Psicologia Transpessoal & Psicologia da Alma…

Imagem relacionadaPsicologia Transpessoal – Psicologia da Alma 

A Psicologia Transpessoal é uma poderosa ferramenta, utilizada para ampliação do nosso autoconhecimento. Ela nos fornece condição de transcender os limites da nossa personalidade, conectando-nos conosco mesmo, fazendo-nos dessa forma, trazer à luz da nossa consciência encarnada, aspectos de nossa “Presença Eu Sou”, ou seja, nosso “Eu Superior”, integrando-o de forma plena, com nosso próprio corpo, sociedade e o universo do qual somos parte integrante.

Com ela encontramos as portas que procuramos, o que nos facilita realizar a nossa almejada reforma comportamental, pensando de forma holística, transcendendo na medida do possível, as dualidades dessa vida tridimensional como: certo e errado, bem ou mal, passado, presente e futuro.

Ela nos facilita a compreensão, de que não existe doença, de que existe sim o doente e, de que o ser humano está hoje doente justamente por ter esquecido temporariamente quem é.

Este é um fascinante tema que nos traz mecanismos altamente eficientes que facilitam a nossa cura e a de nosso próximo, pois une conceitos que vão da física quântica à medicina oriental. Na verdade ela nos mostra claramente, que a nossa função como terapeutas é a de cuidar de nossos pacientes, deixando claro que é a natureza quem nos cura através do espírito.

É uma técnica curativa, anímico mediúnica de observação e dissociação dos nossos sete corpos e centros de energias, em especial os corpos: etérico, emocional, mental e astral, responsáveis por recompor a nossa saúde e o nosso equilíbrio físico/espiritual nas mais diversas disfunções.

As técnicas de tratamento em PSICOLOGIA TRANSPESSOAL, são, portanto, embasadas pela espiritualidade que nos assiste, movida unicamente pelo amor crístico universal, através de grande Confraria do Astral Superior, em que a Fraternidade da Cruz e do Triângulo faz parte em solo brasileiro, como forma de resgate da pura magia branca Atlante, ou alta magia, da antiga Aumbandhã, e de todas as formas de manifestação técnica espiritual, que satisfaçam os anseios daqueles que nos procuram pedindo auxílio.

Por exercer atuação em todos os nossos corpos, trata-nos como seres integrais, ou seja, entes complexos que englobam aspectos biológicos, mentais, sociais, ecológicos e, principalmente, espirituais. Ela propicia, simultaneamente, uma nova perspectiva diante da ciência e das religiões.

A utilização desses conceitos propicia de forma natural, a ampliação de nosso autoconhecimento a todo o momento. Utilizando essa terapia, aprendemos como manipular energia e ajudar as pessoas, mostrando a elas que por consequência da vida irregular que levam, com certeza são vítimas de energias intrusas capazes de descompensar suas saúdes energéticas.

O momento que estamos atravessando, falo da higienização planetária, caracteriza-se pela aceleração do processo de mudanças, que tem se acentuado de forma excepcional desde as últimas décadas, mais especificamente desde a década de 80. Daqui por diante este processo tende a se acelerar cada vez mais, exigindo que entendamos rapidamente “o que e quem” de fato somos.

Falamos aqui então da Psicologia da 4ª Força, como ficou conhecida na década de 60 em função de Abraham Maslow. Ela nos proporciona tomar contato com as várias dimensões da consciência humana e suas aplicações, encurtando assim o tempo de tratamento e cura a nós mesmos e aos nossos pacientes.

A Psicologia Transpessoal ou Psicologia da Alma é enfim, uma fantástica ferramenta que nas mãos hábeis de qualquer profissional ligado à saúde, seja ele terapeuta holístico, psicólogo ou médico, ou mesmo ainda de qualquer pessoa, que tenha interesse em curar a si e a seu próximo, de quaisquer disfunções a que esteja ligada, pois ela vem nos auxiliar a vencer as nossas limitações, as nossas disfunções ou doenças, a nossa violência e os nossos vazios, fatores esses, limitadores da esperança, da felicidade e, portanto, da boa saúde.

Através de uma profunda abordagem sobre o Homem, especialmente na área da educação, nas organizações e na psicoterapia, a psicologia transpessoal tem muito a oferecer para a formação de uma nova consciência em todas as áreas do conhecimento humano, é um elemento importante que poderá nortear nossos passos a uma nova era, à nova energia que de nós se apossa.

Terapia de Vidas Passadas …

A Terapia de Vidas Passadas está um passo além da Regressão a Vidas Passadas, por ter como meta, além de detectar em nossas vidas anteriores as experiências traumáticas não compreendidas a partir de sua origem, as quais representam a causa das disfunções que nos interpelam e impedem de vivermos plenamente, ter também a finalidade de auxiliar na desintegração do vinculo energético entre aquele episódio mal compreendido e a vida atual, propiciando-nos assim uma melhor possibilidade de cumprirmos com os nossos objetivos dessa existência.

