho” nas memórias implícitas, pois as mesmas podem ter sido construídas com autoenganos e terem sido editadas de maneira a satisfazer a realidade criada ou cocriada. A meditação também se torna uma ferramenta poderosa para compreender os temas que alimentam os significados.

Campos morfogenéticos

A regulação da vida, como analisado no post anterior, é praticamente entregue ao processamento inconsciente, que reflete uma “inteligência” por detrás desses fenômenos do inconsciente.

Não podemos insistir no equívoco de reduzir tudo às moléculas como se elas soubessem tudo sobre as circunstâncias da vida. Do meu ciúme, das alegrias, da felicidade, da raiva, do ódio, do rancor e etc. Elas representam os aspectos internos da consciência, considerados sutis. Esses aspectos estão em uma campo de organização e influência também sutis – campos morfogenéticos – que sobrevivem após a cessação do corpo físico. Essa ciência alternativa, por assim dizer, está longe de ser aceita pelos establishment da ciência convencional materialista, mas caminha a passos largos para se estabelecer como um novo paradigma capaz de explicar e possibilitar a modificação e transformação da alma humana (consciência). Caso contrário, observaremos a separação e o dualismo naturalista envolvido nas explicações “milagrosas” da ciência materialista buscando incansavelmente o sutil como resultado das interações e movimentos das moléculas e distanciando cada vez mais a ciência e o ser humano da sua natureza espiritual.

As pesquisas científicas são muito importantes, quero deixar isso bem claro. Porém há uma supervalorização do hemisfério cerebral esquerdo e falta uma integração. Onde está localizada a memória? No hipocampo? No córtex parietal inferior? O que há lá de especial capaz de armazenar uma informação por um curto período ou um período maior de tempo? Neurônios? Neurotransmissores? Células da memória? Qual o substrato biológico material envolvido no processo de memória?

A teoria do novo inconsciente vem fornecendo uma nova abordagem desses aspectos, apesar de estar longe da compreensão da consciência. Mas já é um início. Como construímos nossos padrões de escolhas? Como construímos nossas memórias que acabam influenciando na forma como percebemos o mundo e até mesmo na forma como adquirimos o conhecimento das coisas? A verdade é que construímos nossas crenças em uma interação dinâmica com o ambiente (que fornecem os estímulos) e, somente depois, realizamos o fortalecimento delas.

O Intérprete do hemisfério esquerdo cria as histórias coerentes para manter essas crenças. Temos memórias. Temos percepções. Temos processamento consciente. Temos processamento inconsciente. Temos a vida a disposição! Acreditar na imortalidade da alma talvez seja mais uma crença dentro do sistema de crenças existente. Porém, ela é capaz de causar modificações profundas no comportamento e a transformação necessária para que os valores sejam novamente respeitados nesse Planeta.

@Milton

Uma única partícula existe em múltiplos estados…Como é Possível?

Imagem relacionadaCientistas observam como uma única partícula existe em múltiplos estados…

”Matéria”: é do que átomos e moléculas são feitos no nível material-físico, é o que forma todos os objetos físicos, é tudo que nos permeia e qualquer coisa que contenha massa e volume. Quando os cientistas tentam obter uma melhor compreensão da natureza da nossa realidade, é para a matéria que eles olham. Entretanto, quando se observa a matéria no menor nível possível, eles são deixados com mais perguntas do que respostas.

Isso ocorre graças ao fato de que um minúsculo pedaço de matéria como o fóton, ou eléctron poderem existir em múltiplos níveis e estados (como uma “onda”), mesmo através de uma única partícula.

Resultado de imagem para unica particulas em multiplos estadosHá várias pequenas partículas dentro de uma única partícula. 

“Nós escolhemos examinar um fenômeno, o qual é impossível, absolutamente impossível de explicar em qualquer forma clássia, e o qual tem seu coração na mecânica quântica. Na realidade, ele contém o mistério único”  (1) Richard Feynman, um dos laureados vencedores do Prêmio Nobel do Séc. 20

É importante considerar a noção de que o nosso mundo material é guiado por propriedades não físicas, da qual a consciência e sua ideia é melhor ilustrada pelo experimento da fenda dupla.  

Como pode uma única parte de matéria existir e se expressar em múltiplos estados? Além disso, como ela escolhe o caminho, dentre milhares de possibilidades, qual ela seguirá? Nesse experimento, pequenas partes de matéria (fótons, elétrons, ou qualquer pequeno objeto atômico) são lançados através de uma tela que possui duas fendas. No outro lado da tela, uma câmera ultra tecnológica grava onde o fóton passa. Quando os cientistas fecham uma das fendas, a câmera nos mostra um padrão esperado, como pode ser visto no vídeo abaixo. Mas quando ambas as fendas estão abertas, um “padrão de interferência” emerge – e elas começam a agir como onda.

Assista o experimento no vídeo abaixo– Legendado

Isso não significa que objetos atômicos são observáveis como uma onda, eles apenas agem dessa maneira. Isso significa que cada fóton individual passa através de ambas fendas no mesmo momento e se interferem entre si, mas cada um passa por uma fenda diferente. Além disso, há também o momento em ele não passa por nenhum delas. A única parte de matéria torna-se uma “onda” de potenciais, expressando-se sob a forma de múltiplas possibilidades, e é por isso que temos o padrão de interferência.

“Não siga dizendo para si mesmo, se você pode evitá-lo”, mas como isso pode ser assim? ‘Pois você vai por ralo abaixo até um beco sem saída, do qual ninguém ainda escapou. Ninguém sabe como pode ser assim. ” – (1) Richard Feynman

É aí que fica mais confuso…

Quando um observador é inserido, ou quando cientistas decidem mensurar e olhar para a fenda em que o pedaço de matéria passa, a “onda” de potenciais colapsa em um único caminho. A partícula vai e se torna novamente a “onda” de potenciais 1e0657-300x216em uma partícula tendo uma única rota. É como se a partícula soubesse que está sendo vigiada. O observador tem algum tipo de efeito sobre o comportamento da partícula.

Esse experimento da fenda dupla quântica é bastante popular e tem sido usado para examinar como a consciência e o nosso mundo material estão interlaçados.

“Eu considero a consciência como fundamental. Eu considero a matéria como uma derivação da consciência. Não podemos ficar atrás da consciência. Tudo de que falamos, tudo que consideramos como existente, é um postulado de consciência” –  Max Planck, Físico Teórico que originou a Teoria Quântica, que o rendeu o Prêmio Nobel em Física em 1918.

O que eu vou lhe contar é algo que nós ensinamos aos estudantes de física do terceiro ou quarto ano da pós-graduação…. É minha tarefa de convencê-lo a não virar as costas, porque talvez você não irá entendê-la. Você vê, meus estudantes de física não entendem, porque eu não entendo isso. “ – (1) Richard Feynman

Esse tipo de fenômeno confuso tem sido repetidamente demonstrado e examinado por inúmeros experts de toda parte do mundo. Por exemplo, um estudo publicado no conceituado jornal “Physics Essays”, explica como fatores associados com a consciência estão co-relacionados de forma significativa de um modo previsto com alterações no padrão de interferência da fenda dupla.

“A observação não apenas atrapalha o que será mensurado, como ela o produz. É como se nós obrigássemos o elétron a assumir uma posição definitiva. Nós mesmos produzimos o resultado que é mensurado” – Dean Radin, PhD, Cientista Chefe do Instituto Noetic Sciences (fonte)

O que isso significa para nós como indivíduos e espécie?

É difícil explicar exatamente o que isso significa, mas nós estamos falando sobre observar o material de que somos compostos, da matéria, no menor nível possível. Mas se a mesma regra se aplica, então isso significa que nós existimos como uma onda de possibilidades que considera a direção que segue em suas vidas? Afinal nós todos, somos feitos dessa ”matéria”. Há outras versões da nossa forma de vida brincando em uma realidade alternativa? O que nos “colapsa” em nossas escolhas entre os caminhos de uma onda de potenciais? Há um observador que gera isso? Tem alguém nos observando? É nossa consciência que nos observa, e que dita a composição da nossa realidade? Tantas perguntas e poucas respostas. Mas como eu sempre digo, o que sempre moveu e vai continuar movendo o homem, é o ponto de interrogação.

Uma coisa que eu venho pensado é a ideia de que a física quântica e outras descobertas em vários campos são simplesmente percursores do conhecimento antigo. Um passo atrás na descoberta de algo que já era conhecido no nosso mundo antigo.

law-of-attraction-and-quantum-physicsAmplamente falando, mesmo que haja algumas diferenças, eu acredito que a Filosofia Budista e a Mecânica Quântica podem apertar as mãos em sua visão de mundo. Podemos observar isso em grandes exemplos dos frutos do pensamento humano. Independente da admiração que sentimos por esses grandes pensadores, nós não devemos perder a vista do fato de que eles são seres humanos como nós” Dalai Lama (source)

Se você levar em consideração esses experimentos quânticos, combinado com o grande número de estudos que examinam fenômenos parapsicológicos (consciência, poder da mente, cura à distância, telepatia, e outros fenômenos inexplicáveis), como uma evidência que aponta para o fato de que podemos influenciar nosso próprio sistema biológico apenas com pensamentos, a foto (para mim, ao menos), se torna bastante clara. Nós existimos em um mundo que não reconhece a importância do poder dos pensamentos, sentimentos e emoções quando se trata da experiência humana que criamos para nós mesmos e o estado interior no qual agimos ao criá-lo. Essas coisas tem o poder de mudar o mundo, são esses fatores que nos levarão a correção, que também é necessária.

Encerrarei esse artigo com uma citação incrível:

“A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade. Como observadores, estamos pessoalmente envolvidos com a criação da nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o universo é uma construção mental. O Físico pioneiro, Sr. James Jeans uma vez escreveu: ” “O fluxo de conhecimento está caminhando em direção a uma realidade não-mecânica; o universo começa a se parecer mais com um grande pensamento do que como uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos saudá-la como o criador e governador do reino da matéria. Supere isso, e aceite a conclusão indiscutível. O universo é imaterial-mental e espiritual. ‘ 
R.C. Henry, Professor de Física e Astronomia na Universidade Johns Hopkins;                  “The Mental Universe” ; Nature (436:29,2005) (fonte)

Isso com certeza te dará algo pra pensar! 

Fonte: (1) Radin, Dean. Entangled Minds: Extrasensory Experiences In A Quantum Reality. New York, Paraview Pocket Books, 2006 + Collective Evolution + The Spirit Science
Tradução: YanRam

Ciência do Cérebro, Percepção & Realidade…

cdcover2_finalnoEmergidos na ambição de explicar cada aspecto do mundo natural, a ciência moderna tem tropeçado em alguns obstáculos.

Alguns mistérios são tão intrincados que desafiam os métodos científicos. Por exemplo, é difícil criar experimentos que nos digam o que ocorreu antes do tempo e espaço surgirem. Mas dois mistérios em particular tem sido evitados durante décadas sem maiores prejuízos. Um deles é a natureza da consciência e a outra, a realidade dos fenômenos vagamente categorizados como mítico ou sobrenatural. Entretanto, agora a ciência chegou a um novo patamar, seu estudo pelas camadas da criação está em expansão, fermentando novas ideias e teorias, argumentos e controvérsias, que talvez sejam necessárias para resolver diversos tipos de fenômenos até então indissolúveis, em particular, os chamados “milagres”, que há muito tem sido considerados provenientes da superstição ou do credo, o que leva muitos acreditarem ser pura fraude.

PERCEPÇÃO E REALIDADE

Se você olhar para o mundo físico como um dado — você verá o que quiser ver — regido por leis matemáticas naturais, todo o espectro de maravilhas e milagres não são tão impossíveis quanto você possa pensar. Levitação, bilocação, cura psíquica, clarividência, experiências de quase morte, e todos os milagres relatados na Bíblia podem ser deixados de lado nessa nossa conversa. Aceitar o mundo físico “como ele é” constitui o realismo ingênuo, do qual nossas vidas diárias dependem. O realismo ingênuo não foi cientificamente defendido por pelo menos um século, desde que a Era Quântica começou. Se não podemos aceitar o mundo físico como ele é, a nível de igualdade de condições que podem ser postuladas, o que inclui tanto o natural e o sobrenatural. Uma parede impenetrável não divide as duas categorias, pelo contrário, as une e há várias razões completamente convincentes para fazer tal declaração.