Ela nos remete a um estado de relaxamento absoluto, de forma que entramos em profundo estado de autoconsciência, sendo desse modo, afloradas as nossas emoções reprimidas e lembranças traumáticas, para serem trabalhados durante a terapia, viabilizando então o tratamento terapêutico adequado, utilizando uma vasta gama de terapias vibracionais após a identificação dessas origens. A TVP desperta em nós enfim, uma sabedoria interior e intuitiva, capaz de nos orientar na tomada de decisões para a resolução de quaisquer disfunções relacionadas às nossas questões de saúde.

A essas disfunções estão relacionadas os nossos desvios de comportamento, todas e quaisquer espécies de dores persistentes, que resistam aos tratamentos médicos tradicionais, fibromialgia, fobias inexplicáveis, pânico, depressão, ansiedade, baixa-estima, dentre outras.

A utilizo em meus atendimentos terapêuticos, apenas na medida que seja determinado pelos Médicos do Espaço que estejam em ação. Dessa forma não há invasão do livre arbítrio e, sequer, a possibilidade de nos prejudicarmos, por não estarmos ainda aptos a vivenciar determinadas situações de nosso passado, seja dessa vida presente ou de qualquer de nossas vidas pregressas. Saliento que essa terapia, quando aplicada de forma conscienciosa por profissional competente torna-se uma excelente e indispensável ferramenta terapêutica.

Hipnose…

Hipnose é um estado de relaxamento através do qual as nossas mentes objetiva e subjetiva podem ser focalizados para ficarem mais receptivas à sugestão terapêutica. Sendo assim, entrar em hipnose é como relaxar – Ir para dentro de você mesmo, auxiliado pelo terapeuta, que vai te orientando como respirar, como sentir seu corpo, como voltar-se para dentro das suas emoções. Ao voltar-se para o seu interior, o paciente aciona dados aparentemente esquecidos os quais se encontram vivos em sua mente subjetiva, também conhecida como inconsciente. 

É um excelente método terapêutico que permite com certa facilidade a reprogramação da mente do paciente, com o intuito de tratar seus eventuais problemas físicos ou psicológicos, desfazer bloqueios que o impede de viver na sua plenitude a sua experiência de vida. 

Todos nós experimentamos muitas formas de hipnose em muitos momentos da nossas vidas, pois as manifestações da hipnose ocorrem em nossa vida diária sem que nos demos conta disso. Como exemplo, analise-se quando assiste a um filme, do qual está de fato gostando. Note o quanto se emociona a todo o momento. Note que sem que tenha pensado em fazê-lo, quando menos espera, você ri, chora, revolta-se ou compadece-se em determinadas cenas. Isso é hipnose. 

Quando lemos um bom livro, reagimos emocionalmente àquilo que estamos lendo, sem estarmos analisando de forma critica o tamanho das letras, falhas na impressão ou qualquer coisa semelhante. Estamos simplesmente presos ao que lemos, ou seja, nossa atenção limita-se àquilo que lemos. Isso é auto-hipnose. 

Ao ouvir essa música do meu site nesse momento, e com sua atenção voltada ao que lê, note-se, você não analisa criticamente o desempenho da orquestra. Essencialmente você está preso(a), concentrado(a), ao que lê e à música. Para isso ela está aqui nesse momento… Para que você possa se desligar de seu cotidiano e acrescentar novos conhecimentos ao seu cérebro físico, ou mente objetiva. 

Pense numa vez em que você dirigia em uma estrada e se pegou, por um breve momento, inconsciente daquilo que estava fazendo, ou uma vez em que estava tão envolvido em um programa de televisão que nem se deu conta quando alguém entrou na sala. Na verdade, toda hipnose é auto-hipnose e o paciente está sempre no controle. Não há nada a temer, porque a hipnose é um processo completamente seguro quando é usada profissionalmente. 

Poderíamos citar muitas outras experiências de nosso dia a dia, em que nos auto-hipnotizamos, mas não é esse o objetivo aqui e, sim mostrar que a hipnose é um meio altamente eficaz de nos auxiliar em nosso crescimento e autoconhecimento. 

Nos achados da Antigüidade, existem textos, com mais de 4.500 a.C., nos relatando como os sacerdotes da Mesopotâmia, usavam o Transe – “um estado diferenciado da consciência usual”, para realizar seus diagnósticos objetivando a cura. Os Antigos egípcios a 2000 a.C., já utilizavam empiricamente encantamentos, amuletos, imposição de mãos e, métodos mentais envolvendo sugestão e imaginação em seus procedimentos de cura. 

Historicamente, os primeiros registros de práticas hipnóticas, remontam a 2400 a.C., na Índia e na Caldéia. Podemos identificá-las, também, na Pérsia, Babilônia, Assíria, Suméria, Egito, Grécia, Roma, nos antigos Hebreus, nos Deltas. Nesses povos, magia, religião e medicina se confundiam. Trabalho hoje realizado por um Terapeuta Holístico. 