  • Toda experiência ocorre em nossa consciência;
  • A consciência é o lugar de encontro entre a percepção e a realidade;
  • Esse encontro é o momento presente. Não há explicações científicas para cada experiência diária;
  • Os pressupostos materialistas da ciência, como é atualmente praticada não fizeram nenhum progresso em explicar como a atividade eletroquímica do cérebro produz as vistas, sons, texturas e cheiros de um mundo tridimensional;
  • O que sabemos com certeza, no entanto, é que há os filtros no cérebro que selecionam e reduzem a entrada do que se recebe.
Vamos expandir este último ponto. Se você é do tipo Fiscalista, que insiste em ser alguém que se recusa a aceitar qualquer explicação fora o material do mundo físico, o cérebro então deveria ser a sede da mente e do mundo que percebemos e registraria tudo de forma fiel pelo cérebro. Mas não há dúvida de que o cérebro é falível. Seus mecanismos são facilmente enganados, por ilusões de ótica, por exemplo. As vias fixas neurais se distorcem constantemente, até mesmo nas percepções mais básicas, como quando uma pessoa que sofre de anorexia olha para seu corpo faminto e magro, mas a se vê “gordo”.
O MUNDO “REAL”…

Deixando de lado sua falibilidade, o ser humano realiza processos cerebrais em apenas frações de bilhões de bits de dados sensoriais que bombardeiam nosso cérebro diariamente. Através de processos de filtragem e redução ao que se atenta, se cria uma imagem do mundo que é aceitável para todos os dias de “navegação”. Tem sido dito que o mundo “real” é na verdade um reflexo de como o cérebro trabalha. Uma construção abstrata construída pela mecânica neural. Para simplificar, o mundo real é como um curral que inclui apenas o que é aceitável e permitido enquanto se fecha para o que não é. Aceitação e permissão são termos pessoais, individuais de cada indivíduo – nós todos conhecemos pessoas que são blindadas contra aspectos de suas próprias vidas e que parecem ficar óbvio apenas para os outros. Pois esses também são termos sociais e culturais de aceitação e permissão. O cérebro pode colocar pra fora o que a sociedade se recusa a ver. As vezes, essas recusas mergulham fundo no inconsciente. Por exemplo, a história difamação das mulheres e dos negros, tem criado um complexo de crenças, atitudes, percepções, opiniões e uma cegueira involuntária há anos. Todos esses ingredientes mudam o cérebro das pessoas, até mesmo das vítimas. A ciência da consciência deve ir além das convenções da realidade do aceitável permitido que o cérebro se baseia. Os fisicalistas descobriram que isso é impossível através de processos limitados. Eles insistem que o cérebro mostra a realidade, pois para eles, não há outra alternativa. Assim então, ao cérebro é dada uma posição privilegiada. Rochas, árvores, nuvens, átomos de hidrogênio, e quarks não são conscientes em sua teoria, mas ao mesmo tempo eles também estão no meio da cena, ali respirando, aparentemente sem qualidades de distinguir a sua “coisificação” da “coisificatura” em torno dele. Então muitos fisicalistas supõem que o cérebro é totalmente único.

EXPANDINDO A REALIDADE

Ao abandonar o fisicalismo, não estamos voltando a uma era de superstição (o homem de palha favorito dos céticos). Gostaríamos de estar expandindo a cerca, permitindo mais da realidade. Até que haja uma compreensão de como as interfaces da mente interagem com a realidade, não há explicação válida para nenhuma experiência existencial, muito menos para as místicas.

A intenção deste artigo é brincar com o campo das experiências, de como as enxergamos, interpretamos, de como vivemos. Refletir sobre esses parâmetros é apenas o começo. Tendo aberto a porta, você verá os milagres que ocorrem diariamente ao seu redor! A criação nos banha todas as manhãs com sua luz divina que nos traz mais um dia para viver! 

Foi Einstein, não um xamã nem um yogi, um devotado da nova era que disse publicamente uma vez:

“Há duas maneiras de viver a vida. Uma delas é crendo que milagres não existem, a outra é crer que tudo é um milagre”

Espero que este belo artigo traga luz aos seus estudos da vida! Fonte

Ondas Cerebrais, Sincronização Hemisférica & Tecnologia do Sono…

Imagem relacionadaNas últimas décadas, os pesquisadores do sono e do sonho produziram uma quantidade substancial de conhecimento devido sobretudo ao desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias.
Por exemplo, o electroencefalógrafo, ou EEG, é capaz de monitorizar mudanças nas frequências e padrões das nossas ondas cerebrais. O nosso cérebro produz ondas de correntes que flúem através das ligações neurais. O tipo de onda cerebral é definido pela frequência a que esta pulsa e este tipo particular de pulsação influenciará o nosso estado mental respectivo.
Existem quatro tipos básicos de padrões de ondas cerebrais mas devido à complexidade do cérebro humano existem frequentemente diversos padrões interagindo simultaneamente. É a predominância de um padrão sobre os outros que determina o nosso estado de consciência.

Abaixo apresento uma breve descrição de cada um dos quatro principais padrões bem como o seu intervalo de frequência e respectivo estado mental.

  • Ondas Beta:São as ondas mais rápidas, 13 a 30 Hz. Este é o padrão que obtemos ao monitorizar o nosso cérebro durante o estado de vigília. Ou seja, se neste momento efetuasses um EEG este obteria um aspecto típico de um padrão de ondas Beta.
  • Ondas Alfa: Mais lentas que as Beta, 7 a 13 Hz. Estão normalmente associadas a um estado de maior tranquilidade e relaxamento. Podem ser encontradas durante os estados meditativos mais comuns.Abaixo é um vídeo de uma música em Hz Alfa, ouça! (Começa no 1:36)
  • Ondas Theta: 3 a 7 Hz. Estão associadas a um estado de grande capacidade de reminiscência, criatividade e visualização, inspiração e conceptualização holística. É o padrão cerebral representativo do sono REM, ou seja, do sonho.Abaixo é um vídeo de uma música em Hz Theta, ouça!
  • Ondas Delta: São as mais lentas dos 4 padrões principais, 1 a 3 Hz. Estão associadas ao sono profundo, sem sonho, e ao transe profundo.

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Usando o EEG para monitorizar os sujeitos enquanto estes dormiam, os pesquisadores descobriram muito acerca do processo de sonhar. Por exemplo, hoje em dia é do conhecimento geral que o sonho ocorre predominantemente durante uma fase do sono conhecida como período REM ou sono paradoxal.
REM significa “Rapid Eye Movement”– movimento rápido dos olhos, que é uma das principais características deste estado. Quando uma pessoa acorda durante o sono REM ela é capaz de recordar muito mais facilmente o seu sonho do que se despertar num estado de sono não REM (nREM). Isto não significa contudo que as pessoas só consigam recordar os seus sonhos se acordarem diretamente de um sonho, significa apenas que é mais fácil lembrar dos mesmos.
Quando dormimos, atravessamos uma série de fases do sono e uma correspondente série de ciclos de ondas cerebrais. Existem quatro fases de sono nREM: a primeira fase é o surgimento do sono leve, a segunda é o aprofundamento deste sono, a terceira fase é o início de um sono já profundo e a quarta é um sono muito profundo. Após atravessar estas quatro fases de sono entramos num período de sono REM, que é caracterizado não só pelo rápido movimento ocular mas também por um padrão de ondas cerebrais que surpreendentemente se assemelha muito ao que possuímos no estado de vigília.
Este processo cíclico repete-se algumas vezes por noite, tendo cada ciclo a duração média de 90 minutos. A única diferença é que ao longo da noite os períodos REM vão aumentando de duração. Ou seja, o nosso primeiro ciclo de sono pode terminar com uma fase REM de cerca de 10 minutos de duração mas, à medida que nos aproximamos da hora de levantar vamos passando cada vez mais tempo em sono REM até que o último período deste sono pode atingir a duração de 45 minutos ou mais. Isto significa que quanto mais tempo dormimos mais tempo sonhamos e isto explica também porque é que normalmente nos lembramos melhor dos sonhos matinais, uma vez que sonhamos muito mais nas últimas horas do sono.
Mas voltando aos padrões de ondas cerebrais e correspondentes estados de consciência… Sabendo as características mentais associadas a cada padrão de ondas cerebrais, tal como foram acima referidas, teríamos uma enorme vantagem em induzir um determinado padrão de ondas de forma a facilitar determinadas actividades mentais. Felizmente existe uma forma para fazer isto e baseia-se no princípio científico da Harmonização. Os sons binaurais (que explicarei mais adiante) podem ser usados para harmonizar ou sincronizar ambos os hemisférios cerebrais num só padrão sinérgico de ondas cerebrais.
O que é então o princípio da Harmonização? É muito simples. Por exemplo, vamos supor que penduramos nas paredes da mesma sala vários relógios de pêndulo e que cada pêndulo se move ao seu próprio passo, desfasado de todos os outros. Com a passagem do tempo os pêndulos tornar-se-ão progressivamente sincronizados, adaptando-se naturalmente o ritmo de cada um até todos os pêndulos se moverem em sintonia, em uníssono. Esta sincronização é o resultado do princípio da harmonização, é um fenômeno físico que ocorre de forma sistemática na natureza sempre que a oportunidade se proporcione.
Este processo é importante pois também possui implicações diretas no nosso cérebro, este opera de modo semelhante a uma caixa de ressonância. As ondas cerebrais pulsam a diferentes amplitudes e frequências, dependendo do nosso grau de envolvimento em determinadas atividades. Tal como o pêndulo do relógio, o nosso cérebro pode ficar sincronizado com determinados padrões de ondas se for exposto aos estímulos apropriados. Este é também um processo usado pelos xamãs em diversas tribos indígenas, que usam tambores e chocalhos para harmonizar as suas ondas cerebrais com uma frequência particular e assim entrar num estado de consciência alterado.
  
Juntamente com o papel desempenhado pelas ondas cerebrais no nosso estado de consciência é também importante discutir a anatomia básica do nosso cérebro e a forma como as suas partes interagem e funcionam. Os nossos cérebros possuem dois hemisférios, esquerdo e direito. O hemisfério esquerdo é linear, lógico, prático e orientado no tempo. Por seu turno, o hemisfério direito prece ser muito mais não linear, abstrato, criativo, holístico e não lógico. Por exemplo, um contabilista usa provavelmente muito mais o seu hemisfério esquerdo enquanto que um artista usa mais o direito. Tendemos a favorecer o uso de um determinado hemisfério consoante a atividade em que estamos concentrados. Assim como existe uma predominância de certas ondas cerebrais dependendo de determinadas atividades também existe a predominância de um dos hemisférios consoante o que estamos a fazer.
Os dois hemisférios estão ligados pelo corpo caloso. Esta estrutura funciona como uma ponte ou conduta entre ambos os lados e pode literalmente ser exercitada e fortalecida mentalmente até se tornar fisicamente maior e mais capaz de transmitir informação entre os dois hemisférios. Sincronizando os dois hemisférios e permitindo que estes trabalhem em conjunto podemos potencializar  as nossas capacidades mentais. Basicamente é como ter um computador mais rápido, com os componentes melhor integrados e capaz de aceder mais rapidamente à informação e processamento de dados. Fazendo isto estaríamos literalmente a usar o nosso cérebro de um modo mais eficiente.
E como podemos então fazer isto? Vários estudos demonstraram que a meditação pode conduzir a estados em que o padrão de ondas cerebrais reflete uma sincronização entre os hemisférios cerebrais. Esta sincronização reflete um estado especial em que ambos os hemisférios estão ativamente envolvidos nas mesmas frequências.
Os EEGs de meditadores experientes exibem uma sincronização hemisférica acima do comum bem como a capacidade de atingir estes estados deliberadamente. Ambos os hemisférios podem estar sincronizados em qualquer padrão de ondas cerebrais tais como Alfa ou Theta, ou qualquer outra combinação. Esta característica conduz-nos ao próximo tópico de interesse: os sons ou batidas binaurais.
A melhor forma de explicar os sons binaurais é descrevendo porquê e como são feitos, mas primeiro será melhor abordar um pouco o seu criador. Robert Monroe, o pioneiro das experiências fora-do-corpo, fundou o Instituto Monroe na Virgínia, EUA. Esta é uma organização dedicada ao estudo da consciência e seus estados modificados. Ao longo de anos de pesquisa desenvolveram um processo capaz de alterar sistematicamente os padrões de ondas cerebrais de forma a induzir estados de consciência particulares. Monitorizando os sujeitos em estados alterados, Monroe e os seus colaboradores realizaram experiências com o som para modificar o estado mental de uma forma previsível e controlada. Com o tempo, esta equipa de pesquisadores desenvolveu o processo de criar sons binaurais. Este processo utiliza o princípio da Harmonização acima descrito para conduzir o cérebro a frequências de ondas cerebrais específicas e pré-determinadas.
Criar frequências de sons binaurais é na verdade muito simples, é quase mais fácil fazê-lo do que explicá-lo! Este processo consiste basicamente em aplicar estímulos auditivos em ambos os ouvidos. A ideia é tocar um tom num ouvido e outro tom, ligeiramente diferente, no outro ouvido. Ao processar estes dois tons captados pelo ouvido direito e esquerdo, o cérebro assimila a diferença entre os mesmos e, num efeito de harmonização, entra nesta frequência. Ou seja, se o nosso ouvido esquerdo captar um som com uma frequência de 97 Hz e o direito captar um som com uma frequência de 103 Hz, o nosso cérebro irá percepcionar um diferencial de 6Hz e assim entrará nesta frequência, que se enquadra no intervalo de ondas Theta. De igual forma o nosso comportamento começará gradualmente a alterar-se, entrando num estado de profundo relaxamento e sono.
Ao escutarmos estes sons binaurais podemos percepcionar um tom ondulante (uma espécie de wha wha). O fantástico é que este tom ondulante não está a ser transmitido pelos headphones, este efeito de vibrato é na verdade uma criação da nossa mente, ao sintetizar os dois sons. Quando escutamos um tom num ouvido e outro tom, ligeiramente diferente, no outro ouvido, os hemisférios do nosso cérebro ficam sincronizados e é esta sincronização que produz o tom ondulante.
Usando esta tecnologia, o Instituto Monroe, e posteriormente outras empresas, desenvolveu uma linha de cassetes e CDs Hemi-Sync (designação da tecnologia de sons binaurais criada e patenteada pelo Instituto Monroe). Usando estes CDs podemos atingir de modo fiável determinados estados de consciência. Existem CDs usando este princípio criados com diferentes propósitos, por exemplo: potenciar a aprendizagem, deixar de fumar, facilitar o sono, promover uma cura mais rápida, induzir sonhos lúcidos e facilitar a ocorrência de experiências fora-do-corpo.
Concluindo, podemos verificar que, devido ao advento da ciência e ao desenvolvimento da tecnologia, a cultura ocidental parece finalmente ter encontrado as suas próprias formas (socialmente aceites) de induzir estados de consciência alterados entre os quais podemos encontrar o sonho, comum ou lúcido. Assim, podemos usar esta tecnologia para nos ajudar a ter sonhos, a potenciar a sua retenção e recordação e até para nos orientar durante os mesmos. Isto é algo que os xamãs ou os monges do Tibete descobriram e fazem desde há séculos usando métodos naturais, no primeiro caso através da ingestão de psicadélicos naturais e no segundo através da meditação e Yoga dos sonhos. Fonte
Estimulação elétrica de baixa tensão sincroniza ondas cerebrais e potencia memóriaNEUROCIÊNCIAS