O termo hipnos-gnose derivado do grego (hypnos = sono), foi cunhado (1784-1860) pelo médico James Braid, que escreveu o livro Neurohipnologia, e tem a ver com o estudo dos fenômenos do sono. O nome escolhido advém de Hypnos – deus grego do sono – e foi escolhido devido a semelhança do estado de transe com o estado de sonolência. Vemos assim, que desde seu surgimento, a hipnose sempre esteve vinculada à busca da cura e é neste sentido que a ciência médica atual pesquisa não só a extensão que se pode obter, com o seu emprego, e também as respostas de como e porque o cérebro processa o estado hipnótico. 

O interesse pela hipnose teve seu recrudescimento durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial como forma de tratamento das neuroses traumáticas de guerra. A hipnose tem recebido dentro da terapêutica uma série de nomes. Chegou-se até a criar-se uma ciência: hipnologia. Hoje se define hipnose, ou transe hipnótico, como um estado modificado da consciência, mais próximo da vigília do que do sono, caracterizado pela dominância das freqüências alfa e teta no eletro-encefalograma. 

Atualmente, com outros nomes, há uma profusão de técnicas que, na realidade, são hipnose: PNL, Controle Mental, Parto Sem Dor, Regressão de Idade, Regressão a Vidas Passadas, Regressão de Memória, Hipnose Light, dentre muitas outras. 

Alguns Mitos Sobre Hipnose…

A hipnose é psicanálise?
Resposta: Não, pois a hipnose é mais uma ferramenta que pode ser utilizada na psicanálise, a qual utiliza o método da livre associação.

Existe hipnose sem permissão?
Resposta: Não, pois é preciso a concordância do paciente que vai ser hipnotizado para que o efeito hipnótico aconteça. Não há hipnose sem a sua anuência. Não há perda do livre arbítrio em estado hipnótico. Não há perda de consciência na hipnose. Existe um estado de atenção concentrada. Existe um aprofundamento dos conceitos e valores. 

Durante a hipnose se perde a lucidez?
Resposta: Não, pois hipnose caracteriza-se por um estado de profundo relaxamento onde o paciente mantém a lucidez e se mostra altamente responsivo às sugestões, se pode observar que existe um aumento da capacidade de concentração. Esta concentração pode ser direcionada a execução de determinadas atividades orgânicas internas a nível até mesmo celular. Aumentando e melhorando o trabalho destas células, glândulas, órgãos ou sistemas a favor de uma recuperação mais rápida e mais eficiente. E diminuindo os fatores que intensificariam esta doença. 

Este mesmo recurso é conseguido à noite ao dormir ou quando a pessoa esta em repouso (convalescente). A atividade orgânica esta diminuída e mais energia fica disponível para a recuperação e reposição de substâncias e estruturas ao corpo, maior concentração no trabalho e na atividade celular. A diferença é que na hipnose este recurso pode ser conduzido. 

Como definir o estado hipnótico?
É uma espécie de sono anormal cuja profundeza é variável, e durante o qual o paciente se levanta, escreve ou fala, isto é, realiza o seu sonho. Distinguem-se os sonambulismos naturais ou espontâneos, estados patológicos que em geral se desenvolve no curso do sono, e os sonambulismos artificiais ou provocados, que é uma forma do estado hipnótico, caracterizado pelo fato de se poder conversar com o sujeito, que, de seu lado, pode apresentar, para um observador inadvertido, a aparência de uma pessoa normal e perfeitamente acordada. 

Todas as pessoas são hipnotizáveis?
Resposta: É fundamental que o paciente queira esse tratamento, do contrário, é praticamente impossível que a hipnose aconteça. Qualquer pessoa que tenha inteligência, que seja normal e saudável, com mais de cinco anos de idade e que esteja no controle de sua vida, pode passar por esse processo, se assim o desejar. Crianças de pouca idade são hipnotizadas, mas com maior dificuldade. Os não hipnotizáveis representam cerca de 10% da população. Pessoas alcoolizadas ou com deficiência mental estão nesse grupo. Existem três estágios de profundidade hipnótica: leve, médio e profundo. O estágio mais profundo só é percebido numa pequena parte da população. Daí a conclusão errada que somente 10% da população era hipnotizável. 

A hipnose é causada pelo poder do hipnotizador?
Resposta: Não. Esta ideia vem desde os tempos de Mesmer, que vinculou o transe ao poder do magnetismo animal. Porém a hipnose não acontece apenas pelo poder do hipnotizador, mas pela aceitação e interação da pessoa que entra em transe e deseja experimentar aquilo que se pede. A hipnose só acontece quando existe a empatia entre o paciente e o terapeuta.

O hipnotizador controla o desejo do paciente?
Resposta: Não, pois o paciente é protegido por sua memória subjetiva, conhecida por inconsciente, de fazer aquilo que não deseja. Caso ele faça é porque julgou inofensivo, ou por acreditar que aquilo possa ajudar.