Estimulação elétrica de baixa tensão sincroniza ondas cerebrais e potencia memória…

Uma equipa de cientistas do Imperial College de Londres, no Reino Unido, descobriu que a aplicação de uma corrente elétrica de baixa tensão no cérebro permite sincronizar as ondas cerebrais e melhorar a capacidade de memória.

Segundo explicaram os investigadores, a aplicação de uma corrente elétrica de baixa tensão no couro cabeludo faz com que diferentes ondas cerebrais de áreas distintas do cérebro entrem em sincronia umas com as outras e mantenham o mesmo ritmo, potenciando a memória de trabalho e a memória de curto prazo.

Os cientistas destacaram que, para conseguir esse objetivo, as correntes elétricas devem ser ajustadas para sincronizar as ondas cerebrais e não para as induzir ou reforçar.

Os pesquisadores acreditam que esta técnica, denominada por estimulação transcraniana por corrente alternada (ETCA), poderá ajudar a “desviar” o circuito das ondas cerebrais de áreas danificadas do cérebro e transmitir sinais completos em doentes com lesão cerebral traumática, acidente vascular cerebral ou epilepsia.

Apesar dos resultados promissores, é ainda necessário aperfeiçoar e personalizar o tratamento para cada doente, antes que este possa ser usado clinicamente. Fonte

Alterando os Estados das Ondas Cerebrais

Todos nós experienciamos essas frequências de ondas cerebrais durante diferentes momentos do nosso dia a dia, o que nos leva à diferentes níveis de consciência. Quando você está acordado, você está em uma frequência de ondas cerebrais diferente comparado à quando você está dormindo. Você pode alternar seus padrões de ondas cerebrais a favor de alcançar outros níveis de consciência. Por exemplo, se você não consegue pegar no sono a noite quando se sente estressado, você pode sincronizar sua onda cerebral à uma frequência correspondente para dormir ouvindo música.

Essa técnica de sincronização das frequências cerebrais com uma estimulação externa de áudio é conhecido como “Brainwave Entrainment” (ou “Arrastamento de Onda Cerebral”). Com esse processo continuado por algum tempo (minutos), as ondas cerebrais são sintonizadas ao som externo e então alcança a frequência particular do nível do som (alfa, theta ou delta). Mas você não precisa de estímulos externos se você pode meditar. Durante a meditação, alcança-se estados de calma e relaxamento, que é o estado Alfa de consciência. À medida que a meditação se aprofunda você se encontra mais calmo e concentrado e o nível das ondas cerebrais chega ao estado Teta e, finalmente, para Delta. Ouvir este tipo de frequência para meditar além de ser ótimo, é surpreendente! Tente ao menos uma vez na sua vida.

Formas de Arrastamento de Ondas com Batidas Bineurais (Binaural Beats)

Como o som com uma frequência menor que 20 Hz pode ser audível ao ouvido humano? A resposta está na especialização do som conhecido como Batidas Bineurais. O que essas “batidas” fazem é simples – tocando duas diferentes frequências em cada ouvido (usando fones), o cérebro detecta a diferença entre as duas frequências e sintoniza uma terceira ‘batida bineural’. Então, se você tocar 400Hz no ouvido direito, e 410Hz no ouvido esquerdo, seu cérebro produz uma terceira frequência que pulsa a 10Hz, que é a diferença entre os dois tons. 10Hz é equivalente à frequência Alfa, que gera relaxamento, meditação e pensamento criativo. Binatural Beats podem gerar excelentes resultados e te ajudar de muitas formas.

Existem vários tipos de Binatural Beats, há também aqueles que geram sensações que só são provenientes de uso de enteógenos. Abaixo segue um gráfico que mostra a diferença dos hemisférios antes e depois de uma sincronização com ondas Theta, em estado Normal, Após 15 Minutos e Após 25 Minutos:

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Ondas Cerebrais Theta – Antes e Depois da Sincronização

Tons Isocrônicos…

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Os Tons Isocrônicos são ainda mais intensos que as Batidas Bineurais e são considerados mais eficientes. O tom isocrônico é um único tom que liga ou desliga um padrão em particular no cérebro. Cada um dos tons são diferentes e espaçados, sendo capaz de criar uma impressão duradoura no cérebro. Mas você não tem que usar os fones especificamente, pode simplesmente rodar o som em qualquer aparelho e desfrutar de seus benefícios.

Basicamente, com os tons Isocrônicos nossos cérebros tem muito menos trabalho para obter os mesmos efeitos que com as Batidas Bineurais – o que nos permite sentir-nos mais relaxados, obtendo um estado poderoso e pacífico de meditação e maior visão perante o mundo. Muitas pessoas que não respondem bem às Batidas Bineurais, geralmente respondem muito bem aos Tons Isocrônicos. Entretanto, para uma mudança de foco espiritual, você precisa usar os métodos tradicionais de meditação como ferramenta primária para acessar dimensões elevadas.