A pessoa pode não voltar do transe, ficar presa nele?
Resposta: Não. O máximo que acontece é a pessoa adormecer, que seria o passo seguinte ao transe profundo. Sabe-se que o transe é um estado entre a vigília e o sono. Se você aprofunda, dorme e pode ser acordado.

A hipnose é sono?
Resposta: Não. A hipnose é um estágio anterior. Às vezes, confunde-se o estado da pessoa em transe profundo, pensando que adormeceu. Mas mentalmente a pessoa é capaz de estar concentrada e com certo grau de consciência e responder aos seus comandos, ou seja, a pessoa está relaxada de forma alerta.

Em Toda hipnose há regressão?
Resposta: Não. Para haver regressão é necessário um transe médio ou profundo na hipermnésia e nem toda pessoa regride. A regressão não é hipnose. Na regressão as memórias podem ser construídas. O que vale é a realidade psíquica para o trabalho na psicanálise.

Há perigos na hipnose?
Resposta: Sim. Os riscos existem quando o paciente se presta a participar de shows e demonstrações sem finalidades terapêuticas que normalmente são conduzidas por pessoas que se intitulam hipnotizadores, sem formação profissional adequada, podendo este leigo prejudicar o paciente, pois é uma técnica que trabalha com o desconhecido, a mente subjetiva ou inconsciente do ser humano. Ela pode ser uma ferramenta de trabalho para o terapeuta, entretanto se torna uma arma perigosa se aplicada indevidamente por pessoas não qualificadas ou mal intencionadas.

Uma pessoa hipnotizada revela seus segredos involuntariamente?
Resposta: Não, pois o paciente só falará, se assim o desejar.

Em que disfunções emocionais ou físicas a hipnose pode ser usada?
Tabagismo, alcoolismo, controle da dor e de vícios, emagrecimento, fobias, depressão, ansiedade, problemas sexuais, problemas de fala, Perda assintomática do apetite, dores crônicas, timidez, ampliação da auto-estima e fortalecimento do ego, melhoras na concentração ou memória, Distúrbios da aprendizagem, maus hábitos (como roer unhas, por exemplo), anestesia, doenças psicossomáticas, medo de ir ao dentista, bruxismo, controle de sangramento, controle da salivação excessiva, etc.

Há condições físicas ou emocionais nas quais não é indicada a hipnose?
O Terapeuta deve tomar a decisão quanto à aplicabilidade do tratamento da hipnose. Ele deve obter um histórico completo do paciente para determinar se existem condições físicas ou emocionais que contra-indiquem seu uso. O profissional provavelmente não utilizaria a hipnose com uma pessoa que apresentasse doença coronária grave ou tivesse uma condição física que pudesse mascarar uma doença. Nos problemas emocionais severos como a psicose e estados “borderline”, a hipnoterapia pode ser inadequada.

O que acontece se eu não conseguir sair do transe hipnótico?
Sob os cuidados de um profissional de saúde, um hipnólogo qualificado, não haverá perigo nenhum na utilização da hipnose. Como o paciente está no controle, não há dificuldade em sair do estado hipnótico. O hipnólogo fará um histórico completo antes de usar a hipnose e, se existir qualquer contra-indicação ao seu uso, um outro tratamento será indicado.

Posso aprender a me hipnotizar?
Toda hipnose é auto-hipnose. O Terapeuta assume o papel de agente ou instrutor para ajudá-lo a conseguir este estado agradável. Alguns hipnólogos gravam fitas para seus pacientes, para serem usadas entre as sessões ou no lugar de sessões repetitivas. Um bom exemplo é o uso da hipnose no tratamento de dores crônicas, onde muitas vezes, fitas são usadas pelo paciente conforme a sua necessidade.

Mitos sobre a Hipnose….

Perda da consciência
Um dos maiores mitos sobre hipnose é que você poderá ter perda parda da consciência. A hipnose é um estado alterado de consciência, porém não se perde a consciência. Você ficará ciente de tudo em cada momento e ouvirá tudo que o hipnólogo estiver dizendo.

Enfraquece a vontade
A sua vontade não se enfraquecerá ou mudará de forma alguma. Você está no controle e, se desejar por qualquer razão sair do estado hipnótico, pode fazer isso simplesmente abrindo os olhos. Você não pode ser forçado a fazer nada contra a sua vontade. Os hipnotistas de palco gostam que a platéia acredite que eles têm o controle absoluto sobre as pessoas o seu redor. O terapeuta ou qualquer outro profissional ligado à saúde, deixa claro que o paciente tem o controle.

Fala espontânea
O paciente não começa, espontaneamente, a falar ou revelar informações que gostaria de manter em segredo. Você pode falar durante a hipnose e seu hipnólogo pode querer usar uma técnica que inclui conversa para ajudá-lo em seu problema.

Acaba-se dormindo
A hipnose não é igual ao sono. Você não vai dormir. O padrão do eletroencefalograma durante a hipnose é diferente do padrão do eletroencefalograma durante o sono.

Radiestesia e Radiônica…

Radiestesia é uma ciência milenar, caracterizada pela captação e percepção de radiações e vibrações, emitidas por diferentes corpos e, visualizadas, através de instrumentos radiestésicos. Por meio da análise de tais vibrações, é possível caracterizar diferentes situações e facilitar processos terapêuticos.

Pode ainda ser caracterizada, a meu ver, como uma técnica de diagnóstico paranormal, onde o Terapeuta Holístico se utiliza de instrumentos tais como um pêndulo e suas variantes, para amplificar os seus movimentos inconscientes, perante as perguntas e análise das disfunções energéticas, de quaisquer regiões do corpo de seu cliente, ou até mesmo em casos de analise a distância, através de fotos, objetos ou mapa de um local. Podemos através da radiestesia, desde que tenhamos um testemunho, encontrar pessoas ou objetos em qualquer parte do planeta.

Pela interpretação do movimento dos instrumentos, avalia-se os desequilíbrios energéticos do cliente ou do local, os quais serão harmonizados pelas mais variadas Terapias Vibracionais, tais como: Reiki, Magnified Healing, Cromoterapia e Radiônica, dentre muitas outras.

Através da Radiestesia detectamos enfim, todos os tipos de manifestações energéticas e podemos descobrir objetos ocultos, doenças, alimentos e medicamentos adequados, e desgaste de energia no corpo humano, seja nos setores psíquicos ou físicos.

Representa uma das faculdades do homem, que acrescida de técnicas e disciplinas aplicadas, tem alcançado um alto grau de desenvolvimento que permite realizar qualquer tipo de investigação, seja qual for sua natureza.

Ela é uma porta segura para a quarta dimensão, um novo horizonte aberto, onde podemos obter informações que emergem do espaço e do tempo. A genialidade do inconsciente se revela altamente eficiente na solução de problemas de toda a espécie. Mas isto deve ser conquistado, sendo o resultado da exploração, treinamento e compreensão de si mesmo.

A Radiônica utiliza-se da energia das formas, que é a geometria sagrada, através de gráficos, cones, pirâmides, cristais, pilhas, feitas pela sobreposição de diversos materiais, tais como madeiras, metais e etc., visando sempre o equilíbrio energético do cliente ou local.

Apometria – Medicina Espiritual…

“Apometria é uma técnica que permite com razoável facilidade, a um grupo de médiuns treinados, a indução para estados de desdobramento dos corpos mediadores; em especial o etérico, o astral e o mental. É também importante ferramenta de criação de campos de força. Não basta somente o conhecimento da técnica em si, mas é fundamental a egrégora que se forma durante os trabalhos, pois, é proveniente de cada elo da corrente, a sustentação mental para que“o lado de cá” possa agir em padrões vibracionais, que normalmente exigiriam grande dispêndio de energia e esforço das falanges socorristas, que dão apoio a esses trabalhos de cura desobsessivos”.

“Ramatis”
Apometria é uma técnica de cura oriunda da Aumbandhã – Lei Maior Divina ou Sabedoria Secreta, setenária e esotérica, originária de uma estrela da Constelação de Sírius, muito próxima ao Grande Sol Central. Ela é por nós conhecida desde os tempos de Atlântida, época em nosso querido Ramatis foi Sacerdote Aumbandhã. É aplicada apenas a espíritos vivendo como seres humanos, por ser lastreada numa ordem setenária, onde através de imposição de pulsos magnéticos, comandados por pessoa treinada, faz-se o desdobramento dos sete corpos que nos compõe, ou seja, faz-se com que os nossos sete corpos afastem-se temporariamente, para que nossos irmãos maiores, médicos do espaço, possam realizar em separado, mais rapidamente, portanto, em nós uma transmutação energética de forma plena, proporcionando assim a nossa cura, através da dissolução das disfunções a que chamamos de doenças. A propósito, essas disfunções existem em função do desentendimento entre nosso emocional e nosso racional, ou melhor, entre nossos pensamentos e sentimentos. Sejamos, portanto, fieis a nossos pensamentos e sentimentos, que tudo muda em nossa vida.

Embora sendo um sistema de cura bastante antigo, sendo como dito acima já utilizado em Atlântida, foi por nós mesmos completamente relegado ao esquecimento.

Já em nosso tempo, em 1.867, essa técnica de cura, que ainda não levava o nome de Apometria, era descrita através de seus métodos e mecanismos, pelo Sr Peyanne, na Sociedade Espírita de Bordeaux, sob aquiescência de Kardec. Ainda nesse período coube a outro cientista e pesquisador da Doutrina dos Espíritos, Ernesto Bozzano, (1.862 – 1.943), em sua obra “Fenômenos de bilocação”, criar o termo “desdobramento”, circunstanciando detalhadamente, os processos que envolvem os veículos de manifestação do espírito reencarnado, dentro de uma ordem setenária.