Como sabemos, a meditação também pode gerar mudanças estruturais no cérebro positivas e poderosas que não só te beneficiarão, mas também à todos a sua volta! É uma experiência que sem dúvidas, vale a pena! Fonte

A Cura está dentro de Nós & Reconexão…

Às vezes, precisamos viajar para longe para perceber verdadeiramente quem somos e descobrir quais são os nossos propósitos de vida. Para alguns, essa viagem pode ser a uma terra distante, para outros, o trajeto é feito no mundo interior, pois precisam visitar um destino bem íntimo e conhecer as profundezas da própria alma. O ideal é quando essas rotas se cruzam e, ao descobrir o mundo, temos a sorte de escavar os tesouros da personalidade, vasculhar os dons mais brilhantes e alcançar os talentos divinos que cada ser humano tem.healing-yoga-picture

Há muitos meios de experimentar o prazer e a paz do autoconhecimento. Quem é cético faz isso focado na mente, através da busca pelo saber. Aqueles que acreditam numa força maior, que orquestra a dança da existência, buscam outro tipo de sabedoria. Ela nem sempre está nos livros, mas sim guardada nas experiências e no corpo, e é o tal do sexto sentido. A estrada da espiritualidade pode ser encontrada num passeio na natureza, em templos ou catedrais, em doces palavras de uma oração, em lugares místicos como a Índia, em instantes silenciosos de Meditação, nas posturas esculturais da Yoga, através da arte e de muitas outras maneiras particulares. No meu caso, a encontrei na Alemanha. Ao chegar de malas prontas neste lugar chamado destino, a intuição me serviu de guia e como num balé de sincronicidade, descobri um trabalho inédito chamado “A Reconexão”, algo absolutamente simples, mas com um poder avassalador que foi capaz de transformar completamente a minha vida. Foi através desta experiência, que parece nos religar ao Universo, que alcancei um conhecimento claro e uma compreensão tão elevada das coisas como eu nunca havia experimentado antes.

Acho absolutamente fascinante quando fenômenos de cura desafiam a lógica e extrapolam procedimentos médicos. Sempre observei com admiração e espanto o talento daqueles que são capazes de realizar curas inexplicáveis. Notícias misteriosas sobre esse mundo aparentemente inatingível me despertavam uma curiosidade sem fim. Quando minha avó adoeceu, a impotência diante do problema de saúde de alguém que tanto amo afetou a minha própria vitalidade e fez com que eu me questionasse com perguntas existenciais inquietantes: por qual motivo só alguns nascem abençoados com esse tipo de dádiva? Será mesmo que essa habilidade existe? De onde tiram um dom tão divino?

Através da Reconexão tive o privilégio de conhecer um novo nível de frequências que ativam a capacidade de todo ser humano realizar a arte da cura.“Através da Reconexão tive o privilégio de conhecer um novo nível de frequências que ativam a capacidade de todo ser humano realizar a arte da cura.“

O processo, que faz com que pessoas comuns descubram talentos tão preciosos, não é religião, nem se trata de crenças ou rituais, é algo inerente a todos nós, que qualquer um pode aprender. Embora seja nomeado como um novo nível de cura, acho que vai muito além disso. Se eu tiver que traduzir em palavras, o que é quase intraduzível, eu diria que é a ativação das nossas virtudes mais puras, é o despertar da habilidade de acessar uma inteligência infinita e sentir um amor incondicional que nos permite interagir de forma mais fluida com tudo. Como diz Eric Pearl, criador deste processo, a Cura Reconectiva é um restaurador de equilíbrio e a Reconexão é um expansor, que nos que permite ativar as nossas potencialidades.

Como a Cura Reconectiva e a Reconexão são feitas e como atuam no corpo…

EP_Instructing_RoomA Cura Reconectiva é um novo nível de cura, realizado através de um espectro abrangente de frequências. Normalmente é feita sem sequer tocar o corpo. O profissional brinca com as mãos sobre o campo magnético da pessoa. Na verdade, ele não passa energia, ele interage com o espectro, sustenta as frequências e se torna a ponte que liga a outra pessoa ao campo de frequências. Ao interagir com este espectro, há uma troca acelerada de energia, informação e luz. O resultado dessa interação é o retorno ao estado ideal de equilíbrio, o que pode gerar consequentemente curas.

No caso da cura à distância, o processo é feito através do acesso do profissional ao espectro. Durante as sessões, o facilitador e o cliente se encontram para ressoar na experiência das frequências de cura. A essência do processo é inspiração e, para facilitar a cura de alguém, é necessário interagir com o espectro e servir de instrumento catalizador para a outra pessoa se curar. Uma grande diferença para outras formas de cura é que não há técnicas. Não é preciso posicionar as mãos em pontos específicos ou realizar rituais, evocar espíritos ou cantar mantras. A Cura Reconectiva não é um tipo de tratamento ou de terapia, ela nem sequer é endereçada aos sintomas. O intuito não é diagnosticar, tratar doenças ou medicar, mas reestabelecer o equilíbrio do corpo, que, quando balanceado, consequentemente produz curas.“A Cura Reconectiva não é um tipo de tratamento ou de terapia, ela nem sequer é endereçada aos sintomas. O intuito não é diagnosticar, tratar doenças ou medicar, mas reestabelecer o equilíbrio do corpo, que, quando balanceado, consequentemente produz curas.“

Ao acessar essas frequências, há um reequilíbrio em níveis mentais, físicos, espirituais e outros níveis que nem sabemos ainda quais são.

Este é um trabalho quântico, em que um espectro abrangente de frequências provoca uma troca de energia, luz e informação nas células e atua restaurando o equilíbrio e levando o ser de volta para o seu estado balanceado, retirando as interferências que estão impedindo a pessoa de realizar sua autocura. O foco não é curar um mal específico, tratar sintomas ou medicar, mas sim equilibrar o indivíduo como um todo. Inclusive, quanto menos se sabe sobre o cliente, melhor. Não se dissolve um problema com o mesmo foco que ele foi criado. Não é necessário focar na patologia, apenas facilitar as frequências e se deixar ser guiado pela sabedoria interior.

Nós temos frequência cardíaca, respiratória, cerebral, celular, molecular e atômica. O nosso corpo, as emissora de TV, o celular e o rádio, por exemplo, são frequências. E as “frequências da Cura Reconectiva” abraçam todo o espectro eletromagnético que está no planeta e o expande. Os cientistas que a pesquisam a denominaram de “frequências da Cura Reconectiva”, justamente por ser algo novo a que não tínhamos acesso antes e é difícil de definir. Não se sabe 100% o que elas são e de onde vêm, mas sim os efeitos que causam. É algo novo no qual estamos aprendendo a lidar e a conhecer.