Mas, se temos hoje o privilégio e a oportunidade de conhecê-la e de nos utilizarmos dessa magnífica Terapia de cura, é graças ao Dr. José Lacerda de Azevedo, que foi em nosso plano, Médico e Espírita, extremamente bem conceituado. O Dr Lacerda criou esse termo em 1.965, após conhecer e experienciar uma técnica de cura denominada Hipnometria, que era na época empregada em enfermos em geral, com excelentes resultados, pelo psiquista Porto-riquenho Luiz Rodrigues.

O termo Apometria vem do grego, onde Apó significa “além de ou fora de” e Metron, que é “relativo à medida”. Representa o clássico desdobramento entre o corpo físico e os corpos espirituais do ser humano. Não é propriamente mediunismo, é como dito no início dessa explanação, uma técnica setenária de dissociação dos nossos corpos, através de desdobramento, lastreada nas leis da física quântica. É um sistema de cura com base em sólidas fontes de amor fraterno, de saúde e de cura, com resultado eficaz para todos e quaisquer males ou disfunções. Pode e deve ser aplicada em todas as pessoas, não importando a saúde, a idade, o estado de sanidade mental e a resistência oferecida.

Através da Apometria, o desdobramento acontece via indução, gerando aquilo a que chamamos de bilocação. É uma técnica de largo uso, em Hospitais a partir da quarta dimensão, para tratamento de espíritos encarnados ou desencarnados, que abriu as portas para a investigação sistemática da dimensão astral, verdadeiro universo paralelo ao nosso. Representa em essência o desdobramento, a separação entre o nosso corpo físico e nossa constituição espiritual.

Desdobramento esse, que ocorre todos os dias em nossas vidas de forma natural. Às vezes espontaneamente. Acontece durante o sono natural, ou no sono hipnótico ou ainda no êxtase místico. Pode ocorrer também nos grandes choques emocionais, choques circulatórios, desmaios, coma, convalescenças de enfermidades graves, traumas físicos, também podendo ocorrer em conseqüência do uso de narcóticos.

Na medida que utilizemos a Apometria, com o passar do tempo, em função dos nossos desdobramentos, através dos trabalhos que vamos realizando, vamos adquirindo cada vez mais, consciência das nossas potencialidades e vamos assim superando as nossas limitações, pois passamos a transitar por diversas dimensões, como se estivéssemos aqui no plano físico que conhecemos, permitindo-nos ir a muitos locais, às vezes longínquos, para trabalhar, auxiliar, tratar de enfermos espirituais encarnados ou desencarnados, tudo isso naturalmente, sempre amparados por nossos irmãos maiores. Aliás, nada fazemos sozinhos! Somos sim, parte integrante de um grupo de seres abnegados, que vivem em prol de auxiliar, a quem esteja pronto para receber essa ajuda.

Ao utilizarmos a Apometria, abrimos imediatamente através de nossa forma pensamento, portais interdimensionais, que nos ligam ao Mundo Maior e, à toda Corrente Médica e Mentores do Espaço. O êxito da Apometria reside na utilização de nossa faculdade mediúnica, para entrarmos em contato com o mundo espiritual, da maneira mais fácil e objetiva, sempre que for necessário.

Finalizando, a Apometria é indicada para os casos de cirurgias astrais, incluindo transplantes de órgãos comprometidos, remoção ou desintegração de miomas por exemplo, obsessão e indução espiritual , auto-obsessão, pseudo-obsessão, parasitismo, vampirismo, estigmas espirituais, remoção de chips e parasitas no corpo astral, arquepadias, (magia originada em passado remoto), goécia (magia negra), tratamentos especiais para magos negros, tratamento de espíritos em templos do passado, utilização dos espíritos da natureza, condução dos espíritos encarnados, porém desdobrados, para Hospitais do Astral Superior. Indicado para criação de campos de força magnéticos. Perfeito para tratar de síndrome da ressonância vibratória com o passado, que é a cura e eliminação de traumas vividos em vidas passadas, através de terapia de vidas passadas.

Deixo aqui registrado que ministro vários cursos relacionados às Terapias Holísticas, inclusive Apometria, em qualquer lugar do Brasil, bastando apenas que haja um grupo de pessoas interessadas nesse sentido.

Caso você tenha interesse em melhor conhecer sobre esse tema, sugiro as leituras abaixo relacionadas:

  • Novos Horizontes da Medicina Espiritual.
    Autor: Vítor Ronaldo Costa.
    Editora O Clarim.
  • Evolução no Planeta Azul.
    Autor: Ramatis. Por Norberto Peixoto.
    Editora do Conhecimento.
  • Chama Crística.
    Autor: Ramatis. Por Norberto Peixoto.
    Editora do Conhecimento.
  • Apometria Vista do Além.
    Autor: Eurípedes Barsanulfo e outros. Por: João Berbel.
    Editora DPL

Resultado de imagem para reiki usuiReiki Usui e Tibetano…

Reiki é uma palavra de origem japonesa que significa Energia Vital Universal. É a ciência e a arte de ativar, direcionar e aplicar naturalmente a energia vital, promovendo balanceamento energético, cura e integração. Previne distúrbios e mantém um estado de bem-estar, independente da idade da pessoa. O ideograma japonês tem significado exato difícil, pois tal língua tem muitos níveis de significação. Reiki é uma palavra composta: Rei é conhecido como a mais Alta Inteligência que guia a criação e o funcionamento do Universo. Rei é a Energia Universal. Ki é conhecida como a Energia presente em todas as coisas. Ela flui em todos os seres vivos, animando-os, dando-lhes vida, Energia Vital. Quando essa energia está alta nas pessoas, elas se sentirão fortes e dispostas a desfrutar a vida e enfrentar desafios. 

Caso contrário, em sua falta, manifestarão desânimo, fraqueza e doença. Seu bloqueio em seu fluxo pelo sistema energético do nosso corpo, gera doenças. Esses bloqueios podem ser causados por condicionamentos de nossa mente, traumas psicológicos e emocionais enfrentados ao longo da vida, preconceitos e sentimentos negativos que ao serem gerados, provocam um corte no fluxo, que conforme sua localização, intensidade e nível, dará início às diversas doenças que existem em nosso meio. Após a sua iniciação você não precisa passar novamente por esse processo para melhorar ou recuperar os seus canais de energia. Você estará passando por uma grandiosa transformação, tornando-se diferenciada(o) das outras pessoas. Esta transformação permanece por toda a vida.

Uma vez que você foi iniciado(a), a energia Reiki é então encaminhada através do corpo num passo correspondente aquele que é necessário para a cura. O corpo humano ou animal, irradia calor e energia. Essa energia é a força da vida chamada Ki. O que cura é a energia do Cosmos o Ki, que é direcionada pelas mãos do praticante. A palavra Ki quer dizer “ar, respiração, vento, essência vital, energia ativa do universo. Ki é também a força vital da Terra, dos planetas, das estrelas, dos céus e das fontes de energia que afetam os corpos com a energia Ki. A energia que sai das mãos do praticante de Reiki, é uma energia transformadora, trazendo o Ki da Terra e dos Céus para dentro do corpo humano e animal.

Em 1922 Mikao Usui abriu uma escola em Tóquio para ensinar um sistema de cura baseado em energia. Ele criou esse sistema utilizando elementos do Qigong Taoísta, Budismo Tendai Japonês e Medicina Chinesa. O sistema propõe uma forma de viver, através do uso intencional de um conjunto de afirmações, que deverão fazer parte do dia a dia dos praticantes.

O sistema ficou conhecido no Ocidente como “Reiki”, onde passou por consideráveis mudanças, tanto no seu conteúdo como na sua direção. Existem variações desse sistema. Algumas delas incorporam um trabalho com energia baseadas na filosofia hindu-tibetana, outras, em anjos e também as que se utilizam de exercícios respiratórios.

O Reiki quando não usado como terapia principal, é um excelente complemento para qualquer outra espécie de tratamento. Definitivamente, é uma das terapias mais seguras que existe, pois não exige manipulação do corpo ou manobras. Não se utiliza de medicações ou qualquer outra química.

Por essas características tão inerentes ao Reiki, ele pode ser aplicado mesmo em casos de pré ou pós-operatórios, como auxiliar na recuperação dos mais diversos estados da saúde física e mental e completando outros tratamentos holísticos.

O processo de cura ocorre em um curto ou longo espaço de tempo. Cada paciente em sua íntima individualidade de padrões, tem um tempo de cura diferente dos outros, assim como a origem de seus problemas.

Imagem relacionadaSons que Curam…

O Universo é vibração!!! Vibração é som e o som é absorvido por nossos sete corpos por intermédio de cores. Assim, vivemos em um mundo de sons e cores, interagindo, por ressonância, com tudo o que vibra dentro e fora de nosso organismo.

Nossos sete corpos são compostos por energias em movimento. Nosso corpo físico é todo vibração, constituído por átomos, células e órgãos, todos alimentados pela energia cósmica universal através de nossos chacras. A Física Quântica vem estudando desde a década de 1.930, os fenômenos que fundamentam a existência humana, observando o conjunto das vibrações que nos compõem.

Dentro dessa linha de pensamento, apresento aqui os vários instrumentos sonoros que utilizo junto aos meus pacientes, e são eles: mesa lira, que chamo de o meu carro chefe nas terapias sonoras, a qual é norteada, onde a cabeça do paciente fica voltada para o norte, tubos sonoros, metalofone pentatônico, sinos pin tibetanos, um pequeno carrilhão, lâminas sonoras, taças tibetanas, e gongo tibetano. Com eles, para cada pessoa, é formada uma composição sonora, que nunca é igual, e que produz uma sensação de libertação muito intensa. Uma sessão de terapia sonora com os instrumentos apresentados, dura em média 40 minutos.