Cura Reconectiva e Reconexão são processos diferentes e complementares…

A Cura Reconectiva é um retorno ao estado ideal de equilíbrio, não é voltada para resolver sintomas ou curar doenças. É mais abrangente do que isso. É um processo simples, sem técnicas, resulta de pura inspiração. Simplesmente o cliente e o facilitador de cura interagem através dessas frequências, o que pode trazer consequentes curas que são muitas vezes instantâneas e tendem durar a vida inteira. Há casos de cura incríveis, como, por exemplo, a de Dimitri, um garoto grego que sofria de paralisia cerebral e dificuldade motora e que passou a ter uma vida normal. Este caso é documentado no filme “A Matriz Viva”, em que cientistas e pesquisadores da área médica apresentam conceitos inovadores de saúde, baseados em física quântica. Como em qualquer outro procedimento, não há como garantir um resultado de 100%, nem todos recebem exatamente a cura que esperavam, mas sim a adequada para a alma da pessoa naquele momento.“Como em qualquer outro procedimento, não há como garantir um resultado de 100%, nem todos recebem exatamente a cura que esperavam, mas sim a adequada para a alma da pessoa naquele momento.“

Eu, por exemplo, experimentei esse processo fascinante depois que tive meu sistema imunológico comprometido por uma síndrome autoimune que fazia com que meu corpo criasse anticorpos contra si mesmo e qualquer tipo de proteína. Este foi o motivo que causou a interrupção espontânea de uma gravidez, provocando uma tristeza profunda numa fase da minha vida, como acontece com muitas mulheres que passam por essa fatalidade. Já tive a cura da síndrome, mas ainda não engravidei, embora eu saiba e tenha fé absoluta que conseguirei atingir o meu objetivo, que é apenas uma questão de tempo. O principal já ocorreu, me libertar de uma síndrome grave e rara, que dificulta muito o sucesso de uma gravidez.

Já a Reconexão é um expansor de energia, é um trabalho mais específico que provoca a troca acelerada de energia, luz e informações encontradas nas frequências de Cura Reconectiva. A Reconexão é uma experiência única, acontece só uma vez na vida, é feita presencialmente em dois dias e nos liga de volta ao sistema atemporal de inteligência. Ela religa as linhas dos nossos meridianos ao sistema de linhas que circundam o planeta e às grandes linhas universais. É criada uma religação, como diz Dr. Pearl, que parece acelerar a plenitude da nossa ligação natural com o Universo. Assim somos colocados mais rapidamente no nosso verdadeiro curso de vida.

Imagem relacionada                                         A cura está dentro de cada um…

Como você se sentiria se descobrisse que é capaz de se curar sozinho de males físicos ou mentais? Como seria se aprendesse a usar sua própria fonte de energia e com ela acessar uma sabedoria invisível para melhorar a condição de sua saúde e também possibilitar uma vida mais saudável aos outros? “Como você se sentiria se descobrisse que é capaz de se curar sozinho de males físicos ou mentais? Como seria se aprendesse a usar sua própria fonte de energia e com ela acessar uma sabedoria invisível para melhorar a condição de sua saúde e também possibilitar uma vida mais saudável aos outros?“

Esse aprendizado seria uma descoberta fantástica, não é mesmo? Pois a informação de que todos somos seres incríveis, capacitados da real habilidade de cura e reequilíbrio, tem sido difundida por Dr. Eric Pearl, o médico quiroprático americano que se tornou autoridade mundial ao propagar uma experiência de cura, cujo combustível para restabelecer a saúde são novas frequências chamadas “frequências da Cura Reconectiva”.

Mind-Connections-WallpaperAo conhecer “A Reconexão” e experimentar essas frequências, resolvi pesquisar melhor o processo. Desde o primeiro instante que as senti, entendi visceralmente que todos somos capazes de produzir esse tipo de experiência que restabelece o equilíbrio. Após essa descoberta, eu soube que minha vida nunca mais seria a mesma. Surgiu o desejo de fazer parte deste projeto que leva luz, energia e informação ao planeta. Ao participar de um seminário de “Cura Reconectiva”, em que aprendi a brincar com as mãos sobre o campo energético de outras pessoas para oferecer-lhes balanceamento e equilíbrio, percebi que estamos vivendo um momento fantástico da evolução da humanidade. Está acontecendo algo inovador que revolucionará o nosso conceito de saúde. Com esse salto de paradigmas ultrapassaremos as fronteiras do medo e das limitações. A Reconexão é um marco desta transformação, pois revela que nossa espécie está apta a ativar recursos interiores antes inacessíveis e descobrir poderes que até então eram considerados virtudes de poucos, ou dádiva paranormal.

Existe uma verdade elementar na vida: a Chave para tudo é o Amor. O amor é a essência da Reconexão e acho que por isso as experiências são tão palpáveis e geram resultados tão surpreendentes. Com uma simplicidade absoluta, o processo é capaz de virar nosso mapa interno do avesso e recriar a imagem limitada que temos de nós mesmos. Após o contato com as frequências, tive a noção do nosso valor real, somos a mais brilhante luz.

Acho que as mudanças mais revolucionárias são as que acontecem no mundo interior, transformar a própria percepção de si mesmo e do universo ao redor poder ser equiparado a cair em outro planeta. Depois de sentir o que borbulhava nas minhas mãos, o que pulsava nas minhas veias e batia o meu coração, compreendi de forma mais profunda quem eu sou e qual é minha verdadeira missão.

Experiência pessoal com a Reconexão(Rafaela Carrijo com o Dr. Eric Pearl)

Depois de dois anos de acompanhamento médico tradicional para tratar meus problemas de saúde, por orientação do meu próprio clínico geral da Alemanha – país aberto a terapias holísticas e práticas medicinais alternativas, pioneiro em uso de métodos naturais como Florais de Bachhomeopatia e outras tantas formas de cura inconvencionais – procurei a ajuda de uma intervenção energética. Foi aí que escolhi a Reconexão.

Quando as frequências entram em contato com o corpo, trabalham num evolutivo constante, sempre fazendo ajustes e levando o corpo ao equilíbrio. As pessoas podem sentir coisas diferentes, como frio, calor, descarga de energia, movimento involuntário da musculatura. Desde a primeira vez que as experimentei senti uma energia rotativa nas mãos, como se fosse uma massagem subcutânea. É algo muito visceral que afetou meu corpo fisicamente. Durante o período inicial senti como se houvesse constantemente um pequeno tremor na musculatura, o que os mentores da prática chamam de “ajustes de frequências”.

No meu caso, o método teve grande efeito, mas posso dizer que o desaparecimento da síndrome nos exames foi apenas um dos presentes que a experiência me proporcionou. Esta prática simples e ao mesmo tempo avassaladora foi capaz de mudar a minha dimensão da realidade, a maneira como vejo o mundo, a forma que experimento as sensações. “Esta prática simples e ao mesmo tempo avassaladora foi capaz de mudar a minha dimensão da realidade, a maneira como vejo o mundo, a forma que experimento as sensações.“

O mais arrebatador é que interagir com as frequências traz um empoderamento tamanho, um sentimento de completude tal, que faz o corpo borbulhar, perder a ilusão da solidez e, nesse estado de unidade com tudo, somos capazes de catalizar saúde, alegria e poder para outras pessoas e para nós mesmos, de um modo descomplicado, da mesma forma que uma vela acende a outra.

Encontrei essa via por casualidade, mas brincar com as frequências, como uma criança que descobre a extensão do próprio corpo, foi tão apaixonante que acabei decidindo que é uma estrada sem volta. Escolhi este caminho como parte integrante do meu cotidiano, por desejo de levar essa dávida de energia, informação, luz e amor aos ambientes que frequento e pelo prazer infantil de sentir meu organismo de um jeito que eu nunca havia desfrutado antes. Após fazer atendimentos com a Cura Reconectiva com Karla Kinhirin (Brasil), Brigitte Würtele (Alemanha), minha Reconexão com Raquel Miranda (Portugal) e participar dos Seminários de Cura Reconectiva e Reconexão com Dr. Eric Pearl, nasceu o desejo incontrolável de me tornar praticante deste processo. Por isso, além do meu trabalho em comunicação, decidi virar também profissional desta prática.

Meu principal motivo para aprendê-la, além da vontade de curar a mim mesma, foi o sonho de ver a minha avó saudável, pois sofro com seu estado enfraquecido pela senilidade. A amo infinitamente, por isso quero tocar seu campo energético e oferecer-lhe este carinho formatado em luz. Independentemente se ela receberá uma cura física ou não, sei que terá um balanceamento de energia como nunca experimentou antes.

Sei organicamente da efetividade das frequências, assisti seus efeitos poderosos, mas sem a expectativa de ver minha avó lúcida, de engravidar imediatamente, ou de ser capaz de curar alguém exatamente daquilo que a pessoa espera, acredito que a “Cura Reconectiva” reestabelece o equilíbrio e nos dá a capacidade de reconhecer nosso verdadeiro Eu. Como diz Dr. Pearl, a cura perfeita é aquela que está em maior harmonia com a missão da alma da pessoa aqui na Terra. O curador é um instrumento, é quem abre as portas para o outro se curar. Há sempre uma dádiva que é proporcionada, mas creio que a cura idealizada, da forma exata como as pessoas desejam, depende do que cada um necessita num determinado momento. E o motivo que isso acontece extrapola nossas habilidades, faz parte da inteligência divina, do que alguns chamam de Deus, outros de amor, ou a ciência chama de Universo. A Inteligência Superior permitirá que aconteça o que for apropriado para aquele momento da vida da pessoa. No livro “A Reconexão” (Ed. Cultrix), Eric sintetiza isso com a bela frase: “Se você tiver sorte, receberá a cura que deseja, mas se você for realmente afortunado, receberá a cura que o Universo projetou especificamente para você, sobre a qual nem sequer sonhou”.

Qual a cura que você precisa?…

Através das doenças sempre aprendemos algum tipo de lição ou ensinamos algo aos outros. Por isso, sem pensar em alcançar resultados, pois esse não é um trabalho voltado para desafios específicos de saúde e nem sequer endereça sintomas, desejo apenas repassar as frequências do modo que as recebi. Uma forma de cura sempre acontece, mesmo que não seja a específica que a pessoa estava esperando, algumas são imediatas, outras gradativas, outras não são percebidas, mas o grande presente da experiência é o equilíbrio apaziguador.

Quero brincar de salpicar as frequências nas mãos alheias, como fazia com a brincadeira de passar o anel na infância. E, se tiver sorte, ser ponte para fazer a vida de alguém mais completa e feliz. Na Alemanha, já dou meus pequenos passos iniciais como praticante e tenho experiências que me deixam alegre em compartilhar. Algumas pequenas vitórias físicas, como uma senhora alemã que melhorou de uma grave artrose e voltou a usar os sapatos que queria, ou emocionais, como uma grande amiga yoga e jornalista que sentiu que as frequências desbloquearam tensões e despertaram a criatividade, ou um amigo croata, professor de artes marciais, que diz que desde que as experimentou vive tão concentrado e feliz como se estivesse andando nas nuvens.

Os efeitos da Reconexão têm despertado enorme interesse de médicos e pesquisadores de todo o mundo e, embora não exista uma explicação de como exatamente as curas se realizam, o método é realmente eficaz. No entanto, assim como nos sistemas tradicionais, não existem garantias em 100% de resultados. Diversos cientistas tiveram provas tangíveis de que a Cura Reconectiva funciona. Dr. William A.Tiller, professor da Universidade de Stanford, na Califórnia, pesquisou o papel dessas frequências de luz na cura física. Através do seu trabalho, ele concluiu que sua aplicação induz ao equilíbrio molecular e influencia o sistema imunológico de qualquer ser vivo. Além de gerar a reestruturação do DNA, causa a emissão de níveis mais elevados de luz biofotônica. Quando as frequências entram em contato com o nosso corpo de energia, nós passamos a emitir mais luz e a vibrar energeticamente num nível superior, criando mais coerência e ordem no organismo.

O sucesso dos resultados da “Cura Reconectiva” e da “Reconexão”, em inglês “Reconnective Healing e “The Reconnection”, tornou Eric internacionalmente conhecido. Constantemente entrevistado na mídia internacional e em influentes meios de comunicação, como o New York Times e a CNN. O curador foi orador num fórum das Nações Unidas, e seu trabalho foi destacado no documentário “A Matriz Viva” (The Living Matrix), em que cientistas e profissionais da área médica apresentam conceitos inovadores de saúde, baseados em física quântica, e exploram a descoberta de que o corpo pode ativar o processo de autocura através de interferências bioenergéticas. Neste filme, Eric apresentou o caso de Dimitri, um menino com paralisia cerebral e dificuldade motora, que passou a andar normalmente após sessões de Cura Reconectiva, confirmando o estudo dos pesquisadores de que é a informação energética enviada às células que determina a qualidade da nossa saúde.

Embora Eric seja autor de feitos considerados inexplicáveis, ele defende que não faz nada além do que qualquer ser humano é capaz de fazer e explica que a cura nada mais é que retirar os detritos do organismo. É por toda a magnificência dessa dádiva, que independe de religião, cultura, cor, orientação sexual, e que possibilita a qualquer um de nós vibrar na sua potencialidade pura, que escrevo um desabafo tão íntimo, de como meu desejo de cura me levou a descobrir um dos grandes tesouros da minha vida.

Apesar de muitos estudiosos verem a Reconexão como a descoberta de uma nova habilidade humana, interpreto essa bênção como um dom divino. Fonte