Explano melhor a seguir, sobre os instrumentos acima citados.

A Mesa Lira é uma ferramenta terapêutica inovadora e de grande poder. Sua criação e utilização terapêutica é creditada ao musicoterapeuta suíço Joachim Marz em 1989. (http://www.naturtonmusik.ch). No brasil ela foi introduzida por Marcelo S. Petraglia em 2002, após ter tido contato com o instrumento em um curso com Fabien Maman. (http://www.tama-do.com).

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Esse instrumento é uma grande caixa de ressonância em madeira, suspensa por pés de madeira, em baixo da qual correm 42 cordas de aço montadas sobre dois cavaletes nas extremidades. Com o dedilhar dessas cordas, todas afinadas em ré, variando-se a velocidade e intensidade ao tocar, gera-se uma explosão de raio verde, nos seus infinitos tons, os quais criam padrões rítmicos e um poderoso espectro harmônico, que transpassam o corpo do paciente deitado sobre a mesa, como uma massagem sonora e vibracional, sem toque, percebida por todo o seu corpo através do tampo de ressonância da mesa, levando-o a um estado de relaxamento profundo, realinhando com isso, os seus sistemas: ósseo-muscular, metabólico e neurossensorial, (audição e cérebro), fazendo com que todos eles entrem em sintonia, harmonizando-nos a nível físico, mental, emocional e espiritual.

Na Europa é conhecida como Monochord Table, ou Klangliege. Há informações de que a mesa lira seja uma derivação do Monochord Pythagoras, instrumento que data de 500 anos a.C., sendo atribuída sua criação ao matemático Pitágoras.

Sete tubos sonoros, confeccionados em latão, afinados em quintas (Fá, Dó, Sol, Ré, Lá, Mi, Si), os quais ficam suspensos sobre os principais chacras do paciente. Desenvolvido especialmente como complemento para o trabalho com a Mesa Lira em seções terapêuticas.

O Metalofone pentatônico, proporciona um som altamente harmônico, equilibrado e um efeito musical extremamente delicado. 

Os Sinos pin tibetanos, confeccionados em tubos de alumínio, proporcionam um som altamente harmônico e equilibrado, e produz um efeito musical muito delicado. 

Pequeno carrilhão sinfônico, que por ser tocado na direção do chacra coronário do paciente, transmite ao mesmo, uma paz inigualável, pelo fato de estar estado alfa. Ele é formado por pequenos tubos em alumínio, de diferentes tamanhos, soando diferentes alturas de notas. O som é produzido por uma baqueta, ou mesmo toque manual.

As Lâminas sonoras, feitas em placas de bronze em formas geométricas, as quais são tocadas com baquetas especialmente produzidas para elas, fazendo com que o som se mova no espaço, transmitindo ao paciente uma sensação de força extrema, a qual ele muitas vezes nem sabe que tem, e por isso não tem o hábito de sintonizar.

Imagem relacionadaAs Taças Tibetanas, elas emitem som de duas formas: ou batemos levemente com um bastão de madeira, com ou sem camurça, ou pressionamos o bastão contra a superfície da taça e em seguida o giramos em sentido horário, produzindo um som tipo espiral, que acalma, harmoniza, liberta e cura.

O Gongo tibetano, com 60 cm de diâmetro, confeccionado em bronze, tocado com baqueta especialmente produzida para ele, voltado para o sul, captando inclusive a força e o poder dessa polaridade, o qual abre um som com muito poder e força, emitido diretamente ao chacra básico do paciente, deitado sobre a mesa lira, o qual transpassa completamente seu corpo, gerando explosões energéticas, que atuarão sobre todos os seus órgãos, células e moléculas. E isso dá um magnífico resultado direto na vida material do paciente.

Atualmente, pesquisas estão sendo conduzidas por diversos terapeutas em vários países, para fundamentar sua atuação e indicações em tratamentos.

De minha parte, tenho notado em meus atendimentos, muitos casos de libertação de catarses e de situações que prendem as pessoas, nas suas várias vidas ou personalidades que já viveram no planeta, que são conhecidas por vidas passadas. Essa técnica sonora desbloqueia tensões e produz uma diminuição considerável já em poucas sessões, nas sensações vividas por meus pacientes relativas a quadros de ansiedade, irritabilidade, tristeza, melancolia, angústia profunda, ressentimento, enfim, nos mais variados quadros depressivos, que tanto oprimem as pessoas em nossos dias atuais. Por todos esses resultados, denomino essa técnica como: Sons que Curam. Fonte

 

 

Publicado por

elcienegalindo

Uma pessoa que ama a vida e buscar sair da ignorância, pois aquele que deseja ser um pouco sábio, sabe que quanto mais se aprende menos sabe.

